Live com a historiadora Anita Prestes no SOBERANIA EM DEBATE
Dia 03/12/2021, às 17h
Transmissão ao vivo pelo canal do YouTube SOS Brasil Soberano:
https://www.youtube.com/watch?v=f9kSWQNz3t8&t=369s
Um espectro ronda o mundo...
Live com a historiadora Anita Prestes no SOBERANIA EM DEBATE
Dia 03/12/2021, às 17h
Transmissão ao vivo pelo canal do YouTube SOS Brasil Soberano:
https://www.youtube.com/watch?v=f9kSWQNz3t8&t=369s
No dossiê “Dermeval Saviani, um marxista da educação”, do blog MARXISMO21, encontra-se um extenso e qualificado conjunto de material sobre a trajetória acadêmica e produção intelectual de um dos mais relevantes pensadores críticos da Educação no Brasil contemporâneo. Entre a vasta obra de Dermeval Saviani, é possível fazer download dos seguintes livros:
LINK PARA O DOSSIÊ "DERMEVAL SAVIANI, UM MARXISTA DA EDUCAÇÃO":
https://marxismo21.org/dermeval-saviani-um-marxista-da-educacao/
Duas versões: tradução em português e edição bilingue.
Lukács, Georg. Como a Alemanha se tornou o centro da ideologia reacionária? / Georg Lukács ; tradução: Mariana Andrade. – Maceió : Coletivo Veredas, 2021. 160 p.
LINK PARA DOWNLOAD:
https://drive.google.com/file/d/1cSsPcivZDAhRbZVIftqIR4JSm2VfEn0v/view
Lukács, Georg. Como a Alemanha se tornou o centro da ideologia reacionária? = Wie ist Deustschlands zum Zentrum der reaktionären Ideologie geworden? / Georg Lukács ; tradução: Mariana Andrade. – Maceió : Coletivo Veredas, 2021. 352 p. Edição bilingue.
LINK PARA DOWNLOAD (Edição Bilíngue):
https://drive.google.com/file/d/17pP0OroVWVEyqCkqPcyAFCvlC6g099jT/view
Livros em PDF do Coletivo Veredas: https://coletivoveredas.com.br/livrospdf/.
Live com a historiadora Anita Prestes
Amanhã começa a feira de livros mais incrível de todas, a Festa do Livro da USP! Oportunidade única de comprar aqueles livros que você estava querendo com 50% de desconto.
Acontecerá virtualmente entre os dias 8/11 e 15/11/21.
Acesse na página do evento para ver as editoras participantes: https://festadolivro.edusp.com.br/editoras.
Entre as editoras participantes, está a Boitempo Editorial com cerca de 100 títulos com 50% de desconto (clique aqui). Entre eles, o livro Viver é tomar partido: memórias, no qual a historiadora Anita Leocadia Prestes narra sua extraordinária trajetória de vida, militância e pensamento. Um relato memorialístico em que momentos importantes da história mundial são mesclados à narrativa de suas vivências pessoais. O título "Viver é tomar partido", frase do poeta e dramaturgo alemão Christian Friedrich Hebbel retomada pelo intelectual italiano Antonio Gramsci, resume o modo peculiar como a autora encara sua vida, totalmente imbricada em seu ativismo político.
De R$ 59,00 por R$ 29,50.
Trecho do livro
Apesar da separação, não fui uma criança triste nem infeliz. Minha avó sempre se referia à alegria contagiante da neta. Embora longe dos meus pais, cresci cercada do carinho deles, que me chegava através das cartas, da dedicação de Leocadia e Lygia e da atenção, amizade e cuidados de numerosas pessoas de diversas nacionalidades.
A partir de junho de 1941, com o ataque hitlerista à União Soviética, lembro-me bem da angústia da minha avó, preocupada com a violência da invasão do território soviético pelos nazistas e, certamente, com o destino das filhas e do netinho que viviam em Moscou. Imediatamente foi pendurado numa parede da nossa casa um grande mapa do cenário da guerra, em que os movimentos das tropas (tanto soviéticas quanto hitleristas) eram indicados com alfinetes de cabeças coloridas. Leocadia e Lygia acompanhavam essa movimentação torcendo, evidentemente, pelos soviéticos. Mesmo durante os períodos de maiores dificuldades para o exército soviético, minha avó se mantinha confiante em sua vitória final, afirmando aos amigos e companheiros que nos visitavam: “Eu conheço aquele povo e sei que vencerão a guerra.” Escreveu ela a meu pai:
"Eu, por mim, procuro reagir contra o desânimo, que muitas vezes vejo empolgar certa gente menos firme, quando os jornais, sempre ávidos de notícias retumbantes, exageram os fatos da Guerra. Muitas vezes discuto com essas pessoas que querem convencer-me de que tudo está perdido e que o nazismo governará o mundo."
Lamentavelmente, minha avó faleceu antes da vitória da União Soviética na Segunda Guerra Mundial.
Autores: Dermeval Saviani e Newton Duarte
Editora: Autores Associados
Acontecerá virtualmente entre os dias 8/11 e 15/11/21 a Festa do Livro da USP e o livro estará sendo vendido com 50% de desconto no site da editora. (Sobre o evento clique aqui)
No fim da apresentação, os autores indicam que o caminho proposto pela pedagogia histórico-crítica implica decidir-se entre a escolha de “se submeter ao ilusoriamente mais cômodo jugo da ignorância ou assumir os riscos da busca de conhecimento sobre o mundo, a vida e sobre si mesmo”. Trata-se de uma proposta a ser construída coletivamente pari passu com a luta de classe nos pequenos e grandes desafios. A Comuna de Paris, 150 anos depois, não foi e não será em vão!” [trecho do Prefácio, redigido por Gaudêncio Frigotto]
SUMÁRIO
Prefácio | Gaudêncio Frigotto
Apresentação| Newton Duarte & Dermeval Saviani
1- A formação humana na perspectiva histórico-ontológica | Dermeval Saviani & Newton Duarte
2- Educação escolar e formação humana omnilateral na perspectiva da pedagogia histórico-crítica | Newton Duarte
3- Entrevista com o professor Dermeval Saviani: pedagogia histórico-crítica na atualidade | Dermeval Saviani (entrevistado por Newton Duarte)
4- O currículo em tempos de obscurantismo beligerante | Newton Duarte
5- A pedagogia histórico-crítica, as lutas de classes e a educação escolar | Dermeval Saviani
6- Marxismo, educação e pedagogia | Dermeval Saviani
7- A pedagogia histórico-crítica e a formação da individualidade para si | Newton Duarte
8- Entrevista com Dermeval Saviani: modo de produção e a pedagogia histórico-crítica | Dermeval Saviani (entrevistado por Maria de Fátima Rodrigues Pereira & Elza Margarida de Mendonça Peixoto)
9- História, trabalho e educação: comentário sobre as controvérsias internas ao campo marxista | Dermeval Saviani
10- Lukács e Saviani: a ontologia social e a pedagogia histórico-crítica | Newton Duarte
11- Pedagogia histórico-crítica, educação e luta de classes: ensino público, Estado, partido e revolução | Dermeval Saviani
12- A catarse na didática da pedagogia histórico-crítica | Newton Duarte
13- A consciência filosófica na pedagogia histórico-crítica: entrevista com Dermeval Saviani | Dermeval Saviani (entrevistado por Marcos Francisco Martins & André Canevalle Rezende)
14- Entrevista com Newton Duarte: perspectivas e desafios para o ensino de ciências: a superação do construtivismo e a pedagogia histórico-crítica | Newton Duarte (entrevistado por Dianne Cassiano de Souza)
15- O método inverso na pedagogia histórico-crítica e na psicologia de Vigotski | Newton Duarte
Sobre os autores
Posfácio
A homenagem de Luiz Carlos Prestes a Carlos Marighella
Por A Coluna
Este conteúdo é uma reprodução do site A Coluna, do Polo Comunista Luiz Carlos Prestes
É importante destacar o tom crítico e auto-crítico com que Prestes entende o seu comportamento político e de ambos os dirigentes comunistas na época. Sem titubear, Prestes é firme na consideração de que a luta armada foi um erro tático. Todavia, reconhece que a estratégia etapista de direita adotada pelo PCB durante boa parte da sua existência foi o que levou a erros táticos e criou o fosso separando Marighella, Prestes e tantos outros.
Abaixo a transcrição desse discurso gentilmente cedido por Anita Prestes ao site A Coluna.
Discurso de L. C. Prestes na solenidade de transladação dos restos mortais de Carlos Marighella
Aqui estou para prestar meu testemunho de admiração a um filho do povo, a um revolucionário, a um patriota que foi até o sacrifício extremo da própria vida na luta pelo ideal que defendia, pela felicidade do povo, pela completa emancipação da Pátria e pelo progresso social.
Convivi e lutei com Carlos Marighella por mais de vinte anos. Já conhecia a valentia com que se comportava quando preso, após os acontecimentos de 1935. Mas durante os vinte anos em que atuamos juntos na direção do Partido Comunista Brasileiro pude admirar suas qualidades pessoais de um legítimo filho do povo, que justamente por isso sabia ganhar o apoio do povo – de pessoas das mais variadas classes e camadas da sociedade – para a luta dos comunistas. Pude apreciar sua imensa capacidade de trabalho, seu talento , sua valentia e combatividade, a valentia com que enfrentava a reação policial, sua integral dedicação à causa por que juntos lutávamos.
As vicissitudes ou a dialética da vida nos separou, nos colocou em campos diferentes ou, mesmo, política e ideologicamente opostos. Suas próprias qualidades pessoais, em particular sua valentia e combatividade, não lhe permitiram compreender ou avaliar com acerto o momento político que atravessávamos; que a classe operária, com o golpe militar reacionário e contrarrevolucionário de 1964, fora derrotada e sofrera a pior derrota, uma derrota sem luta. Estava por isso obrigada a recuar para recuperar forças. Entravamos num difícil e duro processo de acumulação de forças , tínhamos como inimigos uma ditadura militar reacionária, a mais cruel e sanguinária e que só poderia ser derrotada por um amplo e vigoroso movimento de massas. E que esse movimento só poderia ser criado através de uma luta demorada e paciente pelo esclarecimento dos trabalhadores, a começar pelo levantamento de suas reivindicações mais elementares. Chamar naquele momento a classe operária a empunhar uma arma era dela nos separar e mal conseguir um minoria combativa, mas desligada das massas. E sem estas não se derrota nenhuma tirania. Acaba-se por dar argumentos à ditadura para tentar justificar uma repressão cada vez maior.
Mas na ocasião do erro de Marighella não foi apenas dele. Também nós, como já o dissemos no VI Congresso do nosso Partido, tínhamos uma linha política que padecia de erros de direita, de ilusões na burguesia e, fundamentalmente, de confundirmos a possibilidade que surgiu no movimento comunista, após a derrota do nazismo e do surgimento do sistema socialista mundial, de se poder chegar ao socialismo sem guerra civil ou insurreição armada, confundíamos isso com passividade. Este nosso erro contribuiu também para fazer surgir entre nós e Marighella o antagonismo que nos separou.
Só a prática da vida poderia revelar com quem estava a razão. O processo de acumulação de forças, a utilização inclusive do voto como arma de protesto, levou à derrota da ditadura em 1974, à evidência de seu isolamento das massas populares, principalmente da classe operária e, consequentemente, às vitórias, ainda pequenas, mas vitórias do povo que não deixariam de alegrar o grande revolucionário que foi Carlos Marighella.
Carlos Marighella! Teu nome e tua memória não serão jamais apagados da história do nosso povo. Teu exemplo de lutador pela felicidade do povo, por uma transformação social profunda, que acabe com a exploração do homem pelo homem, juntamente com a de todos que nestes últimos quinze anos souberam lutar até o fim pela completa emancipação da Pátria do jugo imperialista e pelo processo social, educará as novas gerações da classe operária e as de todos os trabalhadores brasileiros, contribuirá para reforçar a sua organização e unidade, ajudará a educar e formar a juventude que continuará a tua luta, a nossa luta revolucionária de comunistas, democratas e patriotas, elevará a cada dia mais alto as bandeiras do socialismo e as levará à vitória.
O Brasil popular e socialista cultuará para todo o sempre a tua memória!
São Paulo, 11/07/79
FONTE: Instituto Astrojildo Pereira
Tema: O legado de Luiz Carlos Prestes para a crise atual
Dia 26/10/2021, às 18h.
Transmissão pelo canal CAHIS USP no YouTube, através do link: https://www.youtube.com/watch?v=uw0tnq7hEUE
Fanpage sobre o evento da mesa com Anita Prestes:
https://www.facebook.com/events/212843800936911?ref=newsfeed
Aula ministrada pela professora Anita Prestes, em linguagem clara e acessível., no II Curso de Formação Política, Crise Econômica e Direitos Sociais no Brasil e América Latina, do Núcleo Práxis da USP.
A aula da professora e historiadora marxista Anita Prestes pode ser assistida a partir de 18 minutos e 35 segundos do vídeo.
“Coleção Grandes Cientistas Sociais”, publicada pela editora Ática, entre 1978 e 1990, e coordenada pelo sociólogo Florestan Fernandes (1920-1995).
KARL MARX, apresentação Octavio Ianni.
MARX e ENGELS, apresentação Florestan Fernandes.
LENIN, apresentação Florestan Fernandes.
FRIEDRICH ENGELS, apresentação José Paulo Netto.
CELSO FURTADO, apresentação Francisco de Oliveira.
CAIO PRADO JÚNIOR, apresentação Francisco Iglésias.
HO CHI MINH, apresentação Marta Elena Alvarez.
GEORG LUKÁCS, apresentação José Paulo Netto.
CHE GUEVARA, apresentação Emir Sader.
LEON TRÓTSKI, apresentação Orlando Miranda.
HABERMAS, apresentação Barbara Freitag e Sérgio Paulo Rouanet.
KARL MANNHEIM, apresentação Marialice Mencarini Foracchi.
GODELIER, apresentação Edgar de Assis Carvalho.
POULANTZAS, apresentação Paulo Silveira.
MAX WEBER, apresentação Gabriel Cohn
https://docero.com.br/doc/n8en51s
ÉLISÉE RECLUS, apresentação Manuel Correia de Andrade
DURKHEIM, apresentação José Albertino Rodrigues
PIERRE BOURDIEU, apresentação Renato Ortiz.
CHARLES WRIGHT MILLS, apresentação Heloísa R. Fernandes.
https://rs.1lib.limited/book/11183366/4cdd4c
EDMUND LEACH, apresentação Roberto Da Matta.
https://www.academia.edu/36228460/GRANDES_CIENTISTAS_SOCIAIS
ROGER BASTIDE, apresentação Maria Isaura Pereira de Queiroz.
https://docero.com.br/doc/1vv58s
GEORGE SIMMEL, apresentação Evaristo de Moraes Filho.
https://docero.com.br/doc/xx5xc1
RATZEL, apresentação Antonio Carlos Robert Moraes.
https://docero.com.br/doc/ne8188v
Enquanto não surgirem no Brasil lideranças populares dispostas a organizar, mobilizar e conscientizar os trabalhadores na luta por sua emancipação social e econômica, os interesses do grande capital internacionalizado continuarão a ser os dominantes no poder político do país.
CLIQUE NO LINK ABAIXO para ler na íntegra o texto da historiadora Anita Prestes no blog da Boitempo:
https://blogdaboitempo.com.br/2021/10/04/bolsonarismo-sem-bolsonaro/
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| ILUSTRAÇÃO DE PAULA CARDOSO |
🍀 "Arte, Ciência e Ética num Brasil de Fato"
No blog da Boitempo, por ocasião dos 75 anos da Constituição de 1946, a historiadora Anita Prestes comenta a atuação do PCB na Constituinte, destacando os ensinamentos daquele momento para história dos comunistas brasileiros, mas também para as forças democráticas e progressistas do Brasil de hoje.
CLIQUE NO LINK PARA LER O TEXTO NA ÍNTEGRA:
Nesta segunda-feira, 13 de setembro, live com a historiadora Anita Prestes, às 19 horas, no canal do GSCL Grupo Sued Castro Lima, no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=stC5WSEPM-w
La revista «Contexto Latinoamericano» entrevista a Néstor Kohan sobre su nuevo libro Hegemonía y cultura en tiempos de contrainsurgencia "soft":
- El pensamiento de Gramsci es medular en sus reflexiones. ¿Cuáles son las principales ideas gramscianas que sustentan las tesis del presente libro?
Antonio Gramsci ha sido manipulado al infinito. Desde la socialdemocracia y el liberalismo hasta el autodenominado “posmarxismo” (en realidad…. ex marxismo) y los llamados “estudios poscoloniales”. Se lo ha intentado convertir en un tímido partidario de los acuerdos parlamentarios y en un inofensivo posmoderno que especula en forma diletante sobre “asuntos culturales”, desvinculándolo de todo proyecto revolucionario y estrategia de confrontación. ¡Como si su encarcelamiento y lento asesinato, ejercido con crueldad y a cuentagotas, a manos del fascismo italiano, hubieran sucedido “de casualidad”! Tratando de rescatar su pensamiento revolucionario nos hemos opuesto a los intentos de pasteurizarlo, descafeinarlo y volverlo un ícono “light”, fácilmente domesticable y adaptable para los fines más diversos. Como pensador revolucionario, ardiente admirador de Lenin y la revolución bolchevique, pensador de las periferias y las clases subalternas, militante clandestino durante años de la Internacional Comunista, Gramsci reflexionó a partir de una derrota, la del movimiento de los consejos de fábrica de Turín.
Curso que será oferecido durante a sexta edição do Salão do Livro Político, sendo a Aula Inaugural ministrada pela historiadora Anita Prestes. Com inscrições gratuitas, o curso será de 27/09 a 01/10. Confira a programação das aulas, que contarão com Marly Vianna, Antonio Rago, Antonio Carlos Mazzeo, Fabio Gentile, Virgínia Fontes, Osvaldo Coggiola, Luiz Bernardo Pericás e Bernardo Ricupero.
De 24 de setembro a 3 de outubro, o VI Salão do Livro Político, evento online, contará com a tradicional feira do livro somada a uma programação política e cultural diversa, incluindo debates, cursos e atividades artísticas.⠀
☛ Em breve, mais informações no salaodolivropolitico.com.br!
Texto de Roseli Caldart.
Para ler e baixar o texto "Pedagogia do Movimento: processo histórico e chave metodológica", de Roseli Salete Caldart, clique no link abaixo:
https://mst.org.br/download/pedagogia-do-movimento-processo-historico-e-chave-metodologica/
Assista também a live de Roseli Caldart, realizada nesta terça-feira, dia 31/08/2021, como atividade 8ª Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária (8ª JURA), promovida pela Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (FEBF/UERJ) e pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio | EPSJV/Fiocruz), cuja exposição tem por base o referido texto.
Download do livro "Pedagogia do Movimento Sem Terra: a escola é mais do que escola", de Roseli Caldart (Vozes, 2000):
https://ufrb.edu.br/educacaodocampocfp/images/livro-pedagogia-da-terra-mst.pdf
ANITA PRESTES SOBRE O SISTEMA POLÍTICO EM CUBA
No dia 23 de Agosto, às 20h, a Associação Cultural José Martí / RS estará recebendo a Historiadora Anita Prestes que nos falará como funciona a democracia cubana. Anita Leocadia Prestes comentará o sistema político de Cuba e o seu caráter popular e democrático, permanentemente distorcido e falsificado pela mídia a serviço dos interesses do grande capital internacionalizado.
Assista nos canais da Associação Cultural José Martí RS:
Evento promovido pelo Centro Acadêmico André da Rocha, entidade representativa de estudantes de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
No dia 25 de agosto de 1961, iniciou-se a Campanha da Legalidade, movimento de massas em defesa da democracia capitaneado pelo então Governador do Estado do Rio Grande do Sul Leonel Brizola, que buscou assegurar a posse do Presidente João Goulart – egresso de nossa Faculdade de Direito da UFRGS.
60 anos após o histórico acontecimento, o Centro Acadêmico André da Rocha realizará evento na efeméride da Campanha, buscando aproximar diferentes perspectivas sobre o que foi um dos maiores momentos da política nacional e gaúcha no século XX.
O evento, transmitido pelo canal do YouTube do CAAR, será composto por três momentos:
- uma abertura, proferida pelo Prof. Juremir Machado, com o título “A legalidade e o golpe parlamentarista” (24/08/2021, 11h); Link: https://www.youtube.com/watch?v=LaqHx4esM2Q.
- uma palestra, proferida pela Prof.ª Anita Leocádia Prestes (UFRJ) e pelo Prof. Henrique Carlos de Castro (UFRGS), com o título “A Campanha da Legalidade (1961) e o Golpe de 1964” (25/08/2021, 11h); Link: https://www.youtube.com/watch?v=nyIOBME4SLg.
- e um encerramento, proferido pelo jornalista Flávio Tavares, com o título “O último movimento de massas do Século XX – depoimento direto de um participante” (26/08/2021, 11h). Link: https://www.youtube.com/watch?v=TL2cMNIt0kU.
Haverá emissão de certificados para os assistentes.
FONTE: Fanpage do CAAR