Mostrando postagens com marcador marxismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador marxismo. Mostrar todas as postagens

sábado, 27 de abril de 2024

Ediciones Luxemburg (Argentina): Livros para download gratuito / Libros para descargar gratis

Ediciones Luxemburg es una editorial argentina creada en 2004, especializada en libros de política y ciencias sociales, contando también en nuestro catálogo con libros de literatura, poesía, cine y teatro.


Libros para descargar gratis:


A 200 años de la Doctrina Monroe. Perspectivas emancipadoras en Nuestramérica

Marcelo F. Rodríguez (compilador)

Buenos Aires, diciembre 2023

Coedición con UNDAV Ediciones

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/a-200-anos-de-la-doctrina-monroe-perspectivas-emancipadoras-en-nuestramerica/




Segundo Turno. El resurgimiento del ciclo progresista en América Latina

Atilio Boron – Paula Klachko

Buenos Aires, agosto 2023

Ediciones Luxemburg / Ediciones UNDAV

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/segundo-turno-el-resurgimiento-del-ciclo-progresista-en-america-latina/



Neoliberalismo [capitalismo] catastrófico: imágenes de la última ola neoliberal y las alternativas en Nuestra América

José Seoane (compilador)

Buenos Aires, agosto 2023

Coedición con el Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe (IEALC) de la Facultad de Ciencias Sociales.

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/neoliberalismo-catastrofico/




Socialismo con particularidades chinas en la Nueva Era. Xi Jinping y la construcción del sueño chino

Marcelo F. Rodríguez

Buenos Aires, mayo de 2023

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/socialismo-con-particularidades-chinas/




América Latina en la geopolítica del imperialismo

Atilio A. Boron

Buenos Aires, noviembre de 2012

Premio Libertador al Pensamiento Crítico 2012

4° Edición corregida y aumentada, noviembre de 2014

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/america-latina-en-la-geopolitica-del-imperialismo-edicion-corregida-y-aumentada/




¡Adelante Camaradas! 100 años del Partido Comunista de la Argentina (1918-1935)

Alexia Massholder y Mercedes F. López Cantera (comps)

Buenos Aires, noviembre 2017

Coedición con CEFMA y Cuadernos Marxistas

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/adelante-camaradas-100-anos-del-partido-comunista-de-la-argentina-1918-1935/




Hilvanando historias: mujeres y política en el pasado reciente latinoamericano

Andrea Andújar, Débora D’Antonio, Karin Grammático, María Laura Rosa (compiladoras)

Buenos Aires, diciembre de 2010

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/hilvanando-historias-mujeres-y-politica-en-el-pasado-reciente-latinoamericano/




Las [Re] configuraciones neoliberales de la cuestión ambiental

José Seoane

Prólogo de Susana Murillo

Buenos Aires, junio de 2017

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/las-re-configuraciones-neoliberales-de-la-cuestion-ambiental/




Antipolíticas. Neoliberalismo, realismo de izquierda y autonomismo en América latina

Silvina María Romano e Ibán Diaz Parra

Buenos Aires, diciembre de 2018

Coedición con IEALC

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/antipoliticas-neoliberalismo-realismo-de-izquierda-y-autonomismo-en-america-latina/




Las editoriales rojas: de La Internacional a Cartago

Una aproximación a la historia de la política editorial del Partido Comunista de la Argentina, 1918-1983

López, Horacio A.

Buenos Aires, enero 2018

Coedición con CEFMA y Cuadernos Marxistas

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/las-editoriales-rojas-de-la-internacional-a-cartago/




Aníbal Ponce. Humanismo y revolución

Alexia Massholder (compiladora)

Buenos Aires, octubre 2018

Coedición con IEALC y CEFMA

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/anibal-ponce-humanismo-y-revolucion/




El Partido Comunista y sus intelectuales. Pensamiento y acción de Héctor P. Agosti

Alexia Massholder

Buenos Aires, mayo de 2014

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/el-partido-comunista-y-sus-intelectuales-pensamiento-y-accion-de-hector-p-agosti/




Algunas reflexiones para comenzar a pensar una investigación sobre neoliberalismo en clave arqueológica

Susana Murillo y Alejandra Pisani

Buenos Aires, agosto 2020

Coedición con el Instituto de Investigaciones Gino Germani FCS-UBA

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/algunas-reflexiones-para-comenzar-a-pensar-una-investigacion-sobre-neoliberalismo-en-clave-arqueologica/




Movimientos sociales e internacionalismo en Nuestra América

José Seoane, Emilio Taddei, Clara Algranati

Buenos Aires, marzo 2019

Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/libro-2-prueba/


domingo, 21 de janeiro de 2024

Camarada Lênin, presente!!! Nos 100 anos de sua morte, a necessidade de conhecer e entender o legado de um dos maiores comunistas revolucionários da história

"O proletariado tem como única arma na luta pelo poder, a organização"

Vladímir Ilitch Lênin (22/4/1870 – 21/1/1924)


Escultura no Parque Lenin, em Havana, Cuba.

Como disse o historiador Valerio Arcary, "cem anos depois da morte de Lênin, nunca foi tão sentida a falta de leninistas" e adverte que passado todo esse tempo "não são muitos aqueles na esquerda que ainda hoje se definem como leninistas", sendo que o fato de Lênin não ser popular, "justiça seja feita, essa realidade nos diz mais sobre a maioria da esquerda contemporânea do que sobre Lênin" (em "Um leninismo para o século XXI", publicado em 19/01/2024 no Esquerda Online). 

Para se ter uma perspectiva efetivamente revolucionária, é incontornável e imprescindível conhecer e entender o legado de um dos maiores comunistas revolucionários da história, Vladímir Ilitch Uliánov "Lênin", que neste 21 de janeiro de 2024 completa-se 100 anos de sua morte. Todo seu legado está vinculado às dimensões políticas práticas de "mudar o mundo", unindo teoria e prática. Trata-se de um marxismo revolucionário aberto, não dogmático, porque é crítico sem ser doutrinário. Como afirma o historiador Tamás Krausz, autor da obra "Reconstruindo Lênin: uma biografia intelectual" (Boitempo, 2017), "sabemos que os revolucionários socialistas – pessoas cujas ações pretenderam lançar as bases de uma alternativa comunal-humanista ao capitalismo – não são tidos em grande estima pela historiografia moderna. O historiador pode ser tomado como o exemplar típico de 'intelectual servil'. Isso nos oferece amplas razões para nos aferrarmos à objetividade, da qual qualquer historiador precisará a fim de evitar seguir as opiniões em voga e também preservar uma abordagem crítica" (p. 12).

Assim, "pesquisas sobre o legado de Lênin foram deixados à margem da literatura acadêmica recente. Porém isso não significa que novos livros e estudos sobre Lênin, sua vida e sua obra não apareçam diariamente" (p. 12). Lênin é, certamente, uma figura incômoda aos donos do poder e ao grande capital, cujos intelectuais orgânicos preservam antigos equívocos e/ou acrescentam preconceitos de nossa época em relação às interpretações sobre Lênin. Trata-se de seguir a lógica da História Oficial de esquecer,   silenciar,   deturpar   e   combater as lideranças, os militantes, os ideais e as lutas dos setores, que não obtiveram êxito em seus propósitos revolucionários e transformadores e, muitas vezes, sofreram duras derrotas. Dessa  forma,  são  consagradas  inúmeras deformações históricas,  inúmeras inverdades  históricas  e  silenciados  numerosos  acontecimentos  da vida e da obra de Lênin que  não  são  do  interesse  dos  setores dominantes que sejam do conhecimento da grande maioria das pessoas e, em particular, das novas gerações. 

Ainda assim, na contramão dos intelectuais  orgânicos comprometidos com a burguesia que cumprem a função de produzir  tal  História  Oficial,  existem novos livros e estudos sobre Lênin, assim como novas edições dos escritos de Lênin. Merecem destaque as publicações das editoras Boitempo e LavraPalavra.

A Boitempo Editorial tem a coleção Arsenal Lênin, que já soma sete obras incontornáveis: o clássico O ESTADO E A REVOLUÇÃO; os preciosos CADERNOS FILOSÓFICOS, reunindo as famosas reflexões e estudos que o marxista russo fez sobre Hegel, às vésperas da Revolução Russa; e a coletânea DEMOCRACIA E LUTA DE CLASSES; O QUE FAZER?, publicado em comemoração aos 150 anos de nascimento de Lênin; IMPERIALISMO, ESTÁGIO SUPERIOR DO CAPITALISMO e DUAS TÁTICAS DA SOCIAL-DEMOCRACIA NA REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA; e, recentemente, O DESENVOLVIMENTO DO CAPITALISMO NA RÚSSIA, uma análise rigorosa da economia e da estrutura social da Rússia no período posterior à reforma de 1861, que aboliu a servidão do campesinato. 



Uma outra indicação de livro da Boitempo é Reconstruindo Lênin: uma biografia intelectual, do historiador húngaro Tamáz Krausz, resultado de quatro décadas de pesquisas.



A editora LavraPalavra apresenta uma série de publicações dos escritos de Lênin, a saber: 

Escritos de Juventude de Lênin – volumes 1 e 2 Edição: 2020 (Atualmente, não mais reeditados pela editora)

A emancipação das mulheres e a revolução proletária – V. I. Lênin Edição: 2021

O centralismo democrático de Lênin: a luta pela organização revolucionária Edição: 2021

Lênin e a religião (coletânea) Edição: 2022

Estratégia e tática da hegemonia proletária, por Lênin Edição: 2023

Quem são os “amigos do povo” e como lutam contra os social-democratas?, por Vladímir Ilitch Lênin Edição: 2023

Um passo à frente, dois passos atrás Edição: 2024

O Pensamento de Lênin – Henri Lefebvre Edição: 2020

Meus dias com Lênin, por Máksim Górki Edição: 2021

Lênin e a filosofia: materialismo, dialética e a crise nas ciências Edição: 2023



Vale destacar um lançamento da editora Autonomia Literária. Trata-se do livro "Lênin anticolonial: as lutas dos povos colonizados contra o imperialismo", edição 2024, autoria de Vladímir Ilitch Ulianov Lênin; organização de Pedro Silva; prefácio de Jones Manoel.



Recomenda-se a leitura do artigo de Anita Prestes no blog da Boitempo, intitulado "V. I. Lênin (22/4/1870 – 21/1/1924), a luta pelo poder revolucionário e as 'esquerdas' no Brasil de hoje"No 152° ano de nascimento de Vladímir Ilitch Lênin, o grande artífice da Revolução de Outubro de 1917 na Rússia, a historiadora Anita Prestes analisa, em artigo no blog da Boitempo, as ideias mestras das transformações revolucionárias elaboradas por Lênin, destacando como estes ainda são ensinamentos valiosos para as forças de “esquerda” no Brasil de hoje.

CLIQUE NO LINK PARA LER O TEXTO DE ANITA PRESTES NO BLOG DA BOITEMPO:

https://blogdaboitempo.com.br/2022/04/22/v-i-lenin-22-4-1870-21-1-1924-a-luta-pelo-poder-revolucionario-e-as-esquerdas-no-brasil-de-hoje/


Dossiê "Vladimir Ilitch Ulianov – Lenin – 150 anos!"

Edição da revista Germinal: Marxismo e Educação em Debate (v. 12, n. 2, 2020).

https://periodicos.ufba.br/index.php/revistagerminal/issue/view/1999


Coleção raríssima: Obras Completas de Lênin (55 volumes), em espanhol

Em 1981, a Editora Progresso (soviética) iniciou a publicação da mais ampla compilação das Obras Completas de Lênin - são 55 volumes, reunindo todos os livros, folhetos, artigos, rascunhos e esboços, cartas escritas por Lênin. A edição é muito bem cuidada, com muitíssimas notas explicativas e biografias de personagens citados. 

LINK para download dos 55 volumes: https://archive.org/details/@gianferdinand?and[]=subject%3A%22obras+completas%22 (clique sobre cada volume e escolha sempre PDF, à direita, abaixo)  scan de boa qualidade.


Dossiê "Vladimir Illitch Lênin: 150 anos" – Marxismo21

A Editoria de Marxismo21 valeu-se do amplo material publicado nos Marxists Internet Archive e levantou textos de intérpretes da obra de Lênin, brasileiros e do exterior, Vídeos de debates e de cursos recentes sobre a obra do revolucionário russo também integram este extenso dossiê.

https://marxismo21.org/vladimir-illitch-lenin/


Lenin em vida (documentário raro)

Todos os filmes com Lenin que restaram no tempo, reunidos em documentário de 1969 por Mikhail Romm: "Живой Ленин" [Zhivoi Lenin] - "Lenin vivo" ou "Lenin em vida". Postos em ordem cronológica e acrescidos de comentários, formam material indispensável ao estudioso do comunismo, da União Soviética e do século XX.

Clique no link: https://www.fishuk.cc/2016/01/lenin-vivo.html


segunda-feira, 3 de julho de 2023

O site da revista Crítica Marxista disponibiliza toda coleção da revista com exceção da última e da penúltima edição.

Revista Crítica Marxista

Uma revista plural no campo do marxismo, fundamentalmente teórica e com um modo de funcionamento democrático.

Crítica Marxista tem interesse em uma ampla gama de temas teóricos, históricos e contemporâneos. Privilegia três tipos de textos: a) textos teóricos que apresentem teses originais e contribuam para o desenvolvimento da teoria marxista, b) textos de análise concreta que, partindo do campo amplo e diversificado da teoria marxista, tomem por objeto de análise e de crítica as transformações e as características da economia, da política e da cultura no capitalismo contemporâneo e c) textos que analisem a situação atual da luta pelo socialismo.

Clique no link abaixo para ter acesso às edições de 1 a 53 da revista:

https://www.ifch.unicamp.br/criticamarxista/numeros.php



sexta-feira, 19 de maio de 2023

Para download: György Lukács – “A Evolução do Racismo: da teoria das raças ao nazifascismo“ (2023) [PDF]

Em distribuição digital gratuita, o site "TraduAgindo – Formação política para a emancipação humana!" lança o livro em PDF “A Evolução do Racismo: da teoria das raças ao nazifascismo“, de György Lukács, com textos originalmente publicados no livro “A Destruição da Razão” publicado pelo Instituto Lukács, em 2020, e prefácio de Aimé Cesáire, intitulado "Introdução ao Discurso contra o Colonialismo".


O livro contem os seguintes textos de György Lukács:

  • Os inícios da teoria das raças no século XVIII
  • Gobineau e a fundação da teoria das raças
  • O darwinismo social
  • H. St. Chamberlain como fundador da teoria moderna das raças
  • A “visão de mundo nacional-socialista” e a teoria das raças

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O LIVRO EM PDF:

https://traduagindo.files.wordpress.com/2023/05/gyorgy_lukacs_a_evolucao_do_racismo.pdf

Segundo Wenderson Ribeiro, na "Apresentação" do livro, as justificativas para se destacar esse texto, em que Lukács aborda o desenvolvimento histórico da teoria das raças, e publicá-lo isoladamente da obra original “A Destruição da Razão” seriam: 

"A primeira justificativa é que ele apresenta uma abordagem original e ainda possui validade analítica ao discutir as mudanças e transformações nas teorias das raças, de acordo com os interesses da burguesia."

"A segunda justificativa está relacionada com a tradição lukacsiana no Brasil. O psicólogo e professor Márcio Farias, em seu brilhante texto “Lukács: apontamentos críticos acerca do racismo“, aborda os limites de alguns seguidores de Lukács no debate sobre a questão racial. [...] Além disso, ele critica outros que ignoram a importância da questão racial para compreender a objetivação do capitalismo brasileiro ou tratam qualquer discussão sobre racismo como “identitária”. Segundo Márcio Farias, esses seguidores lukacsianos estão aquém da abordagem rigorosa sobre raça e racismo feita pelo mestre húngaro."





[CLIQUE AQUI PARA BAIXAR “A DESTRUIÇÃO DA RAZÃO” DE GYÖRGY LUKÁCS]


FONTETraduAgindo – Formação política para a emancipação humana!

domingo, 7 de maio de 2023

Para download: "Diccionario histórico-crítico del Marxismo : conceptos de estética y cultura" (Buenos Aires, 2023)

Diccionario histórico-crítico del Marxismo : conceptos de estética y cultura

Wolfgang Fritz Haug, Frigga Haug, Peter Jehle, Wolfgang Küttler (editores) 

Edición en castellano al cuidado de Mariela Ferrari, Victor Strazzeri y Miguel Vedda




[...] Las entradas del Diccionario Histórico-Crítico del Marxismo que integran esta selección ponen de manifiesto la riqueza de estos controvertidos debates, ya sean los internos a la tradición marxista y revolucionaria, o los surgidos entre sus representantes y otrxs pensadorxs dedicadxs a los fenómenos estéticos y culturales.

Sin embargo, no es raro dar aún con personas que consideran que el ámbito de la literatura y el arte, e incluso el íntegro campo de la cultura, son espacios externos al marxismo o provincias menores, a los que solo habría que conceder un capítulo suplementario o una representación menor frente a las grandes secciones de la economía o la política; como si no hubieran existido las reflexiones estéticas de Lukács y Bloch, de Benjamin y Adorno, de Brecht y Kracauer, de Gramsci y Pasolini, de Sartre y Goldmann, de de Beauvoir y Moers, de Williams y Jameson, por mencionar solo algunos pocos nombres relevantes. [...]

Redactadas y publicadas en el lapso de varias décadas, las diferentes entradas llevan las marcas del momento en el que fueron escritas; justamente, uno de los principios rectores del Diccionario es mostrar esas marcas sin tratar de desdibujarlas como si fuera posible abordar el problema al margen de las coordenadas históricas específicas, desde una (imposible) posición externa y trascendental. El propio carácter autorreflexivo del pensamiento dialéctico de Marx debería funcionar, en sí, como una instigación a evitar cualquier pretensión de trascendencia. 

(Extracto de Presentación, por Mariela Ferrari, Victor Strazzeri y Miguel Vedda)


Disponible en pdf en: 

http://publicaciones.filo.uba.ar/sites/publicaciones.filo.uba.ar/files/Inkrit%20Berlin_interactivo.pdf

Diccionario histórico-crítico del Marxismo : conceptos de estética y cultura / Thomas Metscher ... [et al.]; Editado por Frigga Haug ; Wolfgang Fritz Haug ; Peter Jehle. - 1a ed - Ciudad Autónoma de Buenos Aires: Editorial de la Facultad de Filosofía y Letras Universidad de Buenos Aires, 2023.

sexta-feira, 7 de abril de 2023

O marxismo de Luiz Carlos Prestes

Verbete "O marxismo de Luiz Carlos Prestes", escrito pela historiadora Anita Prestes, com edição de texto de Yuri Martins-Fontes e Solange Struwka, este artigo foi originalmente publicado, no dia 22 de março de 2023, no portal do Núcleo Práxis-USP, sendo um dos verbetes que compõe o Dicionário Marxismo na América, obra coletiva coordenada por esta organização.

O marxismo de Luiz Carlos Prestes

Por Anita Leocadia Prestes*

Líder revolucionário e dirigente do Partido Comunista Brasileiro, participou de eventos históricos que marcaram o país (Tenentismo, Aliança Nacional Libertadora), legando importantes contribuições para a compreensão da Revolução Brasileira

♦ Leia o verbete publicado no portal do Núcleo Práxis-USP: https://nucleopraxisusp.org/2023/03/22/o-sobre-marxismo-de-luiz-carlos-prestes/

♦ Baixe o texto (PDF): https://nucleopraxisusp.files.wordpress.com/2023/04/6-1o-prestes-lc-anita-prestes-1.pdf

Sobre o Dicionário Marxismo na Américahttps://nucleopraxisusp.org/dicionario-marxismo-na-america/



domingo, 2 de abril de 2023

Live "El Caballero de la Esperanza, Vida de Luís Carlos Prestes”, un libro de Jorge Amado

El Teoría, Programa de Ideología del PCM [Partido Comunista de México ☭], presentará, el 5 de abril de 2023, miércules, un live con Anita Prestes e Ivan Pinheiro hablando sobre el libro "El Caballero de la Esperanza, Vida de Luís Carlos Prestes”, a cargo del escritor brasileño Jorge Amado (1912-2001), que es reeditado por el editorial Fondo de Cultura Económica.

Transmisión en vivo en YouTube por el canal del Partido Comunista: 

https://www.youtube.com/watch?v=s6FRAxhk4h4


En “El Caballero de la Esperanza, Vida de Luís Carlos Prestes”, el autor de “Doña Flor y sus dos maridos” sigue el recorrido del político comunista encarcelado por Getúlio Vargas. A su mujer, alemana, ese gobierno brasileño la devolvió a los nazis, que la mataron en la cámara de gas.



Los interesados en la historia de Brasil que conozcan el papel destacado de Luís Carlos Prestes en las luchas populares del siglo xx encontrarán en El Caballero de la Esperanza. Vida de Luís Carlos Prestes una obra indispensable. Situado entre el relato político y la biografía novelada, este libro presenta diversos hechos del periodo de 1856 a 1941, sin embargo, el principal evento que sirve de telón de fondo es la legendaria Columna Prestes: una marcha de veinticinco mil kilómetros, realizada por más de mil hombres, entre 1925 y 1927, que cruzó varios estados brasileños para denunciar la explotación de los más pobres, exigir el voto secreto, la obligatoriedad y la gratuidad de la enseñanza y la nacionalización de las industrias fundamentales. Esta obra es un homenaje a Prestes, un brasileño notable, figura convertida en leyenda y símbolo, en Brasil y más allá de sus fronteras.


Editorial: Fondo de Cultura Económica

Colección: Colección popular

Formato: Rustica, 21 x 14 cm

Páginas: 384

Primera edición: 2022

Temas: Biografías / Testimonios

Fondo de Cultura Económica: https://fce.com.ar/tienda/biografia/el-caballero-de-la-esperanza/


segunda-feira, 14 de novembro de 2022

ENTREVISTA DE ANITA PRESTES A ISKRA - ASSOCIAÇÃO DE ESTUDOS MARXISTAS-LENINISTAS DE PORTUGAL

 A seguir, vai o link para a entrevista da historiadora Anita Prestes, realizada no último dia 11 de novembro de 2022 e promovida pela Iskra (Associação de Estudos Marxistas-leninistas), em que ela fala sobre a Coluna Prestes,  a Insurreição antifascista de 1935, o PCB na Constituinte de 1946 e no golpe de 1964, as razões do rompimento de Prestes com o Comitê Central do PCB em 1980 e ainda sobre os desdobramentos das recentes eleições no Brasil.




sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Sobre "O CAPITAL PARA EDUCADORES OU APRENDER E ENSINAR COM GOSTO A TEORIA CIENTÍFICA DO VALOR"

Livro de Vitor Henrique Paro, lançamento 2022 da Editora Expressão Popular.

Segundo o "Manual de instruções" no início da obra, afirma-se que "este não foi escrito apenas para ser lido, mas para ser estudado e permanentemente consultado e manuseado, no processo de leitura e compreensão da teoria científi ca do valor, cuja obra magna é O capital, de Karl Marx". O livro se destina não somente "para educadores profissionais, mas para todos aqueles que queiram ter acesso a uma porta que leva ao conhecimento da realidade social de nosso tempo". Sobre o título da obra, o "Manual de instruções" informa: "É verdade que seu títuloprocura destacar educadores, pela importância sem limites do papel destes na formação dos mais jovens, ao propiciar a apropriação de conteúdos científi cos e de valores humanitários. Mas o título decorre também do fato de O capital ser uma obra autenticamente pedagógica". Prossegue esclarecendo: 

A educação, objeto da Pedagogia, é a apropriação da cultura, ou seja, de tudo aquilo que é produzido a partir da vontade e ação do homem. Educação é, assim, autêntica atualização histórico-cultural do indivíduo, objetivando sua formação humano-histórica. Por isso, uma obra como O capital, que leva a compreender e conscientizar os leitores acerca da realidade econômica, pode e deve ter realçado seu caráter pedagógico. A leitura deste livro é, pois, para todos aqueles que queiram atualizar seu caráter humano-histórico, tornando mais fácil a apropriação de uma das obras mais importantes da humanidade.

Para ler o "Manual de instruções" na íntegra, que faz a abertura do livro O capital para educadores ou aprender e ensinar com gosto a teoria científica do valor, clique AQUI.

Para adquirir o livro, visite o site da Expressão Popular.



Paro, Vitor Henrique. O capital para educadores ou aprender e ensinar com gosto a teoria científica do valor. 1. ed.-- São Paulo: Expressão Popular, 2022.


quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Imperialismo, relações étnico-raciais e lutas anticoloniais

Dossiê da nova edição da revista Germinal: marxismo e educação em debate (volume 14, número 2, de agosto de 2022)


Link da nova edição: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistagerminal/issue/view/2315

A revista Germinal,neste número, expõeum conjunto de reflexões que analisa o combate ao racismo pelo viés da construção permanente e intransigente da revolução socialista. Convictos de que o caminho  até  a  revolução  brasileira  é  germinado  pela  filosofia  da  práxis –questionada quanto  às  suas possibilidades  de  contribuição  ao  aniquilamento  das  opressões,  especialmente  pela  ação  burguesa penetrada  nas  lutas  sociais,  via  ação  ultraliberal  e  conservadora  no  Estado  brasileiro,  empenhado  no anticomunismo  e  na  fragilização  das  lutas  pelo  pacote  de  contrarreformas,  hasteando  a  bandeira  do empreendedorismo –,apresentamos  um  material  de  pesquisa  que  reafirma  a  atualidade  da  categoria classe  social  paraa  interpretação  das  opressões  étnico-raciais,  especialmente  quando  partimos  da premissa de que raça e gênero informam a classe sobre quem ela é, e como se movimenta. Isto nos faz afirmar  não  ser  possível  ler  a  classe  trabalhadora  sem  o  debate  étnico-racial,  o  colocando  na centralidade da luta de classes. (Primeiro Parágrafo do Editorial do volume 14, número 2, de agosto de 2022)



sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Para download: "La agonía de Mariátegui", libro de Alberto Flores Galindo

Hace cuarenta años, en noviembre de 1980, apareció la primera edición de La agonía de Mariátegui. Su publicación tuvo un impacto notable en los estudios de este valioso pensador peruano y en los debates al interior de la izquierda de su país, del mismo modo que las diferentes ediciones posteriores evidencian su continua influencia. Dentro del amplísimo campo de los estudios mariateguistas, esta obra ocupa un lugar destacado por la combinación de rigor histórico y talento narrativo desplegado por Flores Galindo, y su esfuerzo por demoler las visiones dogmáticas y ahistóricas sobre Mariátegui. Se trata de un libro significativo sobre un personaje esencial en la historia del pensamiento marxista latinoamericano.                                                                   

LINK PARA DOWNLOAD (Edición 1980): 

https://www.marxists.org/espanol/floresgalindo/1980/desco00006.pdf




Edición conmemorativa (2021)

La Casa de las Américas y la Pontificia Universidad Católica del Perú, mediante sus respectivos fondos editoriales, han querido publicar una edición conmemorativa, revisada y enriquecida con materiales críticos seleccionados por el historiador Carlos Aguirre, que permitirá una mejor valoración de su aporte y vigencia.

Fondo Editorial PUCP: https://www.fondoeditorial.pucp.edu.pe/categorias/1185-la-agonia-de-mariategui-.html



Lea sobre la edición conmemorativa (2021) del libro La agonía de Mariátegui:

ALBERTO FLORES GALINDO: 40 AÑOS DESPUÉS SE REEDITA LA AGONÍA DE MARIÁTEGUI

La PUCP y la Casa de las Américas, por medio de sus respectivos fondos editoriales, se unen para publicar una edición conmemorativa, revisada y enriquecida del clásico de nuestro recordado profesor universitario e historiador. La publicación ofrece una visión original y poco ortodoxa del pensador peruano José Carlos Mariátegui.

Texto: Oscar García Meza

25.04.2021

En noviembre de 1980, el historiador Alberto Flores Galindo publicó La agonía de Mariátegui. El libro del entrañable egresado y profesor de nuestra Universidad destacó por mostrar, mediante el rigor histórico y el talento narrativo, una visión original y poco ortodoxa del pensador marxista peruano José Carlos Mariátegui.

La obra, que posteriormente también fue lanzada en otras ciudades como Madrid y Caracas, se convirtió en un clásico indispensable para entender a Mariátegui. Cuarenta años después de que viera la luz, el Fondo Editorial PUCP y el Fondo Editorial Casa de las Américas se unen para publicar una edición conmemorativa.

Es un libro muy citado en la historiografía sobre el pensamiento de izquierda en América Latina. Considero que mantiene intacta su frescura y va a resultar, sobre todo para los más jóvenes, un texto iluminador e inspirador.

DR. CARLOS AGUIRRE, EDITOR DEL LIBRO


Esta nueva versión se encuentra editada y revisada por el Dr. Carlos Aguirre, egresado de nuestra Maestría en Historia y actual docente de University of Oregon, e incluye una selección de reseñas y comentarios sobre la publicación realizada entre 1980 y 1982. “Es un libro muy citado en la historiografía sobre el pensamiento de izquierda en América Latina. Considero que mantiene intacta su frescura y va a resultar, sobre todo para los más jóvenes, un texto iluminador e inspirador. Agradezco el esfuerzo de ambas instituciones por sacar adelante esta edición”, menciona Aguirre.

Impacto inicial

En el momento en que esta obra fue publicada ocasionó controversia, especialmente en sectores de la izquierda nacional que tenían al autor de 7 ensayos de interpretación de la realidad peruana como una figura totémica. “Generó polémica porque Flores Galindo analizó a Mariátegui con gran rigor histórico y situándolo en su contexto. Lo mostró como un pensador heterodoxo, original, crítico y con sentido cultural, alejándose de las visiones rígidas y dogmáticas que imperaban en ese momento“, explica la historiadora y docente PUCP Dra. Claudia Rosas.

Aguirre señala que aquella primera edición provocó acalorados debates. “No es muy frecuente que un libro de historia en el Perú genere discusiones. En este caso, se debió por el personaje que trataba y, también, porque dialogaba con una serie de posturas intelectuales y políticas de izquierda que estaban, en ese momento, en el centro de atención”, señala.

"(El libro) generó polémica porque Flores Galindo analizó a Mariátegui con gran rigor histórico y situándolo en su contexto. Lo mostró como un pensador heterodoxo, original, crítico y con sentido cultural, alejándose de las visiones rígidas y dogmáticas que imperaban en ese momento", explica la historiadora Dra. Claudia Rosas

La vigencia de un clásico

Poco más de cuarenta años después de ser publicado, el libro de Flores Galindo sigue siendo de gran valor tanto por la información que brinda acerca de Mariátegui como por el modo que está escrito. De esta forma, el autor utiliza una narración no lineal. “Flores Galindo es un historiador cuyo estilo es tan ágil y ameno que es como si nos estuviera narrando una novela”, manifiesta la Dra. Fanni Muñoz, docente del Departamento de Ciencias Sociales.

La vigencia de La agonía de Mariátegui pasa también por mostrarnos la importancia de contextualizar. “En la época actual en la que hay, al mismo tiempo, información excesiva y de mala calidad hace falta utilizar herramientas críticas, ir más allá de la simplificación, y buscar comprender a los actores sociales, las ideas y movimientos políticos en sus coordenadas históricas”, señala Aguirre.

Asimismo, el libro nos muestra cómo se hace una investigación profunda y rigurosa, pues Flores Galindo no solo leyó los libros y textos del pensador peruano sino que también se zambulló en su correspondencia y entrevistó a su entorno. El historiador y profesor de la Universidad Nacional de Quilmes Dr. Martín Bergel enfatiza: “Estamos ante uno de los grandes libros sobre Mariátegui. No solo debido a que el autor realizó una inmersión muy profunda en sus documentos, sino también porque contiene una serie de textos muy significativos para ser revisitados hoy en día”.


FUENTE: https://puntoedu.pucp.edu.pe/investigacion-y-publicaciones/publicaciones/alberto-flores-galindo-se-reedita-la-agonia-de-mariategui/



quinta-feira, 14 de julho de 2022

Para download: La brújula y el mapa. Cultura, crítica y ciencias sociales en la Revolución Cubana


Este libro recorre momentos altamente significativos de los infinitos debates cubanos, de la mano del diálogo con algunas figuras emblemáticas de un proceso revolucionario que marcó a fuego a todo el continente. Figuras que jamás fueron “dóciles”, sumisas, obedientes sino más bien todo lo contrario. Armando Hart Dávalos, Alfredo Guevara, Roberto Fernández Retamar, Fernando Martínez Heredia, Pablo Pacheco López, Celia Hart Santamaría… militantes e intelectuales de raíz antidogmática; marxistas, comunistas y rebeldes al mismo tiempo. Precisamente porque fueron marxistas se comportaron como iconoclastas, renovadoras y rebeldes.

“Recordar es una buena forma de conocer”, decía un sabio filósofo de la antigüedad europea. Los viejos amautas comunitarios de Nuestra América transmitían los saberes de generación en generación. ¿Qué mejor que apelar a lo más rebelde, antidogmático y renovador que produjo la Revolución Cubana? Este libro, sus materiales y sus diálogos, tienen ese humilde objetivo. Traer a la palestra los debates cubanos que difícilmente circulen por instagram, twitter, facebook o tik tok.

Néstor Kohan. La brújula y el mapa. Cultura, crítica y ciencias sociales en la Revolución Cubana. Ocean Press y Ocean Sur, 2022.


Para descargar GRATIShttp://cipec.nuevaradio.org/b2-img/LabrujulayelmapaNestorKohan.pdf


FUENTE: http://cipec.nuevaradio.org/



domingo, 3 de julho de 2022

Anita Leocadia Prestes: professora, historiadora, militante (entrevista / 2021-2022)

Entrevista da professora, historiadora e militante comunista Anita Leocadia Prestes, sistematizada, paulatinamente, entre dezembro de 2021 e março de 2022, concedida a Yuri Martins Fontes e publicada na Revista Expedições: Teoria da História e Historiografia, 14: 104-119 Fev.-Jul. 2022, no Dossiê Temático: “100 anos do Partido Comunista Brasileiro (PCB)".

Nesta entrevista, Anita Prestes expõe com a franqueza que lhe é característica suas impressões acerca da realidade histórica brasileira e internacional; trata da trajetória do PCB, do comunismo, e das dificuldades da conjuntura política do país e do mundo; conta-nos ainda algo de sua própria história e da de seus pais, e expõe sua visão sobre a importância da educação, engajamento e compreensão do marxismo para a efetividade das lutas sociais.

Confira a entrevista, clicando no link:

https://www.revista.ueg.br/index.php/revista_geth/article/view/13222





sexta-feira, 1 de julho de 2022

Para download: «Teorías del imperialismo y la dependencia desde el sur global» Néstor Kohan (compilador y organizador)

¿El neoliberalismo y la economía neoclásica son “el horizonte insuperable de nuestra época”? ¡No hay otra alternativa!, se resignan hasta los keynesianos. Para demostrar que ese es un callejón sin salida, ya tenemos la novedad editorial «Teorías del imperialismo y la dependencia desde el sur global» (18 autor@s, casi 400 páginas).

Teorías del imperialismo y la dependencia desde el sur global / Néstor Kohan ... [et al.]; compilación de Néstor Kohan. - 1a ed volumen combinado. - Ciudad Autónoma de Buenos Aires : Amauta Insurgente; Ituzaingó : Cienflores ; Ciudad Autónoma de Buenos Aires : Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe-IEALC, 2022.

Libro en Formato PDF:

http://iealc.sociales.uba.ar/wp-content/uploads/sites/57/2022/06/Teorias-del-Imperialismo-y-de-la-Dependencia.pdf


¿Aplaudir o cuestionar a los poderosos? El corazón de las ciencias sociales late al ritmo de ese enigma todavía irresuelto.


Las corrientes que se dedican a legitimar las injusticias “normales”, aceptan sólo una agenda de problemas, un repertorio limitado de categorías y una lista estricta de fuentes confiables. Con arrogancia, pretenden monopolizar el “pensamiento contemporáneo”. Quienes no acepten trabajar para las grandes fundaciones y ONGs que inundan con dineros sucios nuestro campo cultural y político, quedan automáticamente fuera de “lo contemporáneo”. La cooptación parece ineluctable. El mundo del trabajo y sus organizaciones deben agachar la cabeza.


¿Será cierto?


Para responder esa pregunta, este libro recupera, reconstruye y actualiza dos tradiciones estrechamente vinculadas, muy útiles a la hora de comprender el mundo actual. Se trata de las teorías marxistas del imperialismo y la dependencia.


La obra se ubica a contracorriente de los saberes convencionales. Aquellos que se pierden en los laberintos de un imaginario “capitalismo bueno”, presuntamente enfrentado a un “capitalismo malo”. Callejón sin salida, decorado por las metafísicas “post” y la promocionada impostura de la “deconstrucción”. Legitimaciones elegantes del capitalismo verde, el capitalismo violeta e incluso el capitalismo “con rostro humano”. Una manera suave y con estilo de rendirse ante el neoliberalismo y la dependencia sin pagar costos políticos ni asumir polémicas incómodas.


Este volumen colectivo (que reune las contribuciones de 18 autor@s) tiene una meta sencilla: nutrir con insumos al campo popular. Apostamos a las nuevas generaciones para retomar las tareas pendientes, en una época signada por la contrainsurgencia global, el colapso ecológico, el resurgir de las derechas extremas y la crisis del imperialismo como sistema mundial.


Néstor Kohan (compilador y organizador)