Aqui Obras completas en 55 tomos. Procesados y mejorados.
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Um espectro ronda o mundo...
Ditadura militar de 1964 e tentativa de golpe bolsonarista em 2023: padrões se repetem com o uso das Forças Armadas, fake news e apoio empresarial. Mas, desta vez, a resistência democrática venceu!
Nesta quina-feira (26/06/2025), às 17h, o jornalista Paulo Cannabrava Filho conversou sobre memória, resistência e o futuro da democracia com a historiadora Anita Prestes, filha de Olga Benario Prestes e Luiz Carlos Prestes, na TV Diálogos do Sul Global.
Assista à live clicando no link abaixo:
https://www.youtube.com/live/yrwJXqdT7vw
Nesta terça-feira, 10/6/2025, o Blog da Boitempo publica o texto da historiadora Anita Prestes, em que, passado um século desde o início da "invicta" Coluna Prestes, escreve sobre as investidas anticomunistas e pós-modernas sobre a memória do movimento tenentista e seu episódio culminante: a Marcha empreendida a partir de 1924 pelo país.
"O centenário da Coluna Prestes constitui uma oportunidade especial para o resgate dessa página heroica da nossa História, o que certamente será inspirador para os jovens latino-americanos de hoje em luta contra a dominação imperialista de nossos povos, por justiça social e democracia para as grandes massas populares e, em última instância pelo socialismo — a única solução verdadeira e radical para os graves problemas em que vive o continente latino-americano."
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| Foto: Wikimedia Commons. |
No 17º episódio, Subsolo recebe a historiadora Anita Prestes.
Filha de Luiz Carlos Prestes e Olga Benário Prestes, nascida em 27/11/1936 em uma prisão feminina em Berlim, da Alemanha nazista, separada da mãe aos 14 meses, perseguida pela ditadura, exilada e criada sob o legado da resistência, Anita é uma memória viva da história brasileira.
Historiadora, doutora em três áreas, é autora de obras essenciais como "A Coluna Prestes", "Luiz Carlos Prestes: um comunista brasileiro", "Olga Benário Prestes: uma comunista nos arquivos da Gestapo" e "Viver é tomar partido", todas publicadas pela Boitempo Editorial.
Nesta emocionante entrevista, Anita conta a história de sua família, aborda a epopeia da Coluna Prestes e fala sobre os desafios do mundo atual e o futuro do socialismo.
Produção
Livraria Leonardo da Vinci
Desenredo Produções
MD Press
Como o movimento político-militar brasileiro da Coluna Prestes nunca foi derrotado?
A história da Coluna Prestes "é manipulada, deturpada ou simplesmente silenciada, assim como outros episódios e outros momentos da vida de Prestes e do Partido Comunista em geral", diz Anita Leocádia Benário Prestes, historiadora brasileira e filha de Luiz Carlos Prestes e Olga Benário. Neste episódio de "Entrevista" da RT, falamos sobre os marcos da luta popular e do comunismo no Brasil, descobrindo mais sobre uma história familiar marcada pela tragédia, pela perseguição e pela solidariedade.
Vídeo da entrevista em português no link abaixo:
https://rtbrasil.com/videos/8273-movimento-politico-militar-coluna-prestes/
¿Cómo logró el movimiento político-militar brasileño de la Columna Prestes no ser nunca derrotado?
La historia de la Columna Prestes "es manipulada, tergiversada o simplemente silenciada, como otros episodios y otros momentos de la vida de Prestes y del Partido Comunista en general", afirma Anita Leocadia Benario Prestes, historiadora brasileña e hija de dos importantes militantes comunistas (Luiz Carlos Prestes y Olga Benario Prestes). En esta 'Entrevista', de RT, hablamos de los hitos de la lucha popular y el comunismo en Brasil, y descubrimos una historia familiar marcada por la tragedia, la persecución y la solidaridad.
Vídeo de la entrevista en español en el siguiente enlace:
https://actualidad.rt.com/programas/entrevista/534391-logro-movimiento-politico-militar-brasileno
https://www.youtube.com/watch?v=5y45jHdmZFs
FONTE: Memória Audiovisual Brasileira - MAB
O Blog da Boitempo publicou texto de Geraldo Barbosa sobre "A Coluna Prestes", premiada obra de Anita Leocadia Prestes que ganha nova edição revisada pela Boitempo, por ocasião do centenário da Coluna Prestes (1924-2024). LEIA O TEXTO COMPLETO CLICANDO NO LINK ABAIXO:
https://blogdaboitempo.com.br/2024/08/23/o-centenario-da-coluna-prestes/
Neste programa especial do canal Opera Mundi, o jornalista Breno Altman entrevista a historiadora Anita Prestes, filha de Luiz Carlos Prestes e Olga Benario Prestes, trazendo à tona histórias, reflexões e o legado de um dos mais significativos capítulos da luta pela liberdade e justiça social no Brasil.
Não perca essa oportunidade de entender a importância da Coluna Prestes e seu legado para as futuras gerações.
Em comemoração aos cem anos da Coluna Prestes (que durou de 1924 a 1927), a Boitempo relança a obra de Anita Leocadia Prestes sobre o assunto. Fruto da tese de doutorado da autora defendida em 1989 na Universidade Federal Fluminense (UFF), o livro é a mais completa obra de pesquisa e reconstrução sintética sobre a Coluna, apoiada em sólida formação teórica e aparato documental em grande parte inédito à época de sua primeira edição.
O livro pode ser adquirido nas principais livrarias, no site da editora Boitempo e na Amazon.
O Blog da Boitempo publica texto de Geraldo Barbosa sobre "A Coluna Prestes", premiada obra de Anita Leocadia Prestes que ganha nova edição revisada pela Boitempo. LEIA O TEXTO COMPLETO CLICANDO NO LINK ABAIXO:
https://blogdaboitempo.com.br/2024/08/23/o-centenario-da-coluna-prestes/
[O livro encontra-se em pré-venda no site da editora e na Amazon, estando disponível a partir de 16 de setembro de 2024.]
Em comemoração aos cem anos da Coluna Prestes (que durou de 1924 a 1927), a Boitempo relança a obra de Anita Leocadia Prestes sobre o assunto. Fruto da tese de doutorado da autora defendida em 1989 na Universidade Federal Fluminense (UFF), o livro é a mais completa obra de pesquisa e reconstrução sintética sobre a Coluna, apoiada em sólida formação teórica e aparato documental em grande parte inédito à época de sua primeira edição.
Dividida em três partes, a obra começa com um panorama da sociedade na época, ainda com resquícios do sistema escravocrata e caminhando para um maior desenvolvimento capitalista, em meio a uma crise econômica, política e social. A segunda parte aborda a marcha da Coluna, numa narrativa enriquecida por diversos depoimentos, entre os quais o de Luiz Carlos Prestes, pai da autora. Nela, Anita Prestes busca responder à questão central de como uma força armada com parco aparelhamento bélico e dotado de poucos recursos nunca foi derrotada. Já na parte final, é tratado o relacionamento da Coluna com as populações urbanas e rurais e as forças políticas da época.
“Anita conseguiu enveredar pelo difícil caminho da fonte oral – o herói invencível a relatar sua própria história – e saiu-se com rara felicidade dessa empreitada, demonstrando notável isenção como observadora do seu fato histórico e superando a ligação afetiva com aquele que era, ao mesmo tempo, o principal ator e a fonte fundamental de seu relato. Eis o primeiro e não menos importante mérito do trabalho, isto é, não cair na armadilha de seu próprio método”, escreve Maria Yedda Leite Linhares no prefácio.
Trecho do livro
"Baseado na experiência do 1º BF, Prestes tentava transformar a tropa que se encontrava sob o seu comando num exército, no qual vigorasse a disciplina militar e, ao mesmo tempo, pudesse desenvolver se a iniciativa dos soldados. Sem uma disciplina rigorosa e um comando único e centralizado, as forças revolucionárias seriam desbaratadas. Mas, sem a participação ativa de cada soldado, sem a compreensão, de parte de cada um deles, de que estavam lutando pela libertação do Brasil do governo despótico de Artur Bernardes, seria impossível garantir a sobrevivência de uma força armada, em que não havia soldo, nem pagamento de qualquer espécie, ou vantagens de qualquer tipo, e se exigia, para permanecer em suas fileiras, um grande espírito de sacrifício e muita disposição de luta. Tratava-se de construir um exército diferente das Forças Armadas regulares, nas quais a disciplina era imposta por meio da violência e os soldados não passavam de meros cumpridores de ordens superiores."
FONTE: Boitempo Editorial
VEJA TAMBÉM
O Centenário da Coluna Prestes
1924-2024
Assista ao vídeo do evento ocorrido em 6 de agosto de 2024 e promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico de Santo Ângelo e a Secretaria Municipal de Cultura. O evento faz parte da programação da Semana Cultural do município de Santo Ângelo (RS) e tem por objetivo rememorar os 100 anos do início da marcha da Coluna Prestes, um movimento rebelde liderado por militares e formado na região das Missões que percorreu o Brasil por mais de vinte mil quilômetros, entre os anos de 1924 e 1927. Liderados por Luiz Carlos Prestes, capitão do 1º Batalhão Ferroviário, sediado em Santo Ângelo, os militares queriam a deposição do presidente da República, Artur Bernardes. A Coluna Prestes é um dos principais acontecimentos da Primeira República no Brasil, período compreendido entre 1889 e 1930. Os palestrantes foram a historiadora Anita Leocádia Prestes, filha de Luiz Carlos Prestes e que possui várias obras sobre o tema, e o historiador Amilcar Guidolim Vitor, autor da obra “Militares e maragatos em armas: as revoltas tenentistas de 1924 e a formação da Coluna Prestes no Rio Grande do Sul”.
Link do vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/live/wrQZK75lr-M
O Blog da Boitempo publica texto de Geraldo Barbosa sobre "A Coluna Prestes", premiada obra de Anita Leocadia Prestes que ganha nova edição revisada pela Boitempo. LEIA O TEXTO COMPLETO CLICANDO NO LINK ABAIXO:
https://blogdaboitempo.com.br/2024/08/23/o-centenario-da-coluna-prestes/
No texto "Importante pesquisa sobre a formação da Coluna Prestes", no Blog da Boitempo, a historiadora Anita Prestes comenta o livro “Militares e Maragatos em armas: as revoltas tenentistas de 1924 e a formação da Coluna Prestes no Rio Grande do Sul”, de Amilcar Guidolim Vitor. LEIA O TEXTO COMPLETO CLICANDO NO LINK ABAIXO:
https://blogdaboitempo.com.br/2023/02/14/importante-pesquisa-sobre-a-formacao-da-coluna-prestes/
Por ocasião do 150° aniversário do nascimento de Leocadia Felizardo Prestes (1874-1943), no último dia 11 de maio, o Blog da Boitempo publica texto da historiadora Anita Prestes, neta de Leocadia, em uma importante oportunidade de resgatar a memória dessa mulher brasileira que, como tantas outras suas conterrâneas, revelou, com sua conduta, que “viver é tomar partido”, contribuindo para a luta por um futuro de justiça social e liberdade para nosso povo.
LEIA O TEXTO COMPLETO CLICANDO NO LINK ABAIXO:
https://blogdaboitempo.com.br/2024/05/11/leocadia-prestes-mae-coragem/
“Señora, hiciste grande, más grande a nuestra América…” (verso do poema Dura Elegia, de autoria do poeta chileno Pablo Neruda, escrito e lido especialmente para o momento do enterro de Leocadia Prestes, em junho de 1943)
Ediciones Luxemburg es una editorial argentina creada en 2004, especializada en libros de política y ciencias sociales, contando también en nuestro catálogo con libros de literatura, poesía, cine y teatro.
Libros para descargar gratis:
A 200 años de la Doctrina Monroe. Perspectivas emancipadoras en Nuestramérica
Marcelo F. Rodríguez (compilador)
Buenos Aires, diciembre 2023
Coedición con UNDAV Ediciones
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/a-200-anos-de-la-doctrina-monroe-perspectivas-emancipadoras-en-nuestramerica/
Segundo Turno. El resurgimiento del ciclo progresista en América Latina
Atilio Boron – Paula Klachko
Buenos Aires, agosto 2023
Ediciones Luxemburg / Ediciones UNDAV
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/segundo-turno-el-resurgimiento-del-ciclo-progresista-en-america-latina/
Neoliberalismo [capitalismo] catastrófico: imágenes de la última ola neoliberal y las alternativas en Nuestra América
José Seoane (compilador)
Buenos Aires, agosto 2023
Coedición con el Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe (IEALC) de la Facultad de Ciencias Sociales.
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/neoliberalismo-catastrofico/
Socialismo con particularidades chinas en la Nueva Era. Xi Jinping y la construcción del sueño chino
Marcelo F. Rodríguez
Buenos Aires, mayo de 2023
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/socialismo-con-particularidades-chinas/
América Latina en la geopolítica del imperialismo
Atilio A. Boron
Buenos Aires, noviembre de 2012
Premio Libertador al Pensamiento Crítico 2012
4° Edición corregida y aumentada, noviembre de 2014
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/america-latina-en-la-geopolitica-del-imperialismo-edicion-corregida-y-aumentada/
¡Adelante Camaradas! 100 años del Partido Comunista de la Argentina (1918-1935)
Alexia Massholder y Mercedes F. López Cantera (comps)
Buenos Aires, noviembre 2017
Coedición con CEFMA y Cuadernos Marxistas
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/adelante-camaradas-100-anos-del-partido-comunista-de-la-argentina-1918-1935/
Hilvanando historias: mujeres y política en el pasado reciente latinoamericano
Andrea Andújar, Débora D’Antonio, Karin Grammático, María Laura Rosa (compiladoras)
Buenos Aires, diciembre de 2010
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/hilvanando-historias-mujeres-y-politica-en-el-pasado-reciente-latinoamericano/
Las [Re] configuraciones neoliberales de la cuestión ambiental
José Seoane
Prólogo de Susana Murillo
Buenos Aires, junio de 2017
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/las-re-configuraciones-neoliberales-de-la-cuestion-ambiental/
Antipolíticas. Neoliberalismo, realismo de izquierda y autonomismo en América latina
Silvina María Romano e Ibán Diaz Parra
Buenos Aires, diciembre de 2018
Coedición con IEALC
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/antipoliticas-neoliberalismo-realismo-de-izquierda-y-autonomismo-en-america-latina/
Las editoriales rojas: de La Internacional a Cartago
Una aproximación a la historia de la política editorial del Partido Comunista de la Argentina, 1918-1983
López, Horacio A.
Buenos Aires, enero 2018
Coedición con CEFMA y Cuadernos Marxistas
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/las-editoriales-rojas-de-la-internacional-a-cartago/
Aníbal Ponce. Humanismo y revolución
Alexia Massholder (compiladora)
Buenos Aires, octubre 2018
Coedición con IEALC y CEFMA
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/anibal-ponce-humanismo-y-revolucion/
El Partido Comunista y sus intelectuales. Pensamiento y acción de Héctor P. Agosti
Alexia Massholder
Buenos Aires, mayo de 2014
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/el-partido-comunista-y-sus-intelectuales-pensamiento-y-accion-de-hector-p-agosti/
Algunas reflexiones para comenzar a pensar una investigación sobre neoliberalismo en clave arqueológica
Susana Murillo y Alejandra Pisani
Buenos Aires, agosto 2020
Coedición con el Instituto de Investigaciones Gino Germani FCS-UBA
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/algunas-reflexiones-para-comenzar-a-pensar-una-investigacion-sobre-neoliberalismo-en-clave-arqueologica/
Movimientos sociales e internacionalismo en Nuestra América
José Seoane, Emilio Taddei, Clara Algranati
Buenos Aires, marzo 2019
Link para download: https://edicionesluxemburg.com.ar/producto/libro-2-prueba/
As esquerdas e os comunistas não organizaram o movimento de massas para o golpe, diz Anita Prestes
“A polícia veio aqui em casa. Viram que tinha muito livro e até foi meio cômico. Perguntaram se ali tinha literatura subversiva. Minha tia disse: ‘Não, de jeito nenhum’. Eles pegam o telefone, ligam para alguma chefia: ‘Olha tem muito livro, mas isso deve estar tudo na cabeça do homem, e achamos que não vale a pena tirar’. Eles estavam com preguiça. Tinham que botar um caminhão para carregar tudo aquilo. O chefe concordou e eles levaram só um passaporte do meu pai. Perguntaram por mim. A minha tia disse que eu estava viajando e ficou por isso mesmo. Não me reconheceram”.
Assim, Anita Prestes descreve a invasão da polícia em sua casa pouco depois do dia do golpe militar de 1964, quando tinha 26 anos. Filha de Luiz Carlos Prestes, ela estava no Rio estudando química e acompanhava o movimento estudantil. Historiadora e autora de livros sobre a trajetória de seu pai e a história brasileira no século 20, Anita rememora ao TUTAMÉIA aqueles dias tensos de sessenta anos atrás.
Ali, naquele apartamento onde a polícia encontrou a biblioteca de Prestes, tinha havido uma reunião da comissão executiva do PCB no dia 31 de março. Fala Anita:
“Decidiu-se que Prestes telefonasse para o brigadeiro Francisco Teixeira, que era membro do PCB e comandante da base aérea aqui do Rio de Janeiro. Prestes ligou para ele para ver se a aeronáutica poderia bombardear a coluna do Mourão que vinha para o Rio. Isso foi na manhã do dia 31. Se fosse feito isso, provavelmente seria desarticulado o golpe. Mas o brigadeiro Teixeira disse para o Prestes que todos os tenentes dele já tinham passado para o outro lado e que ele não podia fazer nada. Acho que isso foi uma desculpa que o brigadeiro deu para o Prestes, na medida em que ele não tinha recebido permissão do Jango para atacar a coluna do Mourão. O Mourão chegou ao Rio sem ter sido atacado”.
Para Anita, o golpe de 64 “foi uma derrota muito séria das esquerdas em geral e de nós, os comunistas, em particular”.
“As esquerdas e nós, também, o PCB, não preparam o movimento de massa. Não fizeram a organização popular. Tanto o movimento sindical quanto o estudantil era cupulista, basicamente de cúpula. Não tinha grande penetração nos setores populares. Não por acaso, na hora que o CGT decreta greve geral, no primeiro de abril, a greve não acontece”.
“A direita se organizou muito bem, através dos militares, do Ibad, aquelas entidades que foram criadas e os Estados Unidos apoiando”.
“13 de março de 64 foi um grande comício. Eu estive lá na Central do Brasil, mas não tinha uma organização por trás daquilo. Depois, veio a hora de a direita tentar derrubar o Jango. Menos de um mês depois, onde estava aquele povo todo? Não se mobilizou para apoiar o Jango”.
Refletindo sobre essa história, ela fala sobre hoje:
“Vejo com preocupação a possibilidade de o bolsonarismo, de tendências fascistas voltarem ao governo em 2026. Existe risco forte. É preciso organizar os setores populares para apoiarem o Lula na luta contra o fascismo”.
O depoimento de Anita Prestes, gravado em cinco de fevereiro de 2024, integra uma série de entrevistas sobre o golpe militar de 1964, que está completando sessenta anos. Com o mote “O que eu vi no dia do golpe”, TUTAMÉIA publica neste mês de março mais de duas dezenas de vídeos com personagens que vivenciaram aquele momento, como Almino Affonso, João Vicente Goulart, Frei Betto, Franklin Martins, Janio de Freitas, Roberto Requião, Djalma Bom, Luiz Felipe de Alencastro, Ladislau Dowbor, Margarida Genevois, Roberto Amaral, Guilherme Estrella, Sérgio Ferro e Rose Nogueira.
A UFSCar guarda, nas Coleções Especiais de sua Biblioteca Comunitária, a Coleção Luís Carlos Prestes, formada por documentos, recortes de jornais, objetos e outros materiais que contam a história deste que foi uma das principais figuras da história brasileira do Século XX.
Nesta edição de Conexão Federal, a filha de Prestes e Olga Benário - morta pelos nazistas na Alemanha em 1942, onde, em 1936, dera à luz Anita Prestes, separada da mãe aos 14 meses - conversa com a jornalista Mariana Pezzo em meio a cartas, fotografias e objetos de sua infância que fazem parte do acervo, trazendo à tona lembranças e reflexões que, mais que resgatar a memória do passado, nos ajudam a pensar sobre outros futuros possíveis.
Mais informações sobre a Coleção Luís Carlos Prestes e a produção deste material: https://www.ufscar.br/noticia?codigo=...
Está com pressa? Vá direto ao tópico que te interessa!
14:15 - Anos de formação de Anita Prestes e sua relação com a mãe e o pai, através de correspondência hoje guardada na Coleção Luís Carlos Prestes
27:36 - Saiba mais sobre a Campanha Prestes pela libertação de presos políticos, que levou ao resgate de Anita Prestes, aos 14 meses de idade, pela avó Leocádia e a tia Lygia Prestes, e conheça detalhes da vida dessas mulheres combativas ao longo de toda as suas vidas
42:00 - Anita Prestes fala, de um lado, do comunismo como um ideal de sociedade e, de outro, do socialismo real e os caminhos trilhados, sobretudo, na Antiga União Soviética
52:47 Anita Prestes aborda o anticomunismo, o que classifica como mentiras sobre seu pai e, dentre elas, especialmente a de que teria apoiado Getúlio Vargas e apertado a sua mão
FONTE: Conexão Federal UFSCar - Universidade Federal de São Carlos -- canal no YouTube
"E que não seja só no 8 de março
O protagonismo das mulheres no compasso
O seu papel não será secundário
Vai ser na linha de frente do bloco revolucionário!"
Composta em 2012, é lançada agora uma nova versão de "Flor na trincheira", na voz de seu compositor, Davi Perez.
Excelente para trabalhar em sala de aula, abordando o protagonismo das mulheres, que se colocaram contra o status quo, articulado com várias temáticas dos conteúdos do ensino de História na educação básica (em especial, estudantes do 9° ano do ensino fundamental e do ensino médio).
Letra: Davi Perez
Vocal: Davi Perez
Instrumental: Rato Reverso
Mixagem e Masterização: Davi Perez
Flor na trincheira (Davi Perez)
E que não seja só no 8 de março
O protagonismo das mulheres no compasso
O seu papel não será secundário
Vai ser na linha de frente do bloco revolucionário!
É uma força de Olga, de Anita, de Alexandra Kollontai
É o grito da Rosa que da memória não sai
Dandara contra o português, Juana contra o espanhol.
Buscando sua vez, o lugar de todos ao sol.
Bravura aguerrida que ninguém esquece
Ternura vivida sentida muito mais do que parece
Flor na trincheira não se contenta com jardim e parque
É a morte tão viva no grito de Joana Darc
E tantas vezes chegaram à vitória
Heroicas mulheres que juntas fazem a história
Bruxas do feitiço da emancipação humana
É na flor da nossa pele que o anseio emana
Se seguem dias, meses e anos de glória.
Quando se busca muito mais que uma vida simplória
Proletárias, operárias, solidárias, revolucionárias.
Incendiarias das capitanias hereditárias
Marchando e desabando igual avalanche
Mira e atira no inimigo tipo Célia Sanchez
O que importa se é de bota, de chinelo ou tamanco.
Em meio guerra é heroína da paz, Elisa Branco
Condutora do assalto ao céu
Pedagoga da comuna foi Louise Michel
Da laia das companheiras lutadoras de saia
Sem deixar que caia nossa pátria camarada Krupskaia
Não cai pro lado da contrarrevolução
Como Frida na cabeça e no coração
Enquanto no poder patriarca não se puser fim
A luta seguirá no exemplo de Clara Zetkin
Monstro verdugo não vai nos intimidar
A coragem de fibra é a súplica de Soledad
É comandante do povo, capacidade que não se mede.
É Tanja Nijmeijer, também é Leila Khaled
E que não seja só no 8 de março
O protagonismo das mulheres no compasso
O seu papel não será secundário
Vai ser na linha de frente do bloco revolucionário!
É Lyudmila Pavlichenko exterminando vários nazis
Com o inimigo dos povos jamais faremos as pazes
Bravura aguerrida que ninguém esquece
Ternura vivida sentida muito mais do que parece
Contra o velho chorume burguês embebido nesse formol
Buscando sua vez, o lugar de todos ao sol.
Resistência na Síria, Palestina, Iraque.
Flor na trincheira não se contenta com jardim e parque
Vai marchando e desabando igual avalanche
Até que toda exploração e opressão se desmanchem
É Ângela Davis contra o império branco
E não importa se é de bota, de chinelo ou tamanco.
E tantas vezes chegaram à vitória
Heroicas mulheres que juntas fazem a história
Bruxas do feitiço da emancipação humana
É na flor da nossa pele que o anseio emana
Se seguem dias, meses e anos de glória.
Quando se busca muito mais que uma vida simplória
Proletárias, operárias, solidárias, revolucionárias.
Incendiarias das capitanias hereditárias
A burguesia já perdeu o sentido
No romance de Pagu reside o desejo aguerrido
Pelo que não tem censura, governo, juízo.
E será feito na terra, sem inferno nem paraíso.
As condutoras do assalto ao céu
Com seu arsenal farão do capital o verdadeiro réu
Não mais senhores, reis e nem patrões.
Somente humanas convivências e humanas paixões
E que não seja só no 8 de março
O protagonismo das mulheres no compasso
O seu papel não será secundário
Vai ser na linha de frente do bloco revolucionário!
A editora alemã Verbrecher Verlag publicou, recentemente, um livro raro de autoria da própria Olga Benario Prestes (1908-1942) e publicado pela editora "Jovem Guarda" na União Soviética em 1929. No livreto original intitulado "Trablho e dias de KIM", Olga relata as atividades desenvolvidas pela Juventude Comunista Internacional (KIM - Kommunisti International Molodoi), durante os anos de sua militância na Alemanha.
A edição alemã, com tradução do russo por Kristine Listau e prefácio de Anita Prestes, recebeu o título Berliner Kommunistische Jugend (Juventude Comunista de Berlim), tem encadernação em capa dura e possui o total de 128 páginas.
“Já são dez e meia. Alguém sugere ‘sair juntos para tomar sorvete!’ Todos concordam. Há um pequeno café na Bergstrasse onde uma porção de sorvete custa dez pfennigs. A turma toda vai para lá. O sorvete é maravilhoso! Mas uma tempestade está chegando. O dono do café paga aos seus funcionários taxas mais baixas do que o acordo coletivo de trabalho. Quando ficamos sabendo disso, decidimos boicotá-lo. O boicote dura uma semana até que o empresário desista por medo de perder seus clientes mais importantes conosco. Os funcionários recebem seus salários de acordo com o acordo coletivo e voltamos a visitar o restaurante.”
Aos 21 anos, Olga Benario escreve isto em Moscou, para onde fugiu após a sensacional libertação de Otto Braun. Seu livro, que descreve a vida cotidiana da Juventude Comunista em Berlim, foi publicado em Moscou, em russo, em 1929.
Dado que há muito pouca literatura sobre a organização e os métodos de trabalho da KJVD e as histórias de Olga Benario sobre os cartazes noturnos, a angariação de fundos ou os escritórios do partido são tão bonitas quanto perspicazes, este livro é um testemunho importante. E por último, mas não menos importante, o tom muito próprio de Benario, que oscila entre o orgulho e a auto-ironia, irá encantar todos os leitores. (Da página da editora: https://www.verbrecherverlag.de/shop/berliner-kommunistische-jugend/. Traduzido por Google Tradutor)
O documentário "Anita no acervo de Prestes - histórias que viajam no tempo" traz trechos da entrevista da historiadora Anita Prestes concedida à jornalista Mariana Pezzo, Diretora do Instituto da Cultura Científica da UFSCar, imagens da Coleção Luiz Carlos Prestes da Biblioteca Comunitária (BCo) da UFSCar e, também, depoimentos de gestora e profissionais que vêm trabalhando no acervo, sobre a relevância desses materiais e o impacto que podem ter não somente na melhor compreensão do passado, mas muito especialmente na construção do futuro.
Leia a matéria "Histórias contadas vão de uma infância à transformação social no Brasil", da jornalista Mariana Pezzo, no link: https://www.ufscar.br/noticia?codigo=15768&id=historias-contadas-vao-de-uma-infancia-a-transformacao-social-no-brasil
Contatos das Coleções Especiais-Biblioteca Comunitária da UFSCar, para mais informações sobre a Coleção Prestes: https://www.bco.ufscar.br/acervos/col...
Site do Instituto Luiz Carlos Prestes, para mais informações históricas: https://www.ilcp.org.br/prestes/
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| Documentário evidencia potencial do acervo (Divulgação) |
Neste texto, publicado nas páginas da Fundação Maurício Grabois e do Blog A Terra é Redonda, o professor João Quartim de Moraes escreve sobre o genocídio na Palestina.
“'Quantas vidas serão perdidas até passarmos à ação?'. Se depender de Menachem Biden, protetor de Benjamin Netanyahu, quantas forem necessárias para esvaziar o ghetto de Gaza."
Sobre anões e genocidas
Por JOÃO QUARTIM DE MORAES*
Argumentar com genocidas é perder tempo: eles só acreditam no “argumento” da força
Em 24 de julho de 2014, furibundo porque o governo brasileiro condenara “energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza”, convocando para consultas o embaixador em Tel Aviv, o ministério israelense das Relações Exteriores replicou classificando o Brasil de “anão diplomático”. Além de insolente, a réplica cometeu a baixa grosseria de usar uma contingência biológica (nanismo e distúrbio de crescimento infantil) como insulto.
Não obstante, houve e segue havendo por aqui sicofantas da extrema direita que aplaudiram a “diplomacia” do país do “apartheid” e atacaram a nossa… O mais conhecido é o abominável Sérgio Moro, que segue grasnando seu apoio ao aniquilamento dos palestinos de Gaza pelos criminosos de guerra israelenses.
O comunicado de Tel Aviv continha um enfático apelo: “Israel espera o apoio de seus amigos na luta contra o Hamas, que é reconhecido como uma organização terrorista por muitos países ao redor do mundo”. Por “muitos países” entendem, obviamente, o império estadunidense e seus vassalos, dos quais o próprio Israel é vassalo-mor. O comunicado omite, cinicamente, o apoio dos serviços secretos de seu país à formação do Hamas para dividir a resistência palestina, debilitar a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), reconhecida pela Liga Árabe em outubro de 1964 como “única representante legítima do povo palestino” e eliminar Yasser Arafat, seu principal dirigente histórico.
Haaretz, o mais importante jornal israelense, publicou provas confirmando que Benjamin Netanyahu, decidido a impedir por todos os meios a viabilização do Estado palestino, admitiu em reunião reservada de seu partido Likud, em 2019, que “quem quiser impedir o estabelecimento de um estado palestino tem de apoiar o fortalecimento do Hamas e a transferência de dinheiro para o Hamas. Isso faz parte da nossa estratégia”. (cf. Intercept Brasil, 11/10/2023).
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O frio descaramento de Benjamin Netanyahu e de seu entorno na execução dessa estratégia se inscreve numa longa sequência de morticínios que pavimentaram a formação e a expansão do Estado de Israel. Um dos primeiros ocorreu em 22 de julho de 1946, antes mesmo da malfadada partilha da Palestina. O grupo terrorista Irgun, comandado por Menachem Begin, introduziu pesada carga de explosivos na cozinha do hotel King David, em Jerusalém, onde residiam com suas famílias os funcionários do Mandato Britânico da Palestina (estabelecido pela Sociedade das Nações em 1923, após o colapso do Império Otomano).
A explosão estremeceu a velha Jerusalém: 91 mortos, entre os quais 28 britânicos, 41 árabes e 17 judeus e mais de uma centena de feridos. O objetivo imediato era destruir os arquivos britânicos, que continham ampla documentação sobre o terror sionista, mas eles queriam também apavorar a população palestina, constrangendo-a a fugir de suas casas. Comemorando, em julho de 2006, este feito que de que o facho sionismo se orgulha, Benjamin Netanyahu e seus asseclas colocaram no hotel King David uma placa comemorativa em homenagem aos terroristas do Irgun.
É longa e tenebrosa a lista de atentados sionistas contra os palestinos. Alguns dos mais atrozes ocorreram durante os meses que precederam o final do mandato britânico, fixado pela ONU para o dia 15 de maio de 1948. Decididos a conquistar o máximo de terreno para o Estado israelense que pretendiam proclamar naquela data, os sionistas, utilizando a fundo a superioridade de sua organização militar, ampliaram a escala de sua ofensiva. Entre dezembro de 1947 e março de 1948, muitas aldeias árabes (Beld Shaikh, Sasa, Karf etc.) foram varridas do mapa pela Haganah, a principal organização armada clandestina sionista e pelos agrupamentos Stern e Yrgun, dois esquadrões da morte especializados nas formas mais sórdidas e covardes de ação terrorista, nos quais os futuros primeiros-ministros Begin e Shamir aprimoraram suas peculiares carreiras militantes.
Decididos a ultrapassar a Haganah na caça ao árabe, eles atacaram de surpresa na madrugada de sexta-feira 9 de abril de 1948 a aldeia de Deir Yassin, cuja população indefesa foi chacinada numa orgia de bestialidade que sequer poupou mulheres grávidas, cujo ventre foi aberto a facadas. Duzentos e cinquenta e quatro palestinos foram trucidados; dezenas de meninas foram estupradas.[1]
Em dezembro de 1948, quando Menachem Begin, chefe máximo do Irgun, foi recebido por seus correligionários de Nova Iorque, membros eminentes da comunidade judaica, entre os quais Albert Einstein, lançaram um manifesto em que se dissociavam firmemente dos algozes de Deir Yassine: “[…]os terroristas [dos grupos Stern e Irgun] atacaram esta aldeia tranquila (Deir Yassin).[…] Massacraram […]a quase totalidade dos habitantes, deixando alguns vivos para exibi-los como prisioneiros nas ruas de Jerusalém. A maior parte da comunidade judaica ficou horrorizada com este ato. […] Mas os terroristas […] mostraram-se orgulhosos do massacre, convidando todos os correspondentes estrangeiros[…] para ver os cadáveres amontoados[…]”.
Anos depois, em carta a seu amigo Haim Ghori, datada de 15 de maio de 1963, Ben-Gurion, patriarca do sionismo social-democrata e principal fundador do Estado de Israel, assim caracterizou Menachem Begin: “[…] é um personagem talhado da cabeça à planta dos pés à imagem do modelo hitleriano. Está disposto a eliminar todos os árabes para completar as fronteiras do país. […]. Considero-o um grande perigo para Israel[…]”. Se chegar ao poder, prossegue Ben-Gurion, colocará “criminosos de sua espécie à frente da polícia e do exército”. E concluiu: “Não duvido de que Begin deteste Hitler, mas este ódio não prova que ele seja diferente de Hitler”. Sessenta anos depois, é certamente o caso de dizer de Benjamin Netanyahu o que Ben-Gurion disse de Menachem Begin.
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| Nunca mais. Outra vez! |
Sob nossos olhos desfilam os insuportáveis horrores da “diplomacia” facho sionista em Gaza, aquela mesma que chamou o Brasil de “anão diplomático”. Argumentar com genocidas é perder tempo: eles só acreditam no “argumento” da força. Em vez disso, em 30 de outubro, exercendo a presidência do Conselho de Segurança, o ministro Mauro Vieira honrou a diplomacia brasileira ao expressar o consenso majoritário dos 120 países membros da ONU que votaram a favor de um cessar fogo imediato na faixa de Gaza, perguntando: “Quantas vidas serão perdidas até passarmos à ação?”. Se depender de Menachem Biden, protetor de Benjamin Netanyahu, quantas forem necessárias para esvaziar o ghetto de Gaza.
*João Quartim de Moraes é professor titular aposentado do Departamento de Filosofia da Unicamp. Autor, entre outros livros, de A esquerda militar no Brasil (Expressão Popular) (https://amzn.to/3snSrKg).
Nota
[1] Um dos relatos mais objetivos da chacina de Deir Yassin, está no livro Ô Jerusalém, escrito pelos jornalistas Dominique Lapierre e Larry Collins, na edição francesa, Paris: Laffont, 1971, pp.363-369.
Os depoimentos dos poucos sobreviventes e os relatórios de policiais ingleses com mandato da ONU foram reunidos por Sir R. C. Catling, diretor-geral adjunto do Criminal Investigation Department na pasta “secreta e urgente” nº 179/11017/65.
FONTE: Blog A Terra é Redonda