segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Coleção da Revista Crítica Marxista disponível online


"A vitalidade e a riqueza da obra de Marx revelam-se na abrangência e densidade da sua teoria, nas sucessivas contribuições agregadas à obra marxiana pelos mais diversos militantes, pesquisadores e intelectuais marxistas e, também, na diversidade de interpretações que a sua obra suscita. Teses e conceitos desenvolvidos nas diferentes vertentes e tradições do marxismo constituem fecundos instrumentos de pesquisa nos diversos campos das ciências humanas, da filosofia e da cultura."(trecho do Manifesto publicado na abertura do número 1) 




O site da Revista Crítica Marxista disponibiliza toda coleção da revista com exceção da última e da penúltima edição.

Ano: 2012

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Número: 6
Ano: 1998

Número: 5
Ano: 1997

Número: 4
Ano: 1997

Número: 3
Ano: 1996

Número: 2
Ano: 1995

Número: 1
Ano: 1994

O inimigo do Papa

León Ferrari: Lembranças de meu pai
28 SET 2013 - 29 MAR 2014 
Entrada Gratuita

MAC USP Nova Sede 
Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 - São Paulo-SP, Brasil
Horário de funcionamento:
Terça das 10 às 21; Quarta a domingo, 10 às 18 horas
Segundas: fechado



O inimigo do Papa
"Lembranças de Meu Pai" reúne no MAC-USP obras que o argentino León Ferrari (1920-2013) produziu no exílio em SP

SILAS MARTÍDE SÃO PAULO
Um inimigo declarado da Igreja já arquitetou catedrais.

León Ferrari, um dos maiores artistas argentinos, morto em julho deste ano, aos 92, fez de sua obra plástica um ataque visceral à religião católica, com uma imagem de Cristo crucificado num caça norte-americano, entre outras peças "blasfemas", na opinião do papa Francisco.

Mas também ajudou seu pai arquiteto a desenhar igrejas. Um resquício dessa experiência parece orientar a obra mais importante da primeira mostra póstuma do artista em São Paulo, agora em cartaz no Museu de Arte Contemporânea da USP.

No fundo da sala, na mesma posição do altar de uma igreja, está "Lembranças de Meu Pai", obra que dá nome à exposição --cujas 57 peças produzidas durante o exílio do artista no Brasil.

Ferrari criou nessa obra uma arquitetura translúcida, de fios de arame que delimitam espaços em um emaranhado metálico, e iluminou tudo por baixo, como se em plena ascensão divina.

"É uma tentativa de mostrar que estamos dentro de um templo profanado", diz Carmen Aranha, curadora da mostra. "A ideia dele sempre foi atacar as violências da Igreja contra as pessoas."

Diante de sua catedral abstrata, que a crítica Aracy Amaral chamou de "infinito aprisionado em prismas, em expansão vertical irradiante", seus ataques à religião se manifestam sem pudor algum, em delirantes alegorias figurativas e hiperbólicas.

Uma pintura ao lado mostra um Cristo kitsch agonizando diante de um abutre à espreita. Em outra série, Ferrari esconde figuras fazendo sexo em meio a ilustrações bíblicas que fotocopiou de um livro do alemão Albrecht Dührer (1471-1528).

De certa forma, essas peças marcam o auge de sua virulência estética, o momento em que deixou a Argentina, vítima de um golpe militar em 1976, e se exilou em São Paulo após seu filho se tornar um desaparecido dada ditadura de seu país.

O exílio, contudo, também abriu caminho para trabalhos menos carregados, como a série de peças em que retrata o caos urbano.

Uma delas mostra um emaranhado alucinante de pistas e elevados sobrepostos, enquanto pedestres estão confinados a uma única e estreitíssima passarela. Outra, de multidões que se encontram num cruzamento, chega a lembrar as recentes manifestações de junho.

Mais ou menos explícitas, as obras de Ferrari parecem estar todas lastreadas por um diálogo impossível, de anjos pilotando aviões de guerra a suas imagens abstratas com linhas negras de densidade vertiginosa sobre folhas brancas de papel.

De acordo com o artista, que dizia não ver a arte como "algo solene" nem como plataforma de uma "revolução social", todo o seu trabalho foi em nome da "possibilidade de falar das coisas que não têm palavras".



Com as reformas recentes, Cuba está abandonando o socialismo?

Seção "Duelos de Opinião" do site Opera Mundi (dois especialistas respondem de formas divergentes a uma pergunta elaborada pela Redação) 

O debate a seguir é sobre a questão: Com as reformas recentes, Cuba está abandonando o socialismo? Os textos foram elaborados por Salim Lamrani -  professor-titular da Universidade de la Reunión - e Osvaldo Coggiola - professor titular de história contemporânea da Universidade de São Paulo.





Com as reformas recentes, Cuba está abandonando o socialismo?  
NÃO

O novo modelo cubano continua sendo socialista

Atualização do modelo econômico suscita críticas e controvérsias. Sem renunciar a seu modelo, a ilha preserva suas conquistas







Por Salim Lamrani*

Desde 2011, Cuba está pondo em marcha a “atualização de seu modelo econômico”. O projeto inicial, elaborado em novembro de 2010, foi submetido a um amplo debate popular (com 8 milhões de participantes) que durou cerca de cinco meses até abril de 2011 e foi adotado durante o VI Congresso do Partido Comunista de Cuba.
Alguns acreditam que se trate de uma volta ao capitalismo, por causa da introdução de alguns mecanismos de mercado na economia nacional. Na realidade, o objetivo dos cubanos é aperfeiçoar seu sistema para preservar suas conquistas sociais, únicas na América Latina e no Terceiro Mundo. Para isso, devem superar dois grandes desafios: os recursos naturais, muito limitados, e as sanções que os Estados Unidos impõem desde 1960, que constituem o principal obstáculo ao desenvolvimento nacional. A isso convém somar as falhas próprias do sistema, como a burocracia ou a corrupção. O presidente Raúl Castro foi claro a esse respeito: “A batalha econômica constitui hoje, mais que nunca, a principal tarefa e o centro do trabalho ideológico dos quadros, porque dela depende a sustentabilidade e a preservação do nosso sistema social”. 
O novo modelo econômico introduz mecanismos de mercado, mas segue baseado na “planificação socialista” em todos os níveis e na “empresa estatal socialista como forma principal da economia nacional”. Não obstante, o país se abre aos investimentos estrangeiros — para atrair os capitais indispensáveis para o desenvolvimento da nação —, mediante empresas mistas, nas quais o Estado cubano sempre dispõe de uma maioria de ao menos 51%. Este modelo atualizado de gestão econômica promove também as cooperativas, as pequenas propriedades agrícolas, os usufrutuários e os trabalhadores independentes em todos os setores produtivos, com a finalidade de reduzir o papel do Estado nos campos estratégicos.
O objetivo destas reformas é conseguir uma melhor eficiência na gestão das atividades econômicas, com um sistema de autonomia e descentralização que responsabiliza diretamente os dirigentes das empresas pelos resultados. Os laços entre as estruturas econômicas são regidos agora exclusivamente por contratos.
As empresas estatais ou as cooperativas estruturalmente deficitárias e não viáveis serão liquidadas ou poderão ser transformadas e adotar uma forma jurídica não estatal. Da mesma maneira, o Estado não vai subvencionar as perdas. Em troca, as empresas beneficiárias poderão investir seus lucros para se desenvolver, aumentar os salários dos trabalhadores nos limites que estabelece a legislação, ou contratar novos trabalhadores. Dispõe, assim, de uma liberdade total no que se refere à gestão dos recursos humanos.
O auge das cooperativas ilustra a vontade cubana de aprofundar o desenvolvimento socialista da economia em todos os setores, com uma propriedade coletiva. Elas dispõem de autonomia completa em todos os níveis. Entretanto, para evitar toda a concentração de riqueza, não podem ser vendidas ou entregues a outra entidade que não seja o Estado.
Na agricultura, a prioridade nacional é a produção de alimentos para reduzir a dependência do exterior em um país que importa mais de 80% do seu consumo. Entrega-se a terra para usufruto dos camponeses, que se transformam em produtores independentes, remunerados por seu próprio trabalho, mas a terra segue sendo propriedade do Estado.
A nova política monetária permite outorgar créditos às empresas e aos cidadãos com o objetivo de favorecer a produção de bens e serviços para a população. Um dos grandes desafios da sociedade é a unificação monetária. De fato, a dualidade monetária vigente em Cuba é fonte de sérias desigualdades. Para isso, devem ser realizados importantes esforços em termos de produtividade e de redistribuição da riqueza de acordo com a lei de redistribuição socialista “de cada qual segundo sua capacidade, a cada qual segundo sua necessidade”.
A política salarial segue baseando-se no principio socialista “a cada qual segundo sua necessidade”, com o objetivo de satisfazer “as necessidades básicas dos trabalhadores e suas famílias”. Os salários vão ser incrementados de modo gradual, em função dos resultados de produção. Para evitar que se produzam desigualdades, a legislação prevê um salário mínimo e um salário máximo. O setor não estatal é favorecido como alternativa adicional para o emprego.
A elaboração de uma imposição tributária em Cuba tem como meta permitir ao Estado dispor dos recursos necessários para cumprir seu papel social com a população. Graças ao imposto progressivo, as categorias mais acomodadas contribuem mais ao esforço nacional, segundo o princípio de solidariedade socialista entre todos os cidadãos. A coesão social continua sendo o objetivo prioritário. Assim, para evitar todo o crescimento das desigualdades na sociedade, a concentração de propriedade está proibida entre as pessoas físicas ou jurídicas, sendo uma prerrogativa exclusiva do Estado. Por outro lado, a política de preços continua sendo centralizada, particularmente sobre os produtos de interesse geral, desde um ponto de vista econômico e social.
Em relação à política social, base do socialismo, o objetivo prioritário não apenas é “continuar preservando as conquistas da Revolução, tais como o acesso à atenção médica, à educação, à cultura, ao esporte, à recreação, à tranquilidade cidadã, à seguridade social e à proteção mediante a assistência social às pessoas que a necessitem”, senão também “dar continuidade ao aperfeiçoamento da educação, da saúde, da cultura e do esporte”. O estado vai garantir “a proteção da assistência social às pessoas que realmente a necessitem”.
O Estado não deixa de lado a cultura. A política cultural é baseada na defesa da identidade, na conservação do patrimônio cultural, na criação artística e literária e na capacidade de apreciar a arte, mediante as formações necessárias. O Estado vai seguir com sua missão de “promover a leitura, enriquecer a vida cultural da população e potencializar o trabalho comunitário como vias para satisfazer as necessidades espirituais e fortalecer os valores sociais”.
Assim, o novo modelo económico cubano, baseado na planificação, com uma política de preços centralizada, com a proibição da concentração de riqueza, com um salário mínimo e um salário máximo e a proteção de todas as categorias da população, particularmente das mais vulneráveis (não houve dispensas massivas), é, sem dúvida, socialista. Mas se adapta à sua época baseando-se na filosofia de José Martí, herói nacional cubano, segundo quem “o primeiro dever do homem é ser um homem de seu tempo”. Tem como objetivo alcançar uma maior eficiência econômica, lutar contra a burocracia e a corrupção — principais obstáculos internos para o desenvolvimento do país —, preservar as conquistas sociais da Revolução Cubana, reforçar a República Social e melhorar o bem-estar material e espiritual de TODOS os cubanos.

*Salim Lamrani é doutor em estudos ibéricos e latino-americanos da Universidade Paris Sorbonne-Paris IV, professor-titular da Universidade de la Reunión e jornalista, especialista nas relaciones entre Cuba e Estados Unidos. Seu último livro se chama Cuba. Les médias face au défi de l’impartialité, Paris, Editions Estrella, 2013, com prólogo de Eduardo Galeano.

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Com as reformas recentes, Cuba está abandonando o socialismo?  
SIM

Só se "sai" do socialismo com revoluções e contrarrevoluções

Já se abriu a via para concessões ao capital externo e para diversas formas de acumulação de capital










Por Osvaldo Coggiola

Não se “entra”, e menos ainda se “sai”, do socialismo através de medidas, mas através de revoluções e contrarrevoluções. Em 1959-1961, a Revolução Cubana derrotou a ditadura pró-EUA de Batista e a reação organizada pelo imperialismo, mediante a mobilização e o armamento dos explorados: pouco importa qual era o percentual de estatização econômica da ilha nesse momento. Com a cumplicidade de todos os governos latino-americanos, Cuba foi excluída da OEA (o “ministério de colônias ianque”, segundo Che Guevara). E passou a sofrer um bloqueio econômico e cerco militar imperialista, presente até hoje, que é uma ameaça exemplar contra toda América Latina.
O Estado cubano, sua política interna e externa, mudou no meio século transcorrido. A dissolução da URSS (1991) foi um episódio marcante, mas o peso contrarrevolucionário da burocracia restauracionista russa já tinha inflexionado a política cubana muito antes. Em 1968, Fidel Castro apoiou a criminosa invasão da Tchecoslováquia pelo Pacto de Varsóvia. No mesmo período, começou também a mudar sua política latino-americana, num sentido estratégico. O crescimento da diferenciação social interna, e de fenômenos de decomposição social visíveis a olho nu, foi paralelo à liberalização econômica e à multiplicação de acordos com o capital externo, em especial europeu, que ocupa um lugar central na atividade que mais fornece divisas para a sobrevivência do regime e do país (o turismo). A classe trabalhadora não só não exerce o poder: está cada vez mais alijada dele como classe. Uma pseudodemocracia “revolucionária” em que está proibido se organizar sobre a base de plataformas políticas (ou seja, de estratégias e partidos) divergentes encobre um poder burocrático baseado num consenso repressivo e em concessões cosméticas a setores culturais ou para uma blogueira reacionária. 
Sob um aparente imobilismo politico-institucional, em nome da “atualização do modelo econômico” se abriu a via para concessões crescentes ao capital externo e para diversas formas de acumulação interna de capital (compra-venda de casas e propriedades imobiliárias, de veículos, etc.). Isto dá um novo potencial econômico aos envios de dinheiro desde Miami, liberalizados por Obama. A dependência cada vez maior do turismo desenvolve peculiarmente a “doença holandesa” na ilha, ao encarecer a produção interna, em primeiro lugar a agricultura. A importação de alimentos para o consumo turístico bloqueia a valorização do agro cubano; um exército crónico de desempregados é criado pelas demissões nas empresas do Estado, numa espécie de “ajuste socialista”. O duplo tipo de câmbio e a circulação do dólar no setor turístico, importante fonte de renda para uma parte substancial da população, aceleram os mecanismos de acumulação internos, encorajando a tendência da burocracia dirigente para converter-se em classe proprietária.
O capitalismo não pode existir sem um mercado de força de trabalho e um setor financeiro, privado ou mesmo estatal (como na China) para financiá-lo. A crise capitalista mundial acelera a tendência para restauração capitalista, mas também a converte em socialmente mais catastrófica. Existem em Cuba fortes e soterradas tendências para a deliberação política popular. A ausência de liberdades e de direitos políticos obstaculiza a capacidade dos trabalhadores para enfrentar a crise a partir de seus interesses de classe. Liberdade sindical e política no campo da revolução são reivindicações fundamentais para lutar por uma saída socialista ao impasse. A Revolução Cubana não é questão privativa da ilha, é parte da revolução latino-americana; seu destino se encontra nas mãos dos trabalhadores de todo o continente, que ora manifestam uma forte tendência para a superação do estreito nacionalismo e para a independência de classe.

*Osvaldo Coggiola é professor titular de história contemporânea da Universidade de São Paulo (USP) e vice-presidente do Andes


LEIA TAMBÉM

"O conceito ‘privatização’ está absolutamente excluído como política em Cuba"

Entrevista de Abel Prieto, atual deputado e ex-ministro de Cultura de Cuba, concedida ao cientista político Atílio Boron, em Buenos Aires, em julho de 2013.

“Não há nenhuma intenção de regressar ao capitalismo”

Deputado e pastor cubano comenta o momento de mudanças e o papel da religiosidade na ilha

Situação atual de Cuba e suas perspectivas

Texto escrito por Fernando Martínez Heredia, pensador revolucionário de Cuba, apresentado em palestra no XVII Encontro Nacional de Solidariedade com Cuba, realizado em Oaxaca, México, março de 2012.

Empresas não estatais na economia cubana: construindo o socialismo?

Estudo de Camila Piñeiro Harnecker sobre as novas empresas não estatais cubanas.

Riscos da expansão de empresas não-estatais na economia cubana e recomendações para os evitar

Por Camila Piñeiro Harnecker

Em Cuba existe um grande debate público

Transcrição da entrevista dada pelo professor Rafael Hernández ao programa A tarde se move (La Tarde se Mueve), sob apresentação do jornalista Edmundo García, da rádio 14.50 AM de Miami-Florida, do dia 20 dezembro de 2011, de cinco a seis horas da tarde.

Dossiê CUBA na Revista Estudos Avançados da USP

Revista Estudos Avançados, vol.25, no.72, São Paulo, 2011 
Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo

OS ÚLTIMOS SOLDADOS DA GUERRA FRIA

A história dos agentes secretos infiltrados por Cuba em organizações de extrema direita dos Estados Unidos
De Fernando Morais

Dicionário de Conceitos Históricos (livro para download)


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Kalina Vanderlei Silva
Maciel Henrique Silva

Dicionário
De
conceitos
Históricos

2.ed., 2ª reimpressão. – São Paulo : Contexto, 2009


Relação de Verbetes
A
Absolutismo..............................................11
Aculturação...............................................15
Antiguidade..............................................19
Arqueologia..............................................23
Arte.................................................................27
B
Barroco........................................................31
Burguesia....................................................34
C
Candomblé................................................39
Capitalismo...............................................43
Cidadania...................................................47
Cidade..........................................................51
Ciência.........................................................55
Civilização.................................................59
Classe Social.............................................63
Colonização..............................................67
Comunismo..............................................70
Cotidiano...................................................75
Cristianismo.............................................79
Cultura.........................................................85
D
Democracia...............................................89
Descobrimentos.....................................93
Dialética......................................................97
relação de verbeteS
Discurso...................................................101
Ditadura...................................................105
E
Escravidão...............................................110
Estado........................................................115
Ética............................................................119
Etnia...........................................................124
Etnocentrismo.....................................127
Evolução...................................................131
F
Família......................................................136
Fascismo..................................................141
Feminismo..............................................145
Feudalismo.............................................150
Folclore.....................................................154
Fonte Histórica....................................158
Fundamentalismo..............................162
G
Gênero.......................................................166
Globalização..........................................169
Golpe de Estado..................................173
H
Helenismo...............................................178
História.....................................................182
História Oral.........................................186
Historiografia.......................................189
Humanismo...........................................193
I
Iconografia.............................................198
Identidade...............................................202
Ideologia..................................................205
Iluminismo............................................210
Imaginário..............................................213
Imperialismo.........................................218
Índio...........................................................221
Indústria Cultural..............................225
Industrialização...................................230
Inquisição................................................234
Interdisciplinaridade........................237
Islã................................................................241
J
Judaísmo..................................................247
L
Latifúndio/Propriedade.................253
Liberalismo............................................257
Liberdade.................................................262
M
Marxismo................................................267
Massa/Multidão/Povo.....................272
Memória..................................................275
Mentalidades.........................................279
Mercantilismo......................................283
Militarismo............................................286
Miscigenação.........................................290
Mito............................................................293
Modernidade ........................................297
Modo de Produção............................301
Monoteísmo..........................................304
N
Nação.........................................................308
Negro.........................................................311
O
Oligarquia...............................................316
Orientalismo.........................................319
P
Patrimônio Histórico......................324
Pirataria....................................................328
Politeísmo...............................................331
Política......................................................335
Pós-modernidade..............................338
Pré -história...........................................342
R
Raça.............................................................346
Relativismo Cultural........................350
Religião.....................................................354
Renascimento.......................................359
Revolução................................................362
Revolução Francesa...........................366
Revolução Industrial........................370
Romantismo..........................................374
S
Servidão...................................................379
Sociedade.................................................382
T
Tecnologia...............................................386
Tempo........................................................390
Teoria.........................................................393
Terrorismo..............................................397
Trabalho...................................................400
Tradição....................................................405
Tribo...........................................................409
V
Violência..................................................412

Filosofia política moderna: de Hobbes a Marx (livro para download)



BORON, Atilio A. (organizador). Filosofia política moderna : de Hobbes a Marx. 1a ed. Buenos Aires: Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales - CLACSO ; San Pablo: Depto. de Ciência Política - FFLCH - Universidade de São Paulo, 2006.

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Coleção Biblioteca de Ciências Sociais

Filosofia política
moderna
De Hobbes a Marx
Atilio A. Boron
[organizador]


Cicero Araújo
Prefácio à edição em português | 11

Atilio A. Boron
Prólogo | 15

Renato Janine Ribeiro
Thomas Hobbes, ou: a paz contra o clero | 19

Tomás Várnagy
O pensamento político de John Locke e o 
surgimento do liberalismo | 45

Alejandra Ciriza
A propósito de Jean Jacques Rousseau: 
contrato, educação e subjetividade | 81

Marilena Chaui
Espinosa: poder e liberdade | 113

Eduardo Grüner
O Estado: paixão de multidões
Espinosa versus Hobbes, entre Hamlet e Édipo | 145

Roberto Gargarella
Em nome da constituição
O legado federalista dois séculos depois | 169

Miguel A. Rossi
Aproximações ao pensamento 
político de Immanuel Kant | 189

Rubén R. Dri
A filosofia do Estado ético 
A concepção hegeliana do Estado | 213

Gabriel Cohn
Tocqueville e a paixão bem compreendida | 247

Cicero Araújo
Bentham, o Utilitarismo 
e a Filosofia Política Moderna | 267

Atilio A. Boron
Filosofia política e crítica da sociedade burguesa:
O legado teórico de Karl Marx | 287

Estudos temáticos:

Liliana A. Demirdjian e Sabrina T. González
A República entre o antigo e o moderno | 331

André Singer
Maquiavel e o liberalismo: a necessidade da República | 347

Inês M. Pousadela
O contratualismo hobbesiano 
(ou de como para entender do direito 
é necessário pensar do avesso) | 357

Sergio Morresi
Pactos e Política 
O modelo lockeano e a ocultação do conflito | 373

Daniel Kersffeld
Rousseau e a busca mítica da essencialidade | 393

Bárbara Pérez Jaime e Javier Amadeo
O conceito de liberdade 
nas teorias políticas de Kant, Hegel e Marx | 405

Edgardo García
Espaço público e mudança social 
Pensar a partir de Tocqueville | 425