segunda-feira, 24 de abril de 2017

Vídeos - Aulas da disciplina Pedagogia Histórico-Crítica e a Escola Pública oferecida pelo Programa de Pós-graduação em Educação da FE-UNICAMP





→ Aulas da disciplina Pedagogia Histórico-Crítica e a Escola Pública oferecida pelo Programa de Pós-graduação em Educação da FE-UNICAMP sob a responsabilidade do professor José Claudinei Lombardi.

Aula 1 – Introdução
EXPOSITOR: Dermeval Saviani

Aula 2 – Fundamentos Históricos e Filosóficos da Pedagogia Histórico-Crítica
EXPOSITOR: Newton Duarte

Aula 3 – Fundamentos Psicológicos da Pedagogia Histórico-Crítica
EXPOSITORA: Lígia Márcia Martins

Aula 4 – Pedagogia Histórico-Crítica como teoria pedagógica para uma escola em tempos de transição
EXPOSITOR: Cláudio de Lira Santos Júnior, José Claudinei Lombardi e Paulino José Orso

Aula 5 – Pedagogia Histórico-Crítica e Concepção de Educação Integral e Tempo Integral
EXPOSITORES: Antonio Carlos Maciel e Mara Regina Martins Jacomeli

Aula 6 – Gestão da Educação e da Escola
EXPOSITORES: José Claudinei Lombardi, Luciana Coutinho e Marlene Andrighetti Bialeski

Aula 7 – Implementação do Currículo em Redes Municipais
EXPOSITORAS: Juliana Pasqualini e Rosiane Ponce

Aula 8 – Aprofundamento da Discussão Sobre a Implementação do Currículo
EXPOSITORES: Julia Malanchen e Ricardo Pereira

Aula 9 – Didática: Problemas Teóricos, Metodológicos e Práticos
EXPOSITORAS: Ana Carolina Galvão Marsiglia e Lígia Márcia Martins

Aula 10 –Contribuições da Pedagogia Histórico-Crítica ao Ensino Infantil
EXPOSITORAS: Alessandra Arce e Lucinéia Lazaretti

Aula 11 – Contribuições da Pedagogia Histórico-Crítica ao Ensino Fundamental
EXPOSITORES: Jeferson Gonzalez, Larissa Quacchio e Lucas Teixeira

Aula 12 –Contribuições da Pedagogia Histórico-Crítica ao Ensino Médio
EXPOSITORES: Ricardo Eleutério dos Anjos e Tiago Nicola Lavoura

Aula 13 - Educação Especial na Perspectiva da Pedagogia Histórico-Crítica
EXPOSITORES: Marilda Gonçalves Dias Facci, Silvana Tuleski, Sônia Maria Shima Barroco e Régis Henrique dos Reis Silva

Aula 14 – Formação de Professores na Perspectiva da Pedagogia Histórico-Crítica
EXPOSITORES: José Claudinei Lombardi, Luciana Coutinho e Newton Duarte

Aula 15 - Conclusão: Possibilidades e Perspectivas
EXPOSITORES: Dermeval Saviani e José Claudinei Lombardi

Para download: "A TRANSIÇAO DO FEUDALISMO PARA O CAPITALISMO: UM DEBATE"

A TRANSIÇAO DO FEUDALISMO PARA O CAPITALISMO: UM DEBATE
DOBBY, Maurice. Et all. 
Editora Paz e Terra
ano de edição: 2010
edição: 5ª

Link para download:

SINOPSE

A constituição do capitalismo foi um processo longo, durante o qual conviveram estruturas características do feudalismo com novas formas de exploração econômica. Os autores discutem, neste livro, as questões que marcaram e definiram a transição do feudalismo para o capitalismo: o papel do comércio na Idade Média, a evolução das rendas no período, as origens econômicas das cidades medievais, o fim da escravidão na Europa Ocidental e a relação entre campo e cidade.

sábado, 22 de abril de 2017

Para download: "Lenin reactivado: hacia una política de la verdad"


Lenin reactivado. Hacia una política de la verdad
Sebastian Budgen, Stathis Kouvelakis y Slavoj Zizek (eds.)
320 p.
Ediciones Akal, S. A., 2010
1.ª reimpresión, 2013
ISBN: 978-84-460-2869-7
Impreso en España




LINK PARA DOWNLOAD:





Índice general

Introducción. Repetir Lenin (Sebastian Budgen, Stathis Kouvelakis
y Slavoj Zizek)

PRIMERA PARTE
Recuperar a Lenin
1. El Uno se divide en Dos (Alain Badiou) 
2. ¿Leninismo en el siglo XXI? Lenin, Weber y la política de la
responsabilidad (Alex Callinicos)
3. Lenin en la era posmoderna (Terry Eagleton)
4. Lenin y el revisionismo (Fredric Jameson)
5. Un gesto leninista hoy. Contra la tentación populista (Slavoj Zizek)

SEGUNDA PARTE
Lenin en la filosofía
6. Lenin y el camino de la dialéctica (Savas Michael-Matsas)
7. El redescubrimiento y la persistencia de la dialéctica en la filosofía
y la política mundiales (Kevin B. Anderson)
8. «¡Saltos! ¡Saltos! ¡Saltos!» (Daniel Bensaïd)
9. Lenin como lector de Hegel. Hipótesis para una lectura de los
Cuadernos de Lenin sobre La ciencia de la lógica (Stathis
Kouvelakis)

TERCERA PARTE
Guerra e imperialismo
10. El momento filosófico en la política determinada por la guerra:
Lenin 1914-1916 (Etienne Balibar)
11. Del imperialismo a la globalización (Georges Labica) 
12. Lenin y la Herrenvolk democracia (Domenico Losurdo) 

CUARTA PARTE
La política y su sujeto
13. Lenin y el partido, 1902-noviembre de 1917 (Sylvain Lazarus) 
14. Lenin el Justo, o el marxismo sin reciclar (Jean-Jacques Lecercle)
15. Lenin y el Gran Despertar (Lars T. Lih)
16. Qué hacer hoy con ¿Qué hacer?, o el cuerpo del general intellect
(Antonio Negri) 
17. Lenin y la hegemonía. Los sóviets, la clase obrera y el partido en
la Revolución de 1905 (Alan Shandro) 


Lenin reactivado es un llamamiento de algunos de los principales teóricos marxistas del mundo para recuperar la atención que merece la importante figura de Lenin. Como explican los editores del libro, fue Lenin quien hizo del pensamiento de Marx algo explícitamente político, quien lo extendió más allá de los límites de Europa y quien, finalmente, lo puso en práctica. Insisten, además, en la urgente necesidad de releer a Lenin ahora que el capitalismo global parece la única alternativa, el sistema democrático-liberal se ha erigido como forma superior de organización política de la sociedad y resulta más fácil imaginar el fin del mundo que un cambio en el modelo de producción. Si Lenin reestructuró el pensamiento de Marx según las condiciones históricas de 1914, Lenin reactivado insta a una reinterpretación del proyecto revolucionario para el momento presente. En estos ensayos, Lenin se enfrenta cara a cara con los problemas actuales, como la guerra, el imperialismo, el imperativo de construir una intelligentsia asalariada, la necesidad de inclusión de los éxitos de la burguesía y la modernidad en el proyecto social, y el amplio fracaso de la socialdemocracia. Demostrando que la variedad y el partidismo no son mutuamente excluyentes, como se suele decir, este libro plantea la tesis contraria: en la actualidad la verdad sólo puede articularse desde posiciones partidistas. [Texto tomado de la web de Akal].

sexta-feira, 21 de abril de 2017

"Há torturas que só as mulheres entendem", diz autora de livro sobre nazismo

Jornalista britânica conta a história do campo de concentração para mulheres

"Olga[Benario Prestes], por sua vez, foi uma das prisioneiras mais corajosas de Ravensbrück. Mesmo sofrendo a dor de estar separada de sua filha, assumiu um papel de liderança e protegeu as prisioneiras mais fracas. Defendeu rigorosamente o comunismo, e por isso não era popular em alguns grupos. Mas foi uma mulher determinada até o final, quando foi enviada para a câmara de gás." (Sarah Helm)


   
POR RENATO GRANDELLE


O campo visto do telhado da administração, em fotografia de 1941 - Reprodução


RIO — Mesmo localizado a apenas 80 quilômetros do Norte de Berlim, o coração do Terceiro Reich, o campo de concentração de Ravensbrück tem uma história muito menos conhecida e estudada do que as edificações de Auschwitz e Dachau.

Para a jornalista britânica Sarah Helm, autora do livro "Ravensbrück" (editora Record), a instalação criada exclusivamente para mulheres dá uma contribuição inestimável para a narrativa do império de Hitler. Foi construída antes da guerra, e foi a última a receber sua câmara de gás, o que só ocorreu no início de 1945. Entre os dois fatos, foi cenário da transformação da sociedade alemã e da escalada de horrores da Segunda Guerra Mundial.

Ravensbrück mostra também que o campo de concentração não era um fardo destinado apenas a judeus. De fato, apenas 10% de sua população era constituída por seguidoras da religião. A maioria das 130 mil mulheres que passaram por lá eram "associais" — nome que abrangia um amplo leque de indesejáveis pelo regime nazista, de prostitutas a deficientes —, prisioneiras políticas e integrantes de grupos de resistência de territórios invadidos.

Também não havia um espírito de união e cumplicidade entre as prisioneiras. Compartilhavam o ódio pelas guardas, mas, de resto, o clima era de disputa: as escolhidas para gerenciar blocos do campo de concentração aproveitavam esta posição para dar privilégios a suas escolhidas.

Uma das mais célebres vítimas de Ravënsbruck foi a comunista Olga Benário, mulher de Luiz Carlos Prestes, e uma das principais figuras políticas do campo de concentração. Outras figuras menos conhecidas também deixaram marcas no espaço, como a guarda Joanna Langefeld, que pediu demissão por não concordar com a tortura às prisioneiras.

Em entrevista ao GLOBO, Sarah Helm detalhou a estrutura, a rotina e as atrocidades do campo de concentração.

Por que os nazistas construíram um campo de concentração exclusivamente para as mulheres?

No início do Terceiro Reich, Hitler destinou estes campos somente para homens contrários ao seu regime. Isso começou a mudar por volta de 1937, quando Heinrich Himmler, chefe da SS (a polícia nazista), assumiu a administração dos acampamentos. Ele queria aumentar sua lotação e construir um império pessoal. Os primeiros detidos foram os “associais”, pessoas que eram consideradas sem valor: mendigos, desempregados e outras “bocas inúteis”. Claro que havia mulheres nesta categoria, como por exemplo prostitutas. Com a aproximação da guerra, Himmler percebeu que o número de prisões cresceria nos países ocupados, e por isso resolveu criar um campo de concentração feminino. Além disso — e pode parecer contraditório —, Himmler era uma espécie de puritano, e provavelmente pensou que seria “correto” separar as pessoas por sexo. E estabeleceu algumas diferenças nas regras: as guardas usavam cães em vez de armas, porque Himmler achava que mulheres sentem mais medo de cachorros do que os homens. Depois de alguns anos, todos os presos foram enviados para os mesmos locais de extermínio, como Auschwitz.

Apenas 10% das prisioneiras eram judias. Como os nazistas decidiam quem iria para o local?

Pela nacionalidade. No início da guerra, as presas eram alemãs ou austríacas, já que a ocupação de outros países ainda não havia começado. Depois das opositoras do regime e das “associais”, e com o avanço do Exército de Hitler, todos os tipos de mulheres eram enviadas ao campo. Os nazistas precisavam de mão de obra para fabricar munição.

Houve muitas revoltas entre as prisioneiras?

Sim. Uma das manifestações mais impressionantes foi realizada pelas “coelhas”, como eram chamadas as vítimas de experiências médicas. Elas realizaram uma marcha até o escritório do comandante do campo e exigiram o fim dos testes a que eram submetidas. Outra forma de protesto era a sabotagem do uniforme que elas eram obrigadas a costurar para os soldados alemães que lutavam no front oriental: elas afrouxavam a costura para que a roupa não pudesse ser usada.

Por que Himmler tinha um interesse especial por Ravensbrück?

São vários motivos e um deles era ver mulheres sofrendo. Mas a visita também era conveniente porque ele mantinha uma amante em uma fazenda nas proximidades. Assim, quando ia vê-la, podia dizer que tinha ido a Ravensbrück. No fim da guerra, alegando que inspecionaria o acampamento, ele organizava reuniões secretas na região para negociar tratados de paz com os Aliados.

Como era o relacionamento entre as guardas e as prisioneiras?

As mulheres detidas odiavam suas vigias, que eram vistas como tiranas que gostavam de promover o terror. Mas algumas eram consideradas humanas até certo ponto, porque protestaram contra maus tratos no campo. E também havia presas que, por terem maior nível de escolaridade, debochavam das guardas.


Havia divisões entre grupos de prisioneiras?

Sim. A SS não tinha condições de manter os campos sem a colaboração das detidas. Muitas concordavam em trabalhar como gerentes de blocos e aproveitavam esta posição para beneficiar suas amigas. Nos primeiros anos, a SS deu os cargos às “associais”, para evitar que as prisioneiras políticas assumissem o poder. A tática deu certo no começo, mas depois presas como Olga Benário conquistaram espaço.


Duas personalidades, de lados opostos, marcaram a história do campo: Olga Benário e Joanna Langefeld. Qual foi o papel desempenhado por elas?

Langefeld era uma guarda que tinha reservas sobre o modo como o campo era administrado. Pediu demissão porque não concordava com algumas ordens. Ainda assim, respeitou Hitler e Himmler até o fim. Olga, por sua vez, foi uma das prisioneiras mais corajosas de Ravensbrück. Mesmo sofrendo a dor de estar separada de sua filha, assumiu um papel de liderança e protegeu as prisioneiras mais fracas. Defendeu rigorosamente o comunismo, e por isso não era popular em alguns grupos. Mas foi uma mulher determinada até o final, quando foi enviada para a câmara de gás.

Para saber mais sobre a vida de Olga Benario Prestes frente à gigantesca e cruel máquina do Terceiro Reich, que a considerava uma “comunista perigosa”, leia o novo lançamento da Boitempo Editorial, recheado de documentos inéditos: Olga Benario Prestes: uma comunista nos arquivos da Gestapo, de autoria da historiadora Anita Leocadia Prestes. MAIS INFORMAÇÕES CLIQUE AQUI.


Que tipo de experimentos médicos ocorreram no campo?

As mulheres eram usadas para testar os efeitos de uma droga chamada sulfonamida, adotada para curar feridos no campo de batalha. Os médicos de Ravensbrück eram instruídos a recriar condições que ocorriam no front, infectando as pernas das detidas com gangrena, tétano, quebrando ossos e até atirando nelas. Também houve exames para monitorar como elas reagiam a doenças como sífilis e gonorreia. E algumas mulheres foram enviadas para experiências no campo masculino de Dachau. Um dos testes tinha como objetivo ver se pilotos de avião, abatidos perto de mares congelados, conseguiam se recuperar ao ver mulheres nuas e ter relações sexuais.

Como Ravensbrück pode aumentar nosso conhecimento sobre a Segunda Guerra Mundial?

O campo mostra muitas histórias que não aconteceram em Dachau e Auschwitz, e por ter sido aberto às vésperas da guerra nos dá uma visão única do desenvolvimento da ideologia e dos métodos nazistas. Além disso, é um lugar único para estudar até onde pode chegar a depravação. Há torturas que só as mulheres entendem. As detidas tinham que entregar seus filhos, que eram levados para outros campos, e depois enviados de volta, só para que as mães os vissem morrendo. E, na libertação do campo, quando os nazistas já haviam deixado a região, os soldados do Exército Vermelho perseguiram as prisioneiras para estuprá-las. Ravensbrück foi a capital do crime contra a mulher.


FONTE: O Globo


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Olga Benario Prestes, uma comunista nos arquivos da Gestapo

Novo livro da historiadora Anita Leocadia Prestes
Publicação Boitempo Editorial

Da Gestapo à memória do Brasil

Esta breve narrativa biográfica contém não apenas preciosidades históricas e raridades documentais – que, por si sós, já valeriam a leitura –, ela oferece a perfeita dimensão da luta diária de Olga Benario Prestes por seus ideais, mesmo nas condições mais adversas. A resistência da jovem revolucionária diante da gigantesca e cruel máquina do Terceiro Reich, que a considerava uma “comunista perigosa”, parece ainda pulsar nestas páginas, como se seu coração, calado há 75 anos, ainda batesse. Um coração intrépido, que, encarcerado, soube conjugar a luta política, o amor pelo grande companheiro e a preocupação com a educação da filha, de quem fora afastada prematuramente.

Após a abertura dos arquivos da Gestapo, essa filha, a historiadora Anita Leocadia Prestes, debruçou-se sobre as cerca de 2 mil páginas a respeito de Olga, recheadas de documentos inéditos, para trazer à tona informações até então desconhecidas. Mais do que peças faltantes no quebra-cabeça da história, os documentos aqui reproduzidos, especialmente a correspondência inédita entre Olga e Luiz Carlos Prestes, nos permitem enxergar o presente com outros olhos.

Ficha técnica

autor
Anita Leocadia Prestes
título original
Olga Benario Prestes
páginas
144
Peso
350 gr
ano de publicação
2017
isbn
9788575595497



terça-feira, 18 de abril de 2017

Dossiê "Gramsci, diálogos inéditos

Na edição do mês de abril, já nas bancas, a Revista CULT publica um dossiê sobre o pensamento de Antonio Gramsci, organizado pelo professor Alvaro Bianchi. Segundo o seu organizador, o dossiê procura apresentar uma pequena amostra dos novos estudos gramscianos no Brasil e na Itália, resultando em um quadro variado a permitir ao leitor reconhecer o estado atual das pesquisas e suas novas direções.

Artigos que formam o dossiê:




Por Alvaro Bianchi
Os novos estudos e a recepção de seu pensamento na atualidade
(Arte Andreia Freire)


Por Alvaro Bianchi
O pensamento de Antonio Gramsci demonstra vitalidade na periferia do capitalismo, 80 anos após sua morte
Giulia Schucht com seus filhos Delio e Giuliano, anos 1930 (Foto: Reprodução)


Por Daniela Mussi e Alvaro Bianchi
O artista brasileiro é o autor de um dos mais antigos retratos feitos de Gramsci
Desenho de Lívio Abramo, "Retrato ideal de Antonio Gramsci", 1932/ (Acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná [MAC-PR])


Por Guido Liguori
Gramsci confere originalidade a muitas das categorias mais importantes do pensamento político contemporâneo
Montagem sobre cadernos do cárcere de Gramsci (Arte: Andreia Freire)


Por Daniela Mussi
Gramsci é um legítimo representante da revolução derrotada que amaldiçoa os vencedores
(Arte Andreia Freire)


Por Giancarlo Schirrù
Para o filósofo, o processo de elaboração crítica da filosofia começa a partir da linguagem
(Arte Andreia Freire)