domingo, 28 de agosto de 2016

domingo, 21 de agosto de 2016

PARA DOWNLOAD: Rosa Luxemburg, Karl Liebknecht, La revolución alemana de 1918-19

LINK PARA DOWNLOAD: 

Rosa Luxemburg, Karl Liebknecht, La revolución alemana de 1918-19, Madrid: Fundación Federico Engels, 2009.



ÍNDICE

EL CONGRESO DE LA LIGA ESPARTAQUISTA
Primera sesión. Necesidad de un nuevo partido
Segunda sesión. A favor o en contra de la Asamblea Constituyente
Tercera sesión. Discusión del problema sindical alemán
Cuarta sesión. El programa espartaquista
Quinta sesión. Espartaquistas y delegados revolucionarios
Clausura del Congreso 

TESTAMENTOS POLÍTICOS DE ROSA LUXEMBURG Y KARL LIEBKNECHT
El orden reina en Berlín
A pesar de todo

MANIFIESTO DEL PARTIDO COMUNISTA ALEMÁN

APÉNDICES
A la memoria de Karl Liebknecht (Karl Radek)
Enero Rojo en Berlín (Romain Rolland)
En memoria de nuestros asesinados en enero de 1919 (Hermann Duncker)
Revolucionario o reformista (Rosa Luxemburg contra el reformismo) (Hermann Duncker)


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Edições da Revista Seiva para download

A revista dos comunistas em pleno Estado Novo

A sobrevivência do Comitê Regional da Bahia do então chamado Partido Comunista do Brasil (PCB) após a forte repressão do Estado no governo de Getúlio Vargas em 1935 contribuiu para que alguns comunistas baianos enveredassem pelo caminho das letras através da articulação e produção de uma revista ainda pouco estudada, e que foi relevante para a afirmação dos comunistas baianos. A revista Seiva circulou entre 1938 e 1941. Tornou-se a primeira Revista antifascista a circular no cenário do Estado Novo, por isso, teve a princípio característica literária. Ao longo das 18 edições a Revista reverberou mesmo que não abertamente o sentido de luta, a defesa do nacionalismo, o combate ao imperialismo e a importância dos intelectuais na libertação dos povos da América. Através da diversidade dos textos, a Seiva discutiu o negro na Bahia e Brasil, o materialismo dialético, a situação operária, a cultura e os conflitos de seu tempo. 

LINKS PARA DOWNLOAD DAS EDIÇÕES DISPONÍVEIS NA BIBLIOTECA VIRTUAL CONSUELO PONDÉ:

Revista Seiva Ano I n° 1 (dezembro de 1938)
http://200.187.16.144:8080/jspui/handle/bv2julho/922


Revista Seiva Ano I n° 2 (janeiro de 1939)
http://200.187.16.144:8080/jspui/handle/bv2julho/923


Revista Seiva Ano I n° 5 (setembro de 1939)
http://200.187.16.144:8080/jspui/handle/bv2julho/924


Revista Seiva Ano II n° 7 (setembro de 1940)
http://200.187.16.144:8080/jspui/handle/bv2julho/925


Revista Seiva Ano II n°8 (dezembro de 1940)
http://200.187.16.144:8080/jspui/handle/bv2julho/926


Revista Seiva Ano III n° 10 (outubro de 1941)
http://200.187.16.144:8080/jspui/handle/bv2julho/927


Revista Seiva Ano III n° 11 (dezembro de 1941)
http://200.187.16.144:8080/jspui/handle/bv2julho/928



LEIA ABAIXO A ENTREVISTA DE JOÃO FALCÃO, QUE DURANTE O ESTADO NOVO TEVE A TAREFA DE EDITAR A REVISTA SEIVA, FURANDO O CERCO ÀS PUBLICAÇÕES COMUNISTAS.



PARA DOWNLOAD: Friedrich Engels, La guerra de los campesinos en Alemania

LINK PARA DOWNLOAD:

Friedrich Engels, La guerra de los campesinos en Alemania [1524-1525] (Der deutsche Bauernkrieg, 1850), La Habana: Editorial de Ciencias Sociales, 1974. 

Índice:
I. La situación económica y la estructura social de Alemania
II. Los grandes grupos de la oposición y sus ideologías. Lutero y Münzer
III. Los movimientos precursores de la gran guerra campesina entre 1476 y 1517
IV. La sublevación de la nobleza
V. La guerra de los campesinos en Suabia y Franconia
VI. La guerra de los campesinos en Turingia, Alsacia y Austria
VII. Las consecuencias de la guerra de los campesinos


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Data venia, ministra Cármen Lúcia, o cargo é de "presidente" ou "presidenta"

O professor Pasquale Cipro Neto, na Folha de São Paulo, hoje (18/08/16), dá duas aulas a Carmem Lúcia, ao explicar que a forma é usada há décadas e devidamente dicionarizada.
A primeira, de Português: ‘Data venia’, Excelência, o cargo é de presidente ou presidenta.(…)
A segunda, de boa educação: “Tenho profundo respeito pela ministra Cármen Lúcia, não só pela liturgia do cargo, mas também e sobretudo pela altivez com que o professa. Justamente por isso, ouso dizer que teria sido melhor ela ter dito simplesmente “Prefiro presidente”. (O professor Pasquale dá lição de português e de boas maneiras a Carmem Lúcia, por Fernando Brito, no Tijolaço)


Data venia, ministra Cármen Lúcia, o cargo é de "presidente" ou "presidenta"

Por Pasquale Cipro Neto

Na sessão de 10.ago, o atual presidente do STF disse o seguinte: "Então eu concedo a palavra à eminente ministra Cármen Lúcia, nossa presidenta eleita... Ou presidente?". A resposta da ministra foi esta: "Eu fui estudante e eu sou amante da língua portuguesa, eu acho que o cargo é de presidente, não é não?". 'Data venia', Excelência, o cargo é de presidente ou presidenta.

Essa questão atormenta o país desde que Dilma Rousseff venceu a primeira eleição e disse que queria ser chamada de "presidenta", porque, para ela, a forma feminina acentua a sua condição de mulher, a primeira mulher a presidir o país.

Esse argumento me parece frouxo e um tanto infantil. O que acentua o fato de Dilma ser mulher é justamente o fato de ela ser mulher, mas respeito a escolha dela e os que acham justo esse argumento.

A ministra do Supremo Tribunal Federal Carmén Lúcia


O que não se pode, de jeito nenhum, é ditar "regras" linguísticas totalmente desprovidas de fundamento técnico, mas foi justamente isso o que mais se viu/ouviu/leu desde que Dilma manifestou a sua preferência por "presidenta", forma que não foi inventada por ela.

Na bobajada que se lê na internet, o argumento mais frequente é justamente o da inexistência de "serventa", "adolescenta" etc., como se a língua fosse regida unicamente por processos cartesianos.

Não é, caro leitor. Se assim fosse, não teríamos como fatos consagrados inúmeros casos que nem de longe seguem a lógica. Ou será que no padrão culto se registra algo como "Fulano suicidou"? Pela "lógica", seria essa a forma padrão, mas...

A língua não funciona assim. Um exemplo: às vezes, o falante não tem noção histórica da formação de um termo e acrescenta algo que "ressuscite" o seu sentido literal. É isso que explica, por exemplo, a pronominalização de "suicidar" ("Ele se suicidou", "Tu te suicidarias?"). O verbo não é "suicidar"; é "suicidar-se". Pode procurar no "Houaiss" etc.

A terminação "-nte", que vem do particípio presente latino, forma (em português e em outras línguas) adjetivos e substantivos que indicam a noção de "agente" ("pedinte", "caminhante", "assaltante").

99,9999% desses termos não têm variação; o que varia é o artigo ou outro determinante (o/a viajante, o/a estudante, nosso/nossa comandante), mas é claro que há exceções.

Uma delas é justamente "presidenta", registrada há mais de um século. Na sua edição de 1913, o dicionário de Cândido de Figueiredo registra "presidenta", como "neologismo". Um século depois, esse "neo-" perdeu a razão. A edição de 1939 do "Vocabulário Ortográfico" registra o termo. A última edição de cada um dos nossos mais importantes dicionários e a do "Vocabulário Ortográfico" também registram.

Deve-se tomar muito cuidado quando se usa como argumento o registro num dicionário. Nada de dizer que "a palavra existe porque está no dicionário"; é o contrário, ou seja, a palavra está no dicionário porque existe, porque tem uso em determinado registro linguístico.

Tenho profundo respeito pela ministra Cármen Lúcia, não só pela liturgia do cargo, mas também e sobretudo pela altivez com que o professa. Justamente por isso, ouso dizer que teria sido melhor ela ter dito simplesmente "Prefiro presidente".

Aproveito para lembrar que não tenho feicibúqui, tuíter, instagrã etc., portanto toda a bobajada internética a mim atribuída é falsa. É isso.



Os comunistas e a Constituinte de 1946 (70º aniversário da Constituição de 1946)

A atuação do PCB na Constituinte de 1946 contém ensinamentos importantes para quem se interessa pela história dos comunistas brasileiros, mas também constitui valiosa experiência para as forças democráticas e progressistas no Brasil de hoje. 

Os comunistas e a Constituinte de 1946  – por ocasião do 60º aniversário da Constituição de 1946 

POR ANITA LEOCADIA PRESTES

Artigo publicado em Estudos Ibero-Americanos. PUCRS, v. XXXII, n. 2, p. 171-186, dezembro 2006. 

Neste artigo faz-se uma apreciação do contexto sócio-político presente no Brasil durante o ano de 1945. Destaca-se a atividade dos comunistas, voltada para a luta pela convocação de uma Assembléia Constituinte livremente eleita. Com a convocação de eleições para a Assembléia Constituinte, os comunistas elegem uma bancada, cuja atuação na Constituinte de 1946 é analisada no artigo. 

CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA LER O TEXTO EM PDF:

Bancada do PCB na Assembleia Constituinte de 1946, composta de um senador (Luiz Carlos Prestes) e 14 deputados (Gregório Bezerra, José Maria Crispim, Maurício Grabois, Claudino José da Silva, Joaquim Batista Neto, Osvaldo Pacheco, Abílio Fernandes, Alcides Sabença, Agostinho Dias de Oliveira, João Amazonas, Carlos Marighela, Milton Caires de Brito, Alcedo Coutinho e Jorge Amado). Rio de Janeiro, 1946.

Em destaque, da esquerda para a direita: Carlos Marighela, Luiz Carlos Prestes e Gregório Bezerra. Rio de Janeiro, 1946.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

La escuela siempre es una escuela de clase (la obra "Educación y lucha de clases",de Aníbal Ponce, en y desde el siglo XXI)

LENIN alguna vez dijo: "Alguien nos reprocha el hacer de la escuela una escuela de clase: pero la escuela ha sido SIEMPRE una escuela de clase.".
RESEÑA de una nueva edición de  Educación y lucha de clases, de Aníbal Ponce
Por Cinthia Wanschelbaum, docente de la Universidad Nacional de Luján (Argentina) y autora de un amplio estudio introductorio que precede la referida edición

Reseña publicada en PERFILES EDUCATIVOS, Núm. 149, vol. XXXVII, julio-septiembre 2015, pp. 219-228.


Educación y lucha de clases
Aníbal Ponce
Buenos Aires, Ediciones Luxemburg, 2014


A 80 años del conjunto de conferencias que originaran el libro Educación y lucha de clases, Ediciones Luxemburg de Argentina decidió reeditarlo junto a un ensayo introductorio cuyo objetivo es analizar la obra ponciana en y desde el siglo XXI.


Obras completas de Mikhail Bakunin (em espanhol) disponível para download!



Mijaíl Bakunin - Obras Completas (5 tomos) - La Piqueta

Enlace [GDrive]: Obras Completas de Bakunin


Tomo 1: 
-Prefacio, Sam Dolgoff
-Prólogo, Max Nettlau
-Cartas a un francés sobre la crisis actual (1870)
-Carta. La situación política de Francia (Marsella) primera quincena de octubre de 1870
-El despertar de los pueblos (Fragmento)
-Carta a Esquiros (Alrededores de Marsella, 20, de octubre de 1870) 

 Tomo 2:
-Prefacio, Sam Dolgoff
-Prólogo, Max Nettlau
-El imperio knutogermánico y la revolución social. Primera entrega
……..La alianza rusa y la rusofobia de los alemanes.
……..Historia del liberalismo alemán
-Fragmento
-La Comuna de París y la noción del Estado
-Advertencia para el imperio knutogermánico
-Tres conferencias a los obreros del Valle de Saint-Imier 

 Tomo 3:
-Prefacio, Sam Dolgoff
-Prólogo, Max Nettlau
-Federalismo, socialismo y antiteologismo (Ginebra, 1867)
………Proposición al Comité de la Liga de la Paz
………Fragmento
-Apéndice: Consideraciones filosóficas sobre el fantasma divino, sobre el mundo real y sobre el hombre
………1.-El sistema del mundo
………2.-El hombre. Inteligencia, voluntad
………3.-Animalidad, humanidad
………4.-La religión
………5.-Filosofía. Ciencia 

Tomo 4:
-Prefacio, Sam Dolgoff
-Prólogo, Max Nettlau
-El imperio knutogermánico y la revolución social. Segunda entrega (1871)
-Dios y el Estado
-El principio del Estado (1871)
-Los osos de Berna y el oso de San Petersburgo (1870)

Tomo 5:
-Prefacio de Sam Dolgoff
-Prólogo de Max Nettlau
-Estatismo y anarquía (1873)
………Apéndice A
………Apéndice B
-Adónde ir y qué hacer
-Poscriptum al prólogo, de Max Nettlau
-Índice de nombres 



Aldeias em insegurança alimentar grave

Relatório aponta falta de terra como causa de fome entre indígenas

Por Leonardo Sakamoto

Imagine uma comunidade em que 100% das famílias encontram-se em algum grau de insegurança alimentar e nutricional. Para ter uma ideia do que isso significa, considerando o país inteiro, o índice é de 22,6% da população.

Isso seria uma tragédia sem comparações, motivo para governos serem obrigados a se justificarem e ao país – como um todo – ser espinafrado pela mídia nacional e internacional.

Seria. Se as comunidades afetadas não fossem indígenas. Que, como sabemos, são invisíveis.

A Fian Brasil, em parceria com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), realizou uma pesquisa para medir a insegurança alimentar e nutricional em três comunidades Guarani e Kaiowá do Mato Grosso do Sul – Guaiviry, Apyka’i e Kurusu Ambá. As três são palco de disputas por territórios tradicionais e tiveram lideranças assassinadas.

Em 2013, 4,8% dos domicílios brasileiros com pessoas com menos de 18 anos se encontravam em insegurança alimentar grave. Enquanto isso, nas comunidades indígenas avaliadas, esse índice era de 28%.

Em 76% dos domicílios da pesquisa, a pessoa entrevistada afirmou que, no mês anterior a setembro de 2013, houve ocasião em que crianças e jovens da casa passaram um dia todo sem comer e foram dormir com fome, porque não havia alimento.

Menos de 40% recebiam o Bolsa Família.

A análise dos dados, que está sendo divulgada agora, aponta como causas estruturantes do problema de acesso aos alimentos, a falta de respeito, proteção e promoção dos direitos ao território e à sua identidade cultural.

Cerca de 98% das terras indígenas brasileiras estão na região da Amazônia Legal. Elas reúnem metade dos povos indígenas. A outra metade está concentrada nos 2% restantes do país. Sem demérito para a justa luta dos indígenas do Norte, o maior problema se encontra no Centro-Sul, mais especificamente no Mato Grosso do Sul – que concentra a segunda maior população indígena do país, só perdendo para o Amazonas. Há anos, eles aguardam a demarcação de mais de 600 mil hectares de terras, além de algumas dezenas de milhares de hectares que estão prontos para homologação ou emperrados por conta de ações na Justiça Federal por parte de fazendeiros.

Ao longo dos anos, os Guaranis Kaiowá foram sendo empurrados para reservas minúsculas, enquanto fazendeiros, muitos dos quais ocupantes irregulares de terras, esparramaram-se confortavelmente pelo Estado. Incapazes de garantir qualidade de vida, o confinamento em favelas-reservas acaba por fomentar altos índices de suicídio e de desnutrição infantil, além de forçar a oferta de mão de obra barata. Pois, sem alternativas, tornam-se alvos fáceis para os aliciadores e muitos acabaram como escravos em usinas de açúcar e álcool no próprio Estado nos últimos anos.

E isso quando esse “território'' não se resume a barracas de lona montadas no acostamento de alguma rodovia com uma excelente vista para a terra que, por direito, seria deles. Em outras palavras, no Mato Grosso do Sul, a questão fundiária envolvendo comunidades indígenas provoca fome, suicídios e mortes.

O relatório “O Direito Humano à Alimentação Adequada e à Nutrição do povo Guarani e Kaiowá'' será apresentado, nesta terça (16), às 14h, no Auditório 1 da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília.