sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Biblioteca revolucionaria (biblioteca digital)

Biblioteca revolucionaria - Mas de 100 autores, 2000 libros y documentos 


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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Camilo Cienfuegos: 87 anos do carismático revolucionário cubano

Um tributo a Camilo Cienfuegos, nascido em 6 de fevereiro de 1932



Um dia como hoje Camilo ficaria feliz

Camilo era um homem que amava tarefas difíceis; poderíamos dizer que ele era um homem que amava as dificuldades, que sabia como enfrentá-las e era capaz de realizar proezas nas circunstâncias mais incríveis

Por Fidel Castro Ruz 

Eu sei que se ele estivesse vivo hoje, ele, cuja imagem destruindo os muros de uma fortaleza para transformá-la em escola ficou tão gravada em todos nós, ele ficaria feliz com sua Revolução e seu povo, e faria o que estamos fazendo tudo (...)

Camilo era um homem que amava as tarefas difíceis; poderíamos dizer que era um homem que amava as dificuldades, sabia como enfrentá-las e era capaz de realizar proezas nas mais incríveis circunstâncias (...).

Camilo foi muito claro sobre o que significava a Revolução não em vão teve antecedentes revolucionários em sua família, não em vão foi humilde trabalhador, não em vão bebeu das ideias revolucionárias desde o berço, não em vão teve tremendo temperamento revolucionário, não em vão ele tinha uma grande alma revolucionária. (...)

A história de Camilo adquire todo o seu significado, não só pelo que fez, não só pelos seus heróicos feitos de luta, mas também pelas suas ideias, pelos seus conceitos, para os seus propósitos, profundamente revolucionário. É por isso que eu disse que em um dia como hoje Camilo ficaria feliz, e se houver uma luta pela frente, mais feliz ainda; se houver dificuldades, mais feliz; se houver um desafio, mais feliz; se as injustiças continuarem a ser corrigidas, mais feliz; e se a luta heróica e histórica de nosso povo contra o império for mantida em todo o seu vigor, mais feliz seria Camilo!

O caminho do nosso povo, a marcha firme do nosso povo, sem claudicação ou hesitação, suas conquistas em meio à agressão e ao bloqueio, suas perspectivas futuras, tenho certeza de que teriam impressionado Camilo extraordinariamente.

É necessário que hoje, quando nos lembramos dele com tanto carinho, tenhamos em mente que: ele desapareceu cedo, o quanto ele poderia ter feito nestes anos! Mas o importante é que as coisas pelas que ele lutou com paixão e para as quais deu sua vida, estão sendo feitas e foram feitas, e este povo seja o mesmo ao que ele falou lá no velho Palácio, quando disse que a testa não se curvaria, tão só diante dos mortos, para dizer-lhes um dia que a Revolução foi cumprida.

FONTE: Granma

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

VENEZUELA: MADURO, UM GOVERNO ILEGÍTIMO?

Um texto para ler, refletir e, sobretudo, DIVULGAR




Ilegítimo por quê?

Por Pasqualina Curcio


Teriam feito esta pergunta aqueles que afirmam que Nicolás Maduro é um ditador, um usurpador e que o período 2019-2025 carece de legitimidade? Ou somente repetem o que escutam?

Os 12 países reunidos em Lima começaram a posicionar esta matriz de opinião. No comunicado deles lê-se: “… o processo eleitoral realizado na Venezuela em 20 de maio de 2018 carece de legitimidade por não ter contado com a participação de todos os atores políticos venezuelanos, nem com a presença de observadores internacionais independentes, nem com as garantias e padrões internacionais necessários para um processo livre, justo e transparente. ”

Os dirigentes da oposição venezuelana, referimo-nos à não democrática, repetem sem cessar, e obviamente sem argumentação, que Maduro é um usurpador.

Em um ato de desespero, o próprio Vice-Presidente dos EUA Mike Pence, ao ver-se obrigado a convocar pessoalmente a marcha opositora para 23 de janeiro, devido à incompetência dos dirigentes opositores, insistiu e repetiu que o Presidente Nicolás Maduro é um ditador, usurpador e ilegítimo.

A estratégia é clara, repetir mil vezes a mentira para torná-la verdade.

Vamos desmontar a mentira:

1. foram feitas eleições presidenciais. Ocorreram em 20 de maio de 2018, ou seja, antes de 10 de janeiro de 2019, momento em que, de acordo com os artigos 230 y 231 da Constituição, termina o período presidencial 2013-2019. A Constituição estaria sendo violada se as eleições tivessem sido realizadas após 10 de janeiro de 2019, ou, pior ainda, se não tivessem sido realizadas.

2. foi a oposição venezuelana quem solicitou a antecipação das eleições. Foram realizadas em maio e não em dezembro, como era feito tradicionalmente, porque foi a oposição que solicitou, no marco do diálogo na República Dominicana, que fossem realizadas no primeiro trimestre de 2018.

3. Na Venezuela o voto é um direito, não um dever. Aqueles que, de forma livre, embora influenciados por algumas organizações políticas não democráticas que convocaram à abstenção, decidiram não votar, estão em seu pleno direito, mas de forma alguma torna ilegítimo o processo eleitoral, mais ainda quando isso implicaria desconhecer e desrespeitar os 9.389.056 que decidiram votar e exerceram democraticamente seu direito ao sufrágio.

4. participaram 16 partidos políticos na disputa eleitoral (PSUV), (MSV), (Tupamaro), (UPV), (Podemos), (PPT), (ORA), (MPAC), (MEP), (PCV), (AP), (MAS) (Copei) Esperanza por el Cambio, (UPP89). Na Venezuela não é obrigatório que todos os partidos políticos participem dos processos eleitorais. Estão em seu pleno direito de decidir se participam ou não. Justamente porque o nosso sistema é democrático. O fato de que 3 partidos (AD, VP e PJ) decidiram livremente não participar, não torna ilegítimo o processo eleitoral.

5. Postularam-se 6 candidatos: Nicolás Maduro, Henri Falcón, Javier Bertucci, Reinaldo Quijada, Francisco Visconti Osorio e Luis Alejandro Ratti (os dois últimos decidiram se retirar).

6. Maduro ganhou com uma ampla margem, obteve 6.248.864 votos, 67,84%; seguiram-lhe Henri Falcón com 1.927.958, 20,93%; Javier Bertucci com 1.015.895, 10,82%, e Reinaldo Quijada obteve 36.246 votos, 0,39% do total. A diferença entre Maduro e Falcón foi de 46,91 pontos percentuais.

7. Acompanharam o processo eleitoral aproximadamente 150 pessoas, entre elas 14 comissões eleitorais de 8 países; 2 missões técnicas eleitorais; 18 jornalistas de diferentes partes do mundo; 1 Euro-parlamentar e 1 delegação técnico-eleitoral da Central Eleitoral da Rússia.

8. As eleições foram realizadas sob o mesmo sistema eleitoral empregado nas eleições parlamentares de dezembro de 2015, nas quais resultou vencedora a oposição venezuelana. Sistema que é automatizado e sujeito a auditorias antes, durante e depois dos comícios. Sistema que garante os princípios de “um eleitor, um voto”, porque somente com a impressão digital é desbloqueada a máquina de votação; e garante o “sigilo do voto”.

9. Foram realizadas 18 auditorias ao sistema automatizado. Os representantes do candidato Henri Falcón participaram nas 18 e subscreveram as atas, nas quais manifestam sua conformidade com o sistema eleitoral. As auditorias são públicas e televisionadas ao vivo pelo canal do Conselho Nacional Eleitoral. Uma vez realizadas as auditorias, o sistema é bloqueado e a única forma de ter acesso novamente é com a introdução simultânea dos códigos secretos que possui cada organização política.

10. Nenhum dos candidatos que participou no processo eleitoral impugnou os resultados. Não há provas de fraude, não apresentaram qualquer evidência ou denúncia concreta de fraude.

As eleições presidenciais de 20 de maio de 2018 foram livres, transparentes, confiáveis, seguras e de acordo com os termos da Constituição e das leis, apesar da convocação antidemocrática à abstenção por parte de um setor da oposição.

São outros os que pretendem usurpar o cargo de Presidente da República com o argumento de um suposto vazio de poder, figura que não está contemplada na nossa Constituição e a instauração de um “governo de transição”, figura que também não está prevista na Carta Magna. Como se fosse pouco, pretendem exercer o poder fora das nossas fronteiras, violando o artigo 18 da Constituição, que estabelece que Caracas é a sede dos poderes públicos.

Assim são as coisas, são outros os usurpadores, ilegítimos e antidemocráticos.

É ilegítimo e constitui uma tentativa de usurpação o fato de que alguns setores da oposição pretendam manter-se no apoio de setores estrangeiros provenientes de governos imperialistas, para exercer uma autoridade que nem o povo nem a Constituição lhes dá.

Vamos repetir mil vezes estas verdades.



terça-feira, 22 de janeiro de 2019

DIEZ FRASES DEL FILÓSOFO MARXISTA ANTONIO GRAMSCI A 128 AÑOS DE SU NACIMIENTO


22 ENE 2019

Este martes se cumple un nuevo aniversario del nacimiento del filósofo marxista y activista político italiano Antonio Gramsci (22 de enero de 1891- 27 de abril de 1937).

Conceptos gramscianos como “hegemonía” y “bloque histórico” forman parte de la cultura revolucionaria universal y su vida resulta un ejemplo de consagración a la causa de las transformaciones sociales.

Les compartimos 10 frases célebres del filósofo de Cerdeña:

“Decir la verdad es siempre revolucionario”.


“La realidad está definida con palabras. Por lo tanto, el que controla las palabras controla la realidad”.


“El poder es un centauro: mitad coerción, mitad legitimidad”.


“Todo movimiento revolucionario es romántico, por definición”.


“El reto de la modernidad es vivir sin ilusiones y sin desilusionarse”.


“La conquista del poder cultural es previa a la del poder político, y esto se logra mediante la acción concertada de los intelectuales llamados orgánicos infiltrados en todos los medios de comunicación, expresión y universitarios”.


“No se puede hablar de los no-intelectuales, por que los no-intelectuales no existen…Todos los hombres son intelectuales; pero no todos cumplen la función de intelectuales en la sociedad”.


“El viejo mundo se muere. El nuevo tarda en aparecer. Y en ese claroscuro surgen los monstruos”.


“La indiferencia es el peso muerto de la Historia”.


“El pesimismo es un asunto de la inteligencia; el optimismo, de la voluntad”.

Tomado de Cubadebate