quinta-feira, 23 de março de 2017

OS PENSADORES, COLEÇÃO COMPLETA | 55 LIVROS PARA DOWNLOAD



Dos pré-socráticos aos pós-modernos! Coleção “Os Pensadores -: 55 livros sobre os pensadores das principais escolas filosóficas em PDF, disponível para download.

Edição de 1984, publicada pela editora Abril Cultural.

LINK PARA DOWNLOAD DOS LIVROS:

Segue abaixo a lista de títulos disponíveis:

ARISTÓTELES I

ARISTÓTELES II

BACHELARD

BENJAMIN, HABERMAS, HORKHEIMER E ADORNO

BERKELEY E HUME

COMTE

CONDILLAC, HEVELTIUS E DEGÉRANDO

DESCARTES

DIDEROT

EPÍCURO, LUCRÉCIO, CÍCERO, SÊNECA E MARCO AURÉLIO

ERASMO E THOMAS MORE

ESPINOSA

FICHTE

GALILEU, BRUNO E CAMPANELLA

HEGEL

HOBBES

JEFFERSON, FEDERALISTAS, PAINE E TOCQUEVILLE

KANT I

KANT II

KIERKEGAARD

LEIBNIZ

LÉVI-STRAUSS

LOCKE

MAQUIAVEL

MARX

MERLEAU PONTY

MONTAINE

MONTESQUIEU

MOORE

NEWTON E LEIBNIZ

NIETZSCHE

PASCAL

PAVLOV E SKINNER

PEIRCE E FREGE

PIAGET

PLATÃO

ROSSEAU

SANTO AGOSTINHO

SANTO ANSELMO ABELARDO

SCHELLING

SCHOPENHAUER

STUART MILL E BENTHAM

TOMÁS DE AQUINO, DANTE, DUNSCOT E OCKHAM

VICO

VOLTAIRE

WITTGENSTEIN


segunda-feira, 20 de março de 2017

MAX WEBER: bibliografia em PDF para download, 14 livros:

O sociólogo alemão Max Weber (1864-1920) ao lado de Émile Durkheim e Karl Marx integra o trio dos grandes pensadores clássicos responsáveis pela fundação da Sociologia.

Lista de livros de Max Weber disponíveis em PDF:
A CIÊNCIA COMO VOCAÇÃO | A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO | CIÊNCIA E POLÍTICA | CONCEITOS BÁSICOS DE SOCIOLOGIA | ECONOMIA E SOCIEDADE. FUNDAMENTOS DA SOCIOLOGIA COMPREENSIVA | ENSAIOS DE SOCIOLOGIA | GRANDES CIENTISTAS SOCIAIS | HISTÓRIA AGRÁRIA ROMANA | METODOLOGIA NAS CIÊNCIAS SOCIAIS VOLUME I | METODOLOGIA NAS CIÊNCIAS SOCIAIS VOLUME II | O QUE É BUROCRACIA | OS FUNDAMENTOS RACIONAIS E SOCIOLÓGICOS DA MÚSICA | PSICOFÍSICA DO TRABALHO INDUSTRIAL | TEXTOS SELECIONADOS (OS ECONOMISTAS)

PARA FAZER O DOWNLOAD DOS LIVROS DE MAX WEBER, CLIQUE NO LINK ABAIXO:


FONTE: Filosofando

domingo, 19 de março de 2017

PARA DOWNLOAD: "MAIS MARX: material de apoio à leitura d'O Capital, Livro I"

Recomendado como apoio didático – dentro e fora dos meios acadêmicos – para grupos de estudos e cursos de leitura, ou como material suplementar para a leitura feita por conta própria, a obra MAIS MARX conduz os leitores pelos conceitos e passagens centrais do primeiro volume de O capital, de Karl Marx.  Este material de trabalho é uma coletânea de slides de PowerPoint comentadas, com textos introdutórios, instruções detalhadas e notas concisas para contribuir no entendimento e apropriação da crítica da economia política.

Trata-se de um material educacional de apoio à leitura do Livro I d'O Capital, que não substitue uma leitura introdutória da obra de Marx, muito menos a leitura do próprio livro.

Link do site do material de formação PolyluxMarx (Mais Marx) para a leitura d’O Capital:



sexta-feira, 17 de março de 2017

STF determina que Superior Tribunal Militar libere arquivos secretos da ditadura

Por unanimidade, ministros do Supremo reiteraram que documentos e gravações do período militar são públicos. STM tem negado acesso a arquivos sob o argumento de "preservação da intimidade".

Por Fabiano Costa, G1, Brasília

16/03/2017

Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta quinta-feira (16) que o Superior Tribunal Militar (STM) libere o acesso ao público de documentos e áudios de julgamentos da década de 1970, incluindo aqueles classificados como “secretos”.

O STF já havia decidido, em 2006, que as informações e os arquivos do período do regime militar são públicos e devem ser disponibilizados à sociedade sempre que solicitados.

Apesar da jurisprudência, o STM continuou mantendo parte de seus arquivos sob sigilo, negando, por exemplo, acesso a gravações de julgamentos de presos políticos nos anos 70.

A decisão do STF foi tomada nesta quinta depois que os ministros julgaram ação apresentada pelo advogado Fernando Augusto Fernandes, do Rio de Janeiro, que teve negada uma solicitação para ter acesso a gravações de trechos de julgamentos rotulados como “secretos” pela ditadura.

Ao negar o acesso aos arquivos, o tribunal militar argumentou que não podia liberar as gravações para assegurar a “preservação da intimidade dos processados”.

Na ação judicial, o autor reclamou ao STF que o Superior Tribunal Militar tem desrespeitado a decisão da Suprema Corte e a própria Constituição.

“Os processos que correram sem nenhum decreto de sigilo são, portanto, públicos, o que significa que qualquer cidadão pode ter vista e tirar cópias”, diz trecho da reclamação que pediu acesso aos arquivos da ditadura.

A decisão do Supremo para que o STM libere integralmente o acesso aos seus arquivos do período da ditadura foi dada exatamente no mesmo dia em que tomará posse a nova direção do tribunal militar.
No final da tarde desta quinta, José Coêlho Ferreira será empossado na presidência do STM, e o general do Exército Lúcio Mário de Barros Góes assumirá a vice-presidência.

"Democracia da ignorância"

Relatora da ação, a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, recomendou que os colegas de tribunal acolhessem a reclamação do advogado e reiterassem ao STM que os arquivos da época do regime militar têm caráter público, ainda que tenha sido, inicialmente, classificados como “secretos”.

Cármen Lúcia afirmou em seu voto que a Constituição determinou caráter público irrestrito aos arquivos da ditadura.

Segundo ela, têm caráter público, inclusive, sustentações orais dos advogados e dos integrantes do Ministério Público o registro dos debates mantidos pelos ministros do STM durante os julgamentos.

“Quanto ao requisito de interesse público, este milita em favor da publicidade, e não da manutenção de segredos e silêncio. [...] O STM, ao autorizar o acesso apenas à parte pública, violou a decisão do Supremo Tribunal Federal”, disse a presidente do Supremo.

Magistrado mais antigo do STF, o ministro Celso de Mello ressaltou em seu voto que, atualmente, não se pode mais aceitar como legítima a “democracia da ignorância”, na qual, observou, “todos são iguais no desconhecimento do que se passa no exercício do poder usurpado e silenciosamente desempenhado".

"Não se pode impor óbice à busca da verdade e à busca da preservação da memória histórica em torno dos fatos do período em que o nosso país foi dominado pelo regime militar", afirmou Celso de Mello.

FONTE: G1 Política

quarta-feira, 15 de março de 2017

"A Construção da Pedagogia Socialista" - Nadezhda Krupskaya

Lançamento 2017 da Editora Expressão Popular

Esta obra traz um conjunto de 24 textos de Nadezhda Krupskaya (1869-1939), publicados pela primeira vez no Brasil e traduzidos diretamente dos originais russos, selecionados por Luiz Carlos de Freitas e Roseli Salete Caldart. 

Para saber mais, leia a seguir o prefácio de Luiz Carlos de Freitas




Nadezhda Krupskaya na construção da pedagogia socialista


Por Luiz Carlos de Freitas, em prefácio de A construção da pedagogia socialista

CIA: do mito à incompetência



O avultado acervo de documentos dado a conhecer terça-feira pela organização mediática internacional Wikileaks, onde se detalha grande número de ferramentas de pirataria informática utilizadas pela Agencia Central de Inteligência de Estados Unidos (CIA) para vigiar ilegalmente políticos, organismos e cidadãos desse e outros países, actualiza o tema de uma das mais obscuras instituições estadunidenses, do seu alcance e das suas sempre turvas actividades. Praticamente desde a sua criação, em 1947, com a Lei de Segurança Nacional promulgada nesse ano pelo então presidente Harry Truman, a agencia ultrapassou em muito as suas atribuições constitucionais para se converter num autêntico Estado dentro do Estado e num instrumento que, em diferentes pontos do planeta, desestabilizou governos livremente eleitos, distorceu processos eleitorais, financiou campanhas políticas em função da conveniência estadunidense, fez gala da mais grosseira ingerência e não teve escrúpulos em planear e executar o assassínio de pessoas que, segundo a sua peculiar concepção, considerava ameaçadoras para o que Washington chamava “mundo livre”.

Elevada à categoria de mito por inúmeros filmes e series televisivas, mas também por investigações sérias sobre a sua estrutura e funcionamento, a organização com sede em Langley, Virginia, tem sido e é uma presença constante onde quer que os Estados Unidos tenham interesses (económicos, geopolíticos, estratégicos), o que na prática deixa muito poucos países livres das suas tenebrosas manobras. Na América Latina a agência tem um funesto registo de intervenções, algumas mais ou menos encobertas e outras às claras, que culminaram com o derrube de presidentes de orientação popular (Jacobo Arbenz na Guatemala, 1954; João Goulart no Brasil, 1964; Juan Bosch na República Dominicana, 1963; Salvador Allende no Chile, 1973); com intervenções armadas directas (Cuba, 1961; Dominicana, 1965; Granada, 1983; Panamá, 1989), e com cruentos golpes de Estado (Uruguai, 1973; Chile, 1973; Argentina, 1976). A tudo isto há que juntar um largo expediente de operações encaminhadas para incidir no âmbito político, económico e social dos países de praticamente todo o continente, sempre com o objectivo colocado nos interesses de Washington e invariavelmente dando mostra de uma proverbial falta de princípios.

Nesta segunda década do século XXI tende a acreditar-se que a CIA representa uma espécie de chancela sem grande peso real (ou com uma presencia pelo menos muito menor do que teve anteriormente) nas políticas locais; de facto, aludir à organização estadunidense para interpretar alguma situação instável ou irregular nessa matéria costuma despertar sorrisos cépticos. Um exame mais atento, contudo, revela que a reconversão tecnológica dos últimos anos permitiu à CIA adoptar um perfil público menos visível, desenvolver as suas actividades de espionagem e intrusão com instrumentos mais sofisticados, continuar o seu trabalho desestabilizador por canais mais discretos e difíceis de detectar.

Entretanto, para Donald Trump e sua administração o trabalho da agência deixa muito a desejar. Não é que a sua actividade lhe pareça reprovável, mas parece-lhe ineficaz e antiquada; de outro modo ¿como se explica que uma organização alternativa, civil, tenha podido revelar com certa facilidade a sua parafernália operativa? Não há que erradicá-la por nociva – opina Trump –, mas modificá-la por incompetente.

A má noticia para o presidente republicano é que as novas tecnologias já não são exclusivas do poder: tal como os sistemas para detectar, captar, organizar, analisar e classificar informação a fim de intervir sobre ela alcançaram um alto grau de confiabilidade, também se desenvolve, em paralelo, uma tecnologia destinada a exercer controlo sobre tais sistemas. O que equivale a dizer que a inteligência estadunidense pode continuar a operar na penumbra, mas já não na obscuridade de outros tempos.

FONTE: ODiario.Info