terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Comprometida com as evidências

ENTREVISTA COM ANITA LEOCADIA PRESTES - DIÁRIO DO NORDESTE, 5/1/2016.

Filha do líder comunista Luiz Carlos Prestes, historiadora fala dos desafios de escrever a história do personagem


O gaúcho Luiz Carlos Prestes (1898 - 1900) foi uma das figuras-chave do século XX brasileiro. Sua longevidade o permitiu ser uma testemunha privilegiada de episódios de que participou, ora imerso, ora com algum distanciamento. Nos anos 1920, Prestes integrou o movimento Tenentista - puxado por militares de baixa patente que estavam em desacordo com as condições econômicas, sociais, políticas e institucionais do País, sentidas na pele, no convívio com as tropas. Liderou uma marcha, na coluna que levou seu nome, agregando milhares de combatentes em todo o Brasil. Se opôs a Getúlio Vargas e foi uma das principais lideranças comunistas brasileiras. Prestes foi, até o fim da vida, fiel à esta ideologia. A vida deste personagem é objeto da biografia "Luiz Carlos Prestes: Um comunista brasileiro", escrito por sua filha, a historiadora Anita Leocadia Prestes.
Você já escreveu outras obras sobre a atuação política de Prestes. Quando decidiu escrever uma biografia de seu pai?
Eu o fiz por partes, sem ter a certeza de que ia chegar na biografia. Fui fazendo a pesquisa por períodos e publicando. Fiz assim porque tinha que estudar a história do Brasil e do mundo na época. E a história do PCB, claro. A trajetória do meu pai e do partido, a partir dos anos 1930, é entrelaçada. Nesses últimos anos, trabalhei para juntar tudo isso, revisar o que já tinha escrito e estudar as lacunas existentes. Afora o material que eu já tinha em mãos, dos acervos particulares da minha Tia Lígia e meu, foram consultados diversos acervos. Cheguei a ir até Moscou, pesquisar nos arquivos da Internacional Comunista.
Que tipo de livro você quis escrever?
Não é um livro de memórias. Como explico na apresentação, só abordei os aspectos pessoais na medida do necessário, quando estes eram importantes para situar a posição política de Prestes. Ainda que tenha incluindo bilhetes, cartões e cartas dele, sempre o fiz quando esses documentos eram fundamentais para a história. Minha preocupação principal era deixar a história comprometida com a evidência, com a verdade, como diz o grande historiador Eric Hobsbawm. Não há uma linha no livro que não tenha sido baseada em documentos. Com isso, foi possível desmentir todas as calúnias a Prestes e o silenciamento que continua em torno dele. Minha preocupação era que este fosse um trabalho sério, de historiador.
O fato de você ser filha do biografado dificultou o seu trabalho?
Sou filha de Prestes e admiro o meu pai. Mas isso não me fez a autora de uma hagiografia, como me acusam de fazer uma santificação de Prestes. Ele mesmo tinha um espírito autocrítico muito grande. Quando se convencia de que estava errado, não tinha problema algum em mudar de posição. Isto está claro em sua história. Em nenhum momento, eu quis santificar o Prestes ou transformá-lo em mito. Mas algumas coisas não podem ser ignoradas. Do ponto de vista de ser lutador das causas sociais, um revolucionário, no século XX, ele foi o mais destacado no Brasil. Me utilizando da terminologia de Gramsci, falo que Prestes foi o principal revolucionário orgânico do século XX. O fato de ser filha me ajudou a ter um contato pessoal, a conhecer a vida e o pensamento dele. Mas não abdiquei de meu papel de historiadora quando escrevi o livro.
A biografia de Prestes que você escreveu saiu no fim de 2015, um ano em que o debate político foi acalorado e marcado pela radicalização de posicionamentos.
Foi uma contingência concreta que o livro tenha saído agora. Terminei de escrever no fim de 2014. A editora Boitempo o trabalhou com muito cuidado. Fizemos uma revisão exaustiva e isso levou vários meses. Por isso saiu agora. Não foi nada planejado, mas uma coincidência, porque marcou também os 25 anos do falecimento dele.
No fim de 2014, a Cia. Das Letras publicou outra biografia de seu pai, "Luís Carlos Prestes - Um revolucionário entre dois mundos", do professor de história contemporânea da UFF Daniel Aarão Reis. Você a leu?
Quem escreveu esse livro foi um colega meu - ou ex-colega. Li sim e escrevi sobre ele no portal www.Ilcp.Org.Br. Lá, você encontra o artigo em que combato esse livro. Ele é cheio de mentiras, de uma falta de seriedade total. Incrível o tanto de informação errada e calunioso que aparece nesta biografia, sobretudo a respeito de minha mãe. Ele fala que ela teria abandonado um filho na Alemanha, numa fuga. Isso me deixou indignada, porque é uma mentira. Conversei com pessoas que a conheceram nesta época e essa história simplesmente não existe. É um livro anticomunista, feito para manchar a imagem de Prestes.
"Comunismo", aliás, é uma palavra que está muito em voga novamente. E você é clara ao definir Luiz Carlos Prestes, no subtítulo da biografia, como um comunista.
O título foi muito discutido e escolhido porque caracteriza bem a figura dele. Prestes dedicou a vida toda ao comunismo. Ao mesmo tempo, era brasileiro e sempre foi um patriota. Não há contradição em ser comunista e patriota. Pelo contrário, Prestes queria o bem do nosso povo.
Algo que chama a atenção no livro é o lado intelectual de Prestes, pois ele é mais lembrado por seus atos do que propriamente por suas ideias.
Prestes foi, sobretudo, um homem de ação. Mas é verdade, ele tem muitos escritos. Uma das calunias levantadas contra Prestes é a de que ele era um homem inflexível, duro. Pelo contrário. Ele não mudava seu pensamento a torta e a direto, mas quando fazia a autocrítica e percebia que estava errado, não via problema em mudar sua posição. Dois momentos são importantes nesse sentido. O primeiro acontece em 1930, quando ele rompe com o Tenentismo. À época, o poder estava sendo oferecido na bandeja para Prestes. Não aceitou por que não tinha a participação de setores populares que dessem sustentação a reformas profundas em que acreditava. Nesse momento, ele rompeu com as oligarquias e se colocou ao lado dos trabalhadores, dos explorados. Diferente dos colegas tenentes, que aderem a Vargas, ele seguia comprometido com o povo. E depois, em 80, depois de 40 anos, ele rompe com PCB, pois acreditava que aquela direção tinha abdicado dos ideais comunistas. Ficou sem recursos pra sobreviver, mas não vacilou em sua decisão.
A vida de Prestes foi longa e repleta de episódios importantes. Houve algo para o qual você teve mais dificuldades em encontrar documentação histórica?
Talvez a própria Coluna Prestes, que é uma epopeia impressionante. O depoimento dele era muito rico, mas eu tinha que comparar com outras fontes e fontes muito diversas. Viajei ao Rio Grande do Sul, entrevistei combatentes que lutaram com Prestes e aqueles que o fizeram contra a Coluna; historiadores locais; pessoas que lembravam daquilo. Ao mesmo tempo, tive que procurar outras fontes, governistas. Tudo isso foi muito trabalhoso.
Livro
Luiz Carlos Prestes:
Um comunista brasileiro
Anita Leocadia Prestes
Boitempo
2015
R$ 48





Anita Prestes no programa Observatório da Imprensa. Não Percam!!!




domingo, 3 de janeiro de 2016

"O único herói brasileiro que não forjou o pedestal de sua gloria", Florestan Fernandes falando sobre Luiz Carlos Prestes*

 3 de janeiro de 2016 - 118 anos de nascimento do Cavaleiro da Esperança

* "O Herói Sem Mito", de Florestan Fernandes, texto publicado no encarte da revista Trilha Socialista - 1990


Luiz Carlos Prestes (1898-1990)

Visite o site do Instituto Luiz Carlos Prestes (ILCP)   



Um espaço para a preservação e a difusão da memória histórica de Luiz Carlos Prestes – figura emblemática da história do Brasil e também da história mundial. 


Disponível para consulta: documentos, espaço multimídia (exposição fotográfica, galeria de fotos e vídeos), livros em PDF, textos sobre o legado histórico de Luiz Carlos Prestes e Olga Benario Prestes, debate dos problemas relacionados com a luta por uma perspectiva socialista para o Brasil e a América Latina,  assim como para toda a humanidade.


"O legado de Luiz Carlos Prestes, uma vez apropriado pelas novas gerações, representa uma ameaça para as classes dominantes. Eis a razão por que a História Oficial e os meios de comunicação se esforçam por manter silêncio a respeito dele, ou, quando compelidos a lembrá-lo, tratam de distorcer suas ideias e de caluniar sua atuação." 
(PRESTES, Anita Leocadia. Luiz Carlos Prestes: o combate por um partido revolucionário (1958-1990). São Paulo: Expressão Popular, 2012, p. 327)

sábado, 2 de janeiro de 2016

Intervenção do KKE (Partido Comunista da Grécia) na reunião anual da Iniciativa Comunista Europeia

“A experiência demonstrou que os chamados governos “de esquerda”, “progressistas”, assim como aqueles que contam com o apoio ou a participação de Partidos Comunistas, aplicam uma política antipopular, medidas duras contra a classe trabalhadora e têm como finalidade servir à rentabilidade e à competitividade do capital.”

A reunião anual do Pleno da “Iniciativa Comunista Europeia”, que é uma forma de cooperação e coordenação regional dos Partidos Comunistas e Operários na Europa, ocorreu na terça-feira, 8 de dezembro, em Bruxelas.

Giorgos Marinos, membro do Birô Político do CC do KKE (Partido Comunista da Grécia), pronunciou o seguinte discurso:






“Estimados camaradas:

No Encontro Europeu de Partidos Comunistas e Operários que ocorreu ontem, discutimos sobre os temas mais importantes a respeito dos acontecimentos internacionais, o desenvolvimento das lutas operárias e populares e a atividade dos partidos comunistas em muitos países.

Este encontro é valioso, oferece a todos uma melhor visão para poder examinar os acontecimentos, para avaliar objetivamente o curso da luta de classes, para coordenar nossos esforços no debate ideológico e político contra as forças burguesas e oportunistas e utilizar todas as possibilidades para fortalecer nossos partidos e reagrupar o movimento comunista na Europa.

Hoje, na reunião da “Iniciativa”, podemos continuar nosso trabalho construtivo, examinar questões políticas básicas que surgiram durante este período, avaliar nosso trabalho e elaborar um plano de atividades para o período próximo.

Podemos destacar os seguintes temas:

Em primeiro lugar, a crise capitalista contínua em vários Estados e, ao mesmo, o curso da economia da UE/zona euro, a desaceleração da China, os problemas nos BRICS – por exemplo, no Brasil –, causam muita preocupação, enquanto muitos analistas estão falando sobre o estouro de uma nova crise.

Os trabalhadores enfrentam um novo ataque orquestrado em grande escala, como a política antipopular dos governos que expressam seus interesses.

As consequências são dolorosas.

As altas taxas de desemprego, a expansão da pobreza, a abolição dos direitos trabalhistas, de seguridade social, o ataque contra os acordos coletivos de trabalho, a comercialização da saúde, do bem-estar e da educação, as privatizações e a desregulamentação de ramos e setores da economia, caracterizam o capitalismo. Além disso, se leva a cabo um ataque particularmente duro contra os jovens e as mulheres.

Os problemas se aprofundam tanto na fase de crise, quando se reforça claramente a agressividade do capital, como na fase do crescimento da economia, posto que o critério do crescimento capitalista é o lucro.

Em segundo lugar, a OTAN, EUA, a UE desataram guerras e intervenções imperialistas, com a participação de dezenas de Estados capitalistas, como mostram os exemplos de guerra na Iugoslávia, Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria, Mali, República Centro-africana, Ucrânia.

Esta situação perigosa está relacionada com o aprofundamento da disputa interimperialista pelo controle dos mercados e dos recursos naturais, o aumento dos lucros e o fortalecimento das posições dos monopólios.

Neste marco, estão competindo entre si EUA, Estados membros da UE, Rússia, China, assim como outros Estados que possuem uma posição mais alta ou mais baixa no sistema imperialista.

Nesta base, estão se multiplicando os focos de guerra e os campos de batalha potenciais em várias regiões do mundo.

Estão tentando ocultar as verdadeiras causas das guerras e das intervenções imperialistas utilizando pretextos como o “combate ao terrorismo”, a “segurança energética”, etc.

O mecanismo de propaganda dos Estados capitalistas está utilizando todos os meios para desorientar e manipular a classe operária, os povos, para que não possam dar-se conta, ser conscientes de seus próprios interesses e para que sigam o caminho perigoso de tomar partido por uma ou outra potência ou união imperialista.

Parte da agressividade imperialista é a criação de mecanismos de provocação e crimes, como é Al Qaeda, o chamado “Estado Islâmico” e outros mecanismos que ganham poder econômico e apoio das massas, tornando-se autônomos, mas sendo sempre parte dos planos agressivos interimperialistas contra os povos.

Os ataques criminosos deste período na Turquia, Líbano, França, com dezenas de mortos é utilizado para a escalada das intervenções imperialistas, a intensificação da repressão, o fomento do racismo e da xenofobia.

Em terceiro lugar, o anticomunismo está aumentando, está sendo distorcida a verdade histórica enquanto se visa diminuir o papel do socialismo no progresso social, o papel do movimento comunista a respeito dos direitos dos povos. Forças reacionárias e fascistas vinculadas aos interesses empresariais e com o mecanismo estatal baixam a cabeça, intimidam, assassinam, tentam contaminar os povos com seu veneno racista-fascista.

Nestas condições, é evidente a importância da atividade dos partidos comunistas da “Iniciativa”, as intervenções dos 29 Partidos Comunistas que participam desta cooperação.

Em 2015, a “Iniciativa” fez intervenções em temas importantes como:

A condenação aos atentados criminosos na França, em janeiro de 2015.

O Dia Internacional da Mulher Trabalhadora.

O direito ao trabalho e à proteção dos desempregados.

O Primeiro de Maio.

Os perigosos acontecimentos na Ucrânia, a intensificação do anticomunismo e a solidariedade com os comunistas da Ucrânia.

O 70° aniversario da Vitória Antifascista dos Povos.

O Dia Internacional do Meio Ambiente.

A condenação do novo ataque terrorista na França, em 13 de novembro, em 13 de novembro.

Ressaltar o caráter antipopular da Associação Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP).

Ressaltar os problemas dos estudantes secundaristas e universitários e dos jovens trabalhadores.

O apoio às lutas eleitorais levadas a cabo pelo KKE, o Partido Comunista (Turquia), o Partido Comunista dos Povos de Espanha.

Nossos partidos organizaram vários eventos e mobilizações em seus países e, em um período próximo, veremos como é possível fortalecer o intercâmbio de informações e a participação de nossos partidos em eventos de outros partidos da “Iniciativa”, a organização de eventos conjuntos, um tema que devemos estudar mais profundamente.

Estimados camaradas:

As condições que se formaram em torno da classe trabalhadora, dos setores populares, dos jovens, estão demandando serias tarefas políticas para os Partidos Comunistas frente à situação complexa, às exigências da luta de classes, para que se fortaleça a luta contra a UE, a aliança imperialista interestatal, pela derrubada da barbárie capitalista, pelo socialismo.

Somos conscientes das debilidades e das deficiências em nossa luta, dos problemas relacionados com a coordenação de nossa atividade e todos estamos obrigados a fazer grandes esforços para encará-los.

O fortalecimento dos Partidos Comunistas da “Iniciativa” em cada país, o fortalecimento da luta ideológica-política e de massas, a construção de organizações partidárias, sobretudo na indústria, nos centros de trabalho, o trabalho persistente junto à classe trabalhadora e aos jovens, a intensificação dos esforços para que mude a correlação de forças no movimento sindical, são elementos importantes aos quais devemos focar nossa atenção no período próximo.

Objetivamente, se está fortalecendo o debate ideológico-político acerca do desenvolvimento dos acontecimentos. Alguns exemplos:

Primeiro: forças burguesas e oportunistas, inclusive o Partido da Esquerda Europeia (PIE) se referem (em geral) à necessidade do desenvolvimento econômico como meio para resolver os problemas populares aprofundados e combater o flagelo do desemprego, fomentando falsas esperanças aos povos.

A “Iniciativa” tem que cumprir com um dever muito serio, tem que revelar que o desenvolvimento que se baseia na propriedade capitalista dos meios de produção, no critério do lucro e a exploração da classe trabalhadora, significa desenvolvimento para os poucos, os capitalistas.

O desenvolvimento que pode solucionar o problema do desemprego, assegurar, por exemplo, serviços sociais avançados gratuitos, satisfazer as necessidades do povo, requer mudanças radicais profundas relacionadas com a derrocada da exploração capitalista, através da conquista do poder operário e a socialização dos meios de produção, com a construção do socialismo.

Em segundo lugar, as forças burguesas se adaptam, intensificam sua intervenção para manipular os trabalhadores. A socialdemocracia está mudando de máscara para que seja cada vez mais útil para o sistema.

O exemplo do SYRIZA na Grécia é característico. Fomentando falsas expectativas, enganou setores importantes da classe trabalhadora e das camadas populares, assumiu o governo com o apoio de setores do capital e de potências imperialistas fortes (EUA, França) e está gerindo o capitalismo decisivamente.

Neste momento, está implementando o terceiro memorando que acordou junto com a UE, o BCE e o FMI, está impondo medidas antipopulares muito duras, recorre ao autoritarismo e à repressão contra os trabalhadores que entram em greve, que lutam, e envolve o país mais profundamente na disputa interimperialista, as intervenções da OTAN, dos EUA e da UE na região.

A mesma linha de gestão do capitalismo esta sendo seguida, por exemplo, pelo Partido PODEMOS na Espanha, assim como por formações socialdemocratas em outros países.

O problema é muito grave e a postura dos Partidos Comunistas é de suma importância porque somente os Partidos Comunistas que esclarecerem sua posição contra todo tipo de gestores do sistema têm a força de confrontar decisivamente as ilusões que a socialdemocracia está fomentando, que também é um pilar básico do capitalismo e se alterna com os partidos liberais com o objetivo de perpetuar o sistema.

A experiência demonstrou que os chamados governos “de esquerda”, “progressistas”, assim como aqueles que contam com o apoio ou a participação de Partidos Comunistas, aplicam uma política antipopular, medidas duras contra a classe trabalhadora e têm como finalidade servir à rentabilidade e à competitividade do capital.

Estes governos levaram ao retrocesso do movimento operário, à assimilação nos objetivos da burguesia. Ao transcorrer do tempo, a política antipopular destes governos provocou reações populares de massas e o regresso ao governo dos partidos conservadores de direita. Os exemplos na França, Itália, Chipre, Dinamarca e, recentemente, na Argentina são característicos.

Estimados camaradas:

É preciso utilizar a experiência que acumulamos neste período para planificar as seguintes intervenções no período próximo;

1. Continuar o esforço dos partidos da “Iniciativa” para desenvolver a luta trabalhadora e popular em cada país e, ao mesmo tempo, fortalecer o apoio e a solidariedade de nossos partidos com as lutas da classe operária, dos povos em cada país, contra o capital, contra os governos que expressam seus interesses, contra as uniões imperialistas, como são, por exemplo, a UE e a OTAN.

2. Prestar particular atenção ao enfrentamento, à confrontação do anticomunismo e das calúnias contra o socialismo, destacando a contribuição do movimento comunista e da construção socialista (na União Soviética e os demais países socialistas) no progresso social. Exigir a partir de várias atividades que se impeça todo tipo de perseguições e a abolição das proibições da atividade dos Partidos Comunistas e Operários como, por exemplo, a Ucrânia, os países bálticos, Europa Oriental e Central.

3. Fortalecer a luta contra as guerras e as intervenções imperialistas na Síria, Iraque, Ucrânia, focando em mostrar as causas destas guerras imperialistas, exigindo a desvinculação de nossos países dos planos imperialistas, reforçando a frente contra a OTAN e a UE, reclamando a retirada das bases militares e da infraestrutura, Definir um dia de ação conjunta para levar a cabo eventos contra as bases dos EUA e da OTAN em cada país.

4. Aprovar, caso estejam de acordo, um texto de aproximação conjunta dos partidos da “Iniciativa” sobre a questão dos imigrantes e dos refugiados.

5. No primeiro semestre de 2016, deverão ser organizados eventos cujo tema será o texto de Lenin “Sobre a palavra de ordem dos Estados Unidos da Europa” e preparar a promoção da obra importante de Lenin “Imperialismo, a fase superior do capitalismo”, que é vigente neste período.

6. Desempenhar um papel destacado nos eventos para o dia 8 de Março, dia de luta das mulheres, para o Primeiro de Maio, para o 9 de Maio, o Dia da Vitória Antifascista dos Povos, e emitir comunicados conjuntos.

7. Fortalecer nossa solidariedade com o povo da Palestina e examinar a possibilidade de enviar uma delegação da “Iniciativa” aos territórios palestinos.

8. Estudar melhor o tema da mudança climática e fazer uma intervenção a respeito da proteção do meio ambiente.

Avaliamos que, com base na experiência que acumulamos, podemos dar mais passos no próximo período. Hoje podemos levar a cabo um debate a fundo e concluir um programa de atividades para o período próximo”.

FONTE: Partido Comunista Brasileiro (PCB)

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Bienvenido "Año 58 del Triunfo de la Revolución"

Monte de la Banderas, La Habana/Cuba




Revolución Cubana: los días previos al triunfo (+ Fotos)



Diciembre de 1958 fue un mes decisivo para las fuerzas revolucionarias cubanas. Juventud Rebelde hace un repaso de los momentos más destacados en el camino al triunfo

30 de noviembre de 1958: Después de luchar violentamente durante diez días contra tropas de infantería, aviación y blindados, las fuerzas del primer y tercer frentes, bajo la dirección personal del Comandante en Jefe Fidel Castro, derrotan definitivamente al enemigo en la Batalla de Guisa.
1 de diciembre de 1958: Se firma el Pacto del Pedrero, entre las fuerzas del Movimiento 26 de Julio y del Directorio Revolucionario 13 de marzo, representadas por el Comandante Ernesto Che Guevara y el Comandante Faure Chomón.
2 de diciembre de 1958: Es detenido por la tiranía batistiana y posteriormente desaparecido el estudiante Fulgencio Oroz.
3 de diciembre de 1958: Tropas de la columna número 3, del Tercer Frente Mario Muñoz, batieron a fuerzas del régimen en dos lugares distintos de la carretera central: Arroyo Blanco y Curva del Muerto, entre Maffo y Palma Soriano.
4 de diciembre de 1958: Las fuerzas dirigidas por el Che derrotan definitivamente a la ofensiva enemiga en El Pedrero, que se había iniciado sobre el Escambray el 29 de noviembre.
7 de diciembre de 1958: Después de 14 días de constante batallar, fuerzas del Segundo Frente, apoyadas por agrupaciones del Tercer Frente, toman el cuartel de La Maya.
7 de diciembre de 1958: Sale al aire Radio Columna Antonio Maceo, ubicada en el Frente Norte de Las Villas. Dos días antes Radio Rebelde había anunciado que ya la columna 8 tenía también su emisora.
9 de diciembre de 1958: Cae San Luis en poder de los rebeldes, con esta acción culmina la Operación Flor Crombet.
9 de diciembre de 1958: A las 20:30 horas el Comandante en Jefe entró en el pueblo de Baire, abandonado por los soldados en previsión del ataque que realizarían los rebeldes.

10 de diciembre de 1958: Fuerzas del primer y tercer frentes, al mando del Comandante en Jefe Fidel Castro, inician el sitio Maffo —que se desarrolló durante 20 días, hasta el 30—, en el que la guarnición decide rendirse.
11 de diciembre de 1958: Tropas del Frente Camagüey sostuvieron un encuentro contra elementos batistianos en un lugar conocido por Pedrera, entre los kilómetros 5 y 6 de la carretera del central Francisco en Santa Cruz del Sur.
12 de diciembre de 1958: La columna móvil del Tercer Frente, a las órdenes del Comandante Vitalio Acuña, Vilo, combatió contra una fuerza enemiga en un lugar conocido por La Rueda. Esta acción retrasó en seis días los propósitos enemigos de llegar a Palma Soriano.
13 de diciembre de 1958: Fuerzas de la columna 14, Juan Manuel Márquez, ocuparon una avioneta de la dictadura, perteneciente al regimiento 7 de la guardia rural de Holguín que se vio en la necesidad de realizar un aterrizaje forzoso en la carretera central a 15 kilómetros de la mencionada ciudad.
13 de diciembre de 1958: Un pelotón al mando del capitán Roger García, perteneciente a la columna 12 Simón Bolívar del Cuarto Frente, voló el puente sobre el río Jobabo, que divide las provincias de Camagüey y Oriente por la carretera central.
13 de diciembre de 1958: Patrullas de la columna 2 entraron en Caibarién y permanecieron en el pueblo por más de dos horas.
15 de diciembre de 1958: Tropas de la columna 8 Ciro Redondo, junto a un pelotón del Directorio Revolucionario 13 de marzo, penetraron en el central Isabel con el fin de comenzar a rodear el pueblo de Fomento.
15 de diciembre de 1958: Fuerzas de la columna 32 José Antonio Echevarría, al mando del capitán Omar Fernández y otros destacamentos de la columna 14, a las órdenes del teniente Ricardo Proenza, combatieron contra efectivos del régimen en un sitio conocido por Candelaria en la región de Holguín.
16 de diciembre de 1958: Fuerzas de la columna 8 Ciro Redondo y del Directorio Revolucionario 13 de marzo inician el ataque a Fomento, acción que marcó el comienzo de la Operación Santa Clara.
16 de diciembre de 1958: El Comandante Raúl Castro firma la orden militar número 53 con el fin de organizar y reglamentar el territorio liberado por las columnas rebeldes de ese frente. La orden creaba una administración integrada por los vecinos de mayor prestigio en la región.
16 de diciembre de 1958: El pueblo de Baire, Oriente, cae en poder del Ejército Rebelde.
17 de diciembre de 1958: La columna 11 Cándido González ocupó, sin combatir, los poblados de Punta Alegre y Punta San Juan en la provincia de Camagüey.
18 de diciembre de 1958: Fidel y Raúl se reúnen en Jiguaní y de ahí surge el comienzo de la cuarta etapa de la ofensiva del Segundo Frente Oriental.
18 de diciembre de 1958: El Comandante en Jefe Fidel Castro se reúne con los comandantes Raúl Castro y Juan Almeida para coordinar misiones respecto a la Operación Santiago.
18 de diciembre de 1958: Combatientes de la columna 9 Antonio Guiteras se enfrentaron a tropas enemigas en el poblado de Sevilla, El Caney.
19 de diciembre de 1958: Cayó Jiguaní en poder de las agrupaciones del primer y tercer frentes, dirigidas personalmente por el Comandante en Jefe Fidel Castro.
19 de diciembre de 1958: Fuerzas de la columna 20 Gustavo Fraga, al mando del capitán Demetrio Montseny Villa, iniciaron el asalto a Caimanera.
19 de diciembre de 1958: Una patrulla rebelde, al mando del capitán Ángel Sotomayor penetró en Victoria de Las Tunas combatiendo contra una tropa de la tiranía situada en el mirador de aquel pueblo, a la que exterminó totalmente.
19 de diciembre de 1958: La Fuerza Aérea Rebelde ejecutó su segunda misión combativa al bombardear el ayuntamiento de Sagua de Tánamo, que llevaba más de 40 días sitiado. La primera fue durante el ataque a La Maya. El bombardeo sirvió de apoyo a las columnas 17 y 19 que el día 16 habían iniciado el ataque definitivo sobre la mencionada posición.
19 de diciembre de 1958: Rebeldes del Segundo Frente Oriental Frank País atacan Caimanera, Oriente.
20 de diciembre de 1958: El Comandante Ernesto Che Guevara dicta la orden militar número 7 mediante la cual se expresaba que, gracias al exitoso desarrollo de las acciones en la provincia de Las Villas, se declaraban territorio libre de Cuba, las zonas comprendidas entre los centrales Natividad, Amazonas, Santa Isabel y Agabama.
20 de diciembre de 1958: Fuerzas rebeldes que operaban en el territorio de Las Villas penetraron en el batey del central Soledad y sostuvieron un combate con la guarnición allí situada.
20 de diciembre de 1958: Tropas guerrilleras vuelan el puente sobre el río Tuinicú.
21 de diciembre de 1958: Cae Zulueta en manos de los invasores de la columna 2 Antonio Maceo, que comandaba Camilo Cienfuegos.
21 de diciembre de 1958: Tropas de la columna 8 Ciro Redondo, bajo el mando del Comandante Ernesto Che Guevara, asaltaron las posiciones batistianas en el pueblo de Cabaiguán. El enemigo se rindió en las primeras horas de la mañana del siguiente día.
21 de diciembre de 1958: Fuerzas de la columna 12 Simón Bolívar, a las órdenes del Comandante Eduardo Sardiñas, Lalo, sostuvieron un combate contra una patrulla motorizada del ejército batistiano en las cercanías de Manatí.
21 de diciembre de 1958: Una patrulla de la columna 11 Cándido González, bajo las órdenes del teniente Abel Gómez, combatió contra tres jeeps y dos camiones de fuerzas contrarias, luego de haberlos interceptado.
21 de diciembre de 1958: Fuerzas del Directorio Revolucionario 13 de marzo, al mando del Comandante Faure Chomón, comienzan a hostigar la guarnición de Placetas.
21 de diciembre de 1958: Un grupo de rebeldes atacó la estación de policía, la cárcel y el cuartel de la guardia rural de Sancti Spíritus.
21 de diciembre de 1958: Los capitanes Rigo Motanés, Fernando Vecino y Rigo Ramírez atacaron y tomaron el cuartel de Melgarejo.
21 de diciembre de 1958: Acción conjunta de las tropas de la columna 8 Ciro Redondo, al mando del Comandante Ernesto Che Guevara, y las fuerzas del Directorio Revolucionario 13 de marzo liberan a Fomento, Placetas, Cabaiguán, Sancti Spíritus, Remedios y Caibarién, en Las Villas.

22 de diciembre de 1958: La columna invasora Antonio Maceo, comandada por Camilo Cienfuegos, toma el pueblo de Yaguajay en Las Villas.
22 de diciembre de 1958: Caída en combate de José Garcerán, jefe de la columna Ángel Ameijeiras, que operaba en los límites de las provincias de Matanzas y La Habana.
23 de diciembre de 1958: Fuerzas combinadas del Movimiento 26 de julio y del Directorio Revolucionario 13 de marzo iniciaron un asalto a las posiciones de los soldados del régimen en Placetas. FOTO 1. Pie: Che, Faure Chomón y otros revolucionarios durante la campaña en Las Villas. Foto: Archivo.
23 de diciembre de 1958: Fuerzas al mando del capitán Armando Acosta tomaron Sancti Spíritus después de que el enemigo se retiró sin enfrentar a los rebeldes.
23 de diciembre de 1958: El Comandante Ernesto Che Guevara se entrevista con el Comandante Camilo Cienfuegos en un lugar denominado Los Montes de la Caridad, cerca de Yaguajay, para coordinar las acciones futuras.

23 de diciembre de 1958: Tropas del Directorio Revolucionario 13 de marzo capitaneadas por Víctor Dreke Cruz, toman posiciones batistianas en el pueblo de Manicaragua.
23 de diciembre de 1958: Fuerzas del primer, segundo y tercer frente, al mando directo del Comandante en Jefe, inician acciones contra Palma Soriano, las cuales se desarrollaron durante cuatro días.
24 de diciembre de 1958: Cae Sagua de Tánamo en manos de los combatientes de las columnas 17 y 19, después de más de 40 días de sitio.
24 de diciembre de 1958: Por orden del Comandante Camilo Cienfuegos se construye, bajo su supervisión, el Dragón 1, especie de carro blindado.
25 de diciembre de 1958: Fuerzas de la columna 18 Antonio López Fernández, al mando del capitán Manuel Fajardo, sostuvieron un combate en la zona del Segundo Frente contra un convoy militar compuesto por tres camiones blindados y tres tanques, los cuales, después de sufrir muchas bajas, tuvieron que regresar a Guantánamo.
25 de diciembre de 1958: Llegó el Che a Yaguajay a entrevistarse nuevamente con Camilo.

26 de diciembre de 1958: Fuerzas de la columna invasora número 8 tomaron las posiciones batistianas del pueblo de Remedios.
26 de diciembre de 1958: Fuerzas de la columna número 8, bajo el mando del Comandante Ernesto Che Guevara liberaron el pueblo de Caibarién.
27 de diciembre de 1958: Concluye la toma de Palma Soriano, importante victoria durante el curso de la Operación Santiago.
31 de diciembre de 1958: Toma de Santa Clara dirigida por el Che.
31 de diciembre de 1958: Bajo las órdenes del Comandante Eduardo Sardiñas, Lalo, se inicia el sitio a Victorias de Las Tunas por fuerzas de la columna 12 del cuarto frente Simón Bolívar.
31 de diciembre de 1958: Luego de diez días de intensos combates, cayó en poder de la columna 2 Antonio Maceo el cuartel de Yaguajay, importante enclave del norte de Las Villas.

31 de diciembre de 1958: Las tropas rebeldes comandadas por Ernesto Guevara descarrilan y destruyen el tren blindado que la tiranía batistiana enviaba rumbo a Oriente con pertrechos de guerra y soldados.

1 de enero de 1959: Las columnas rebeldes al mando de los Comandantes Camilo Cienfuegos y Ernesto Che Guevara reciben órdenes de marchar hacia La Habana, las fuerzas al mando de Fidel Castro, Juan Almeida Bosque y Raúl Castro avanzan sobre Santiago de Cuba.
1 de enero de 1959: La alta oficialidad del Ejército Rebelde, con Fidel Castro al frente, se reúne en El Escandel con el jefe militar de la Plaza de Santiago de Cuba para discutir la rendición incondicional de esa ciudad. Santiago de Cuba es declarada capital provisional de la República.

1 de enero de 1959: Triunfo de la Revolución Cubana. Día de la Liberación.


2 de enero de 1959: Llega a La Habana el Comandante Camilo Cienfuegos con su columna invasora y toma el campamento de Columbia.
2 de enero de 1959: Se efectúa en el Parque Central, en La Habana, una masiva concentración en apoyo a la Huelga General Revolucionaria convocada por el Comandante Fidel Castro. El paro nacional se extendió hasta el día 4.
2 de enero de 1959: Inicia el recorrido de Fidel, al frente de la Caravana de la Libertad, desde Santiago de Cuba hasta La Habana.

3 de enero de 1959: El Che, al frente de su columna, llega a La Habana y ocupa la Fortaleza de La Cabaña.
5 de enero de 1959: El Gobierno Revolucionario dispone la disolución del Congreso de la República y quedan extinguidos los nombramientos de alcaldes, gobernadores y concejales.
8 de enero de 1959: Entrada victoriosa de Fidel a La Habana, tras un recorrido por todo el país. Desde el Palacio Presidencial y el Polígono del campamento de Columbia, habla al pueblo.


Publicação do Volume 7, Número 2 da Revista "Germinal: Marxismo e Educação em Debate"

Temática: História da Educação - instituições, autores e teses em tensão história
sob a Coordenação Editorial de Maria de Fátima Rodrigues Pereira, Maria de Fátima Felix Rosar e Dermeval Saviani
A íntegra do número encontra-se disponível em:
http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistagerminal/index




Sumário

Editorial

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: INSTITUIÇÕES, AUTORES E TESES EM TENSÃO HISTÓRICA PDF
Maria de Fátima Rodrigues Pereira, Maria de Fátima Félix Rosar, Dermeval Saviani, Elza Margarida de Mendonça Peixoto 1-6

Debate

LUIZ CARLOS PRESTES: UM JOVEM MILITAR EMPENHADO NA EDUCAÇÃO DOS SEUS SUBORDINADOS PDF
Anita Leocadia Prestes 7-12
AGÊNCIAS E AGENTES NA PROFISSIONALIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO DE ENSINO SECUNDÁRIO (1931-1945) PDF
Amália Cristina Dias da Rocha Bezerra 13-22
PERSPECTIVAS EM CONFRONTO NO CAMPO DA EDUCAÇÃO: O MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA (1932) E O MANIFESTO DOS INSPETORES DE ENSINO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (1934) PDF
Marcos Cesar de Oliveira Pinheiro 23-38
A INFLUÊNCIA DO “ESTILO AMERICANO DE VIDA” NOS EDUCADORES BRASILEIROS PÓS 1930 E ALGUNS DE SEUS CRÍTICOS: FLORESTAN FERNANDES E A FEDERAÇÃO INTERNACIONAL SINDICAL DE ENSINO PDF
Gilcilene de Oliveira Damasceno Barão 39-50

Artigos

ORIGENS DO MOVIMENTO OPERÁRIO E DO SOCIALISMO NO BRASIL PDF
Osvaldo Luis Angel Coggiola 51-91
MUNDIALIZAÇÃO E SOCIEDADE MUNDIAL. APONTAMENTOS PARA UMA POSIÇÃO ONTOLÓGICO-POLÍTICA DO PROBLEMA PDF
José Adriano Barata-Moura 92-106
INSTITUTOBRASILEIRO DE FILOSOFIA: UMA TENTATIVA DE CONSTRUÇÃO DE UMA HEGEMONIA CONSERVADORA PDF
Rodrigo Jurucê Mattos Gonçalves, Pedro Leão da Costa Neto 107-115
ZEFERINO VAZ: UM REITOR DE DIREITA QUE PROTEGIA AS ESQUERDAS? PDF
Caio Navarro Toledo 116-132
A CENTRALIDADE DA EDUCAÇÃO PÚBLICA NA OBRA E MILITÂNCIA DE FLORESTAN FERNANDES, NO PERÍODO ENTRE 1980 A 1995: CONTRIBUIÇÕES AO PENSAMENTO MARXISTA SOBRE A EDUCAÇÃO NO BRASIL PDF
Fabiana de Cássia Rodrigues, Lucelma Silva Braga 133-145
BUSCANDO GRAMSCI NA OBRA DE BRIAN SIPSON PDF
Marisa Bittar 146-162
MARX E A EDUCAÇÃO: OBSERVAÇÕES ACERCA DE A IDEOLOGIA ALEMÃ E TESES CONTRA FEUERBACH. PDF
Anita Helena Schlesener 163-175
TRABALHO, EDUCAÇÃO E REPRODUÇÃO EM LUKÁCS PDF
Gisele Masson 176-184
IMAGINÁRIO SOCIALISTA PDF
Claudio Katz 185-195
O MARXISMO HISTORICISTA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA): TEORIA E PRÁTICA PDF
Fábio Fernandes Villela 196-208
TRABALHO E EDUCAÇÃO: UM DEBATE NECESSÁRIO E URGENTE DIANTE DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO PDF
Eraldo Leme Batista 209-218
O PROGRAMA DE APOIO A PLANOS DE REESTRUTURAÇÃO E EXPANSÃO DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS E SUA IMPLEMENTAÇÃO NA UTFPR PDF
Edevania Trevizan, Henrique Tahan Novaes 219-232
CONDIÇÕES DE TRABALHO DOCENTE E SOFRIMENTO PSÍQUICO NO ENSINO SUPERIOR PRIVADO PDF
Vivian Jilou, Sálua Cecílio 233-241
O SETOR PRIVADO-MERCANTIL DE EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL E A EDUCAÇÃO A DISTANCIA PDF
Andreia Gomes da Cruz, Maria de Fátima Costa de Paula 242-251
O SINDICATO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR E AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS PDF
Olgaíses Cabal Maues 252-262
A UNIVERSIDADE BRASILEIRA: UMA ANÁLISE HISTÓRICA DA INSERÇÃO PERIFÉRICA NA ORDEM CAPITALISTA MUNDIAL. PDF
Matheus Castro da Silva 263-272
ERA DA INDETERMINAÇÃO? FRANCISCO DE OLIVEIRA E PROCESSO DECISÓRIO POLÍTICO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO. PDF
Lucas Patschiki 273-282
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL, CAPITAL E FORÇA DE TRABALHO NO BRASIL PDF
Michel Goulart da Silva 283-289
ALGUNS APONTAMENTOS SOBRE POLÍTICA (“PÚBLICA”) EDUCACIONAL PDF
Iael de Souza 290-303

Entrevista

MARXISMO E HISTÖRIA DA EDUCAÇÃO PDF
José Luis Sanfelice 304-310

Clássico

MANIFESTO DOS INSPETORES DE ENSINO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO AO MAGISTÉRIO E À SOCIEDADE FLUMINENSES PDF
Paschoal Lemme 311-336
AS TAREFAS DAS UNIÕES DA JUVENTUDE PDF
Vladimir Iilich Ulianov Lenin 337-348

Resenhas

LAVAL, C. A Escola não é uma empresa: o neo-liberalismo em ataque ao ensino público. Londrina: Editora Planta, 2004. 324 p. PDF
Renata Luiza Costa 349-352
GRAMSCI NO LIMIAR DO SÉCULO XXI PDF
Rodrigo Sarruge Molina 353-354
O PRECARIADO PDF
Jéferson Silveira Dantas 335-358

Teses e Dissertaçoes: Resumos

EMANCIPAÇÃO HUMANA E EDUCAÇÃO EM MARX: PARA UMA CRÍTICA DA FORMAÇÃO BURGUESA O HORIZONTE DA DESIGUALDADE SOCIAL PDF
Vilson Aparecido da Mata 359
O PROJETO EDUCACIONAL DA ITAIPU BINACIONAL (1974-1985): UMA EDUCAÇÃO PARA CADA VILA E PARA CADA FRAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA. PDF
Denise Kloeckner Sbardelotto 360

Expediente

EXPEDIENTE PDF
Elza Margarida de Mendonça Peixoto 361-363


ISSN: 2175-5604
 

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