quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Conheçam o BookZa (links para 2 milhões 184 mil livros)


O BookZa (http://bookza.org/) é um site russo muito simples, meio feioso, que tem links para 2 milhões, 184 mil livros. Diferentemente de outros sites mais bonitos, que tem a capa do livro, acompanhada de um resumo, o BookZa só dá o nome do livro e o link para baixar.

Mas ele tem uma grande vantagem sobre outros sites: o link é direto! Dá para baixar só com um clique! Abaixo do nome do livro há um link na cor verde, onde está escrito Download (PDF)   -   é só dar um click nele e, em segundos, o livro começa a baixar

  Vejam alguns exemplos:


http://bookza.org/s/?q=Historical+Dictionary&e=1&t=0  são obras de referencia (muitos desses livros custam mais de US$ 100.00 cada)










  Vejam o link para categorias - há livros em todas as áreas do conhecimento:    http://bookza.org/categories


O site permite baixar sem registro, mas é bom registrar-se. O site vai mandar um link para seu e-mail para você confirmar o registro. É só dar um clique nele e pronto, você é membro da comunidade.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

50 anos do golpe

Legados da ditadura que moldaram o Brasil contemporâneo

26.02.2014 - 03.04.2014

FFLCH | USP


O golpe brasileiro ainda não foi suficientemente acusado. O Brasil é o único país sul-americano onde torturadores nunca foram condenados. Não houve justiça de transição.

Em 2008, passados 20 anos da promulgação da Constituição vigente, pesquisadores reuniram-se na USP com o objetivo de discutir as heranças autoritárias deixadas pelo regime civil-militar de 1964. A pergunta que se formulou na ocasião e que batizaria o livro dela decorrente, “O que resta da ditadura?”, ensejou que fossem postas em questão as formas encontradas pela ditadura para permanecer em nossa estrutura jurídica, nas práticas políticas, na violência cotidiana e em nossos traumas sociais.

Seis anos se passaram, mas a questão não só permanece como se coloca de maneira mais urgente. O fato, entretanto, não se deve à mera proximidade da data histórica em que o golpe completa 50 anos. Por um lado, assistimos nesse entretempo a repugnante intensificação da violência de Estado, que, se jamais foi completamente extinta, tornou-se escancarada pela resposta dada às manifestações populares que tomaram as ruas desde junho. Por outro, tomaram corpo desde então, como prova a proliferação de Comissões da Verdade em diversas instituições brasileiras, esforços notáveis em revolver o solo de brutalidade política em que se assenta nossa experiência contemporânea.

Unindo-se a esses esforços, o Centro Acadêmico de Filosofia da USP, com apoio da Boitempo Editorial, propõe outra ocasião para pensar sobre esse engodo de transição em que nos metemos desde que os militares saíram do poder. Trata-se do seminário “50 anos do golpe: legados da Ditadura que moldaram o Brasil contemporâneo”. Além do ciclo de debates que, às quintas-feiras, reunirá diferentes perspectivas de pesquisadores, ativistas, cineastas e estudantes envolvidos com a questão, serão exibidos, na véspera, filmes que antecipam o tema da mesa do dia seguinte.

* * *

DEBATES

19h30 | às quintas | auditório da geografia

27 FEV | A repressão na cidade e no campo: os trabalhos da Comissão da Verdade
com Ivan Seixas (Comissão Estadual da Verdade), Tatiana Merlino (Comissão Nacional da Verdade - CNV) e Larissa Bombardi (USP/CNV) 
6 MAR | Transição e justiça
com Fábio Venturini (PUC) e Edson Teles (Unifesp)
13 MAR | O empresariado e a ditadura (quem encomendou o serviço)
com Maria Aparecida de Paula Rago (PUC), Rodolfo Machado (PUC/CNV) e Projeto Memória da Oposição Metalúrgica de SP
20 MAR | Partidos políticos e transição na América Latina
com Lincoln Secco (USP) e Osvaldo Coggiola (USP)
27 MAR | Cinema e transição
com Rubens Machado (USP), Rubens Rewald (USP), Rossana Foglia e Thiago
Mendonça (Cordão da Mentira/Coletivo Zagaia)
3 ABR | A atualidada da violência de Estado: uma transição desenhada para não terminar
com Paulo Arantes, Dario de Negreiros (Margens Clínicas), MPL, MTST, Mães de Maio e Metroviários
+ Lançamento do livro O que resta da transição, org. de Milton Pinheiro, pela editora Boitempo.
MOSTRA DE FILMES 
19h30 | às quartas | sala 8 | prédio de filosofia e ciências sociais
26 FEV | 
Você também pode dar um presunto legal, de Sérgio Muniz [1971, 39 min.] 
Brazil, a Report on Torture,de Saul Landau & Haskell Wexler [1971, 60 min.]
12 MAR |
Cidadão Boilesen, de Chaim Litewski [2009, 93 min.]
19 MAR |
Rua Santa Fé, de Carmen Castillo [Chile, 2007, 163 min]
26 MAR |
Corpo, de Rossana Foglia e Rubens Rewald [2007, 90 min.]
Blablablá, de Andrea Tonacci [1968, 32 min.]
2 ABR |
Branco sai, preto fica, de Adirley Queirós [2014, 90 min.]
Ninjas, de Dennison Ramalho [2010, 25 min.] 

Mensagem do Primeiro Secretário do Comitê Central do Partido Comunista da Ucrânia, Piotr Simonenko, aos camaradas do Partido


Por Piotr Simonenko, 23 de Fevereiro de 2014

Caros camaradas comunistas !

Dirijo-me a vós num dos momentos mais dramáticos da história do nosso país. Durante os trágicos acontecimentos dos últimos três meses foi derramado sangue, morreram pessoas. Foi ameaçada a integridade territorial da Ucrânia e a sua própria existência como Estado unificado, independente, soberano.

Estes acontecimentos não têm um caráter unívoco. A participação neles de grandes massas de pessoas reflete o profundo descontentamento na sociedade com o regime político de Yanukovitch e do seu círculo, que governou o país de forma inepta, enganando as pessoas, abandonando as suas promessas de campanha, e em momentos difíceis abandonando covardemente o seu posto. O clã que se formou em torno de Yanukovith, que recebeu a designação de «Família» e que se enriqueceu de forma desavergonhada, afastou de si a maioria dos seus adeptos e eleitores.

Mas os protestos de massas não adquiriram o carácter de um confronto de classes. Ocorreu uma batalha feroz entre duas facções da mesma classe dos exploradores — a burguesia oligárquica —, das quais a mais organizada e preparada se revelou o agrupamento que juntou as forças pró-ocidentais, nacionalistas e radicais de direita. Estas forças utilizaram habilmente o descontentamento das pessoas e com o seu apoio realizaram um golpe de Estado .

Ao mesmo tempo, o Ocidente, ingerindo-se de forma aberta e sem cerimônia nos assuntos internos do nosso país, apoiou as ações das forças radicais de direita, na medida em que elas visam uma séria mudança na situação geopolítica na Europa e no mundo, a destruição dos seculares laços econômicos, culturais e espirituais entre os povos ucraniano e russo, e os outros povos irmãos da antiga União Soviética, e entregam a Ucrânia ao protetorado dos EUA, da UE, da OTAN, do Fundo Monetário Internacional e de diferentes empresas transnacionais.

As ações dos radicais de direita, liderados por forças abertamente neonazistas alimentadas pelo regime de Yanukovitch — herdeiros ideológicos dos ocupantes hitlerianos —, são acompanhadas por uma nova e extremamente perigosa vaga de histeria anticomunista, pela destruição em toda a parte dos monumentos a Lenin e aos heróis da Grande Guerra Patriótica, por ataques banditescos às instalações do nosso Partido em Kíev e outras cidades do país , pelo terror moral e físico contra os comunistas, pela exigência da proibição da atividade do Partido Comunista da Ucrânia.

Tudo isso testemunha que estas forças que tomaram o poder podem recorrer a quaisquer ações ilegais, não se detendo perante a repressão não só dos funcionários do partido mas também dos comunistas de base.
É preciso estar pronto para isso.

Nas circunstâncias que se criaram, a nossa tarefa mais importante é manter a estrutura e os quadros do partido, estar vigilantes, não sucumbir às provocações.

É importante aproveitar todas as oportunidades para esclarecer os trabalhadores sobre a natureza do golpe ocorrido e o perigo das suas consequências para os cidadãos comuns — uma acentuada deterioração da economia, o aumento do desemprego e dos atrasos no pagamento dos salários e pensões, o aumento dos preços e tarifas, uma criminalidade desenfreada, um ainda maior empobrecimento do povo.

A direção do Partido e o nosso grupo parlamentar na Rada Suprema da Ucrânia farão todo o possível nestas dificílimas condições para defender os interesses dos trabalhadores, salvaguardar o Partido, preservar a integridade da Ucrânia.
Caros Camaradas!

Perante o Partido, perante cada um de nós, erguem-se novas e duras provações. Reforcemos as nossas fileiras, multipliquemos os esforços na luta pela nossa justa causa — o socialismo!

Piotr Simonenko,
Primeiro-Secretário do Comitê Central do Partido Comunista da Ucrânia, presidente do grupo parlamentar comunista na Rada Suprema da Ucrânia



Exposição "Resistir é Preciso" no CCBB-RJ

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 - Centro
12 de fevereiro a 07 de abril segunda, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo - 9h às 21h

ENTRADA FRANCA


A exposição “Resistir é Preciso…”, criada pelo Instituto Vladimir Herzog, é um projeto pioneiro, de longo alcance, que apresenta fragmentos da história do Brasil, a partir das publicações e das pessoas – jornalistas, escritores, estudantes e ativistas políticos – que resistiram à ditadura militar brasileira através da palavra impressa.


A exposição Resistir É Preciso é uma idealização do Instituto Vladimir Herzog e tem como objetivo contar a história da resistência à ditadura militar que se implantou no Brasil em 1964 e que permaneceu no poder até a eleição indireta de Tancredo Neves, em 1985.
Nesse período, muitos trabalhadores, estudantes, intelectuais, artistas, religiosos e diversas outras pessoas de vários setores da sociedade civil lutaram pelo restabelecimento da democracia.
Durante a luta, milhares de pessoas foram presas e torturadas, centenas foram mortas e muitas delas, até hoje, continuam desaparecidas. Para sobreviver, inúmeros brasileiros foram obrigados a se exilar.
Resistir É Preciso reuniu um expressivo conjunto de obras de arte que mostra a militância dos artistas clamando por democracia e denunciando os abusos e os crimes da ditadura.
Nesses anos, nasceu, também, uma imprensa de resistência que se expandiu no país, na clandestinidade e no exílio. Muitas publicações dessa imprensa alternativa eram vendidas nas bancas de jornal e, mesmo censuradas, foram importantes para a resistência à ditadura militar.
Resistir É Preciso possibilitará aos jovens conhecer melhor as lutas pela reconstrução democrática através da linha do tempo, que abrange o período de 1960 a 1985 e inclui fatos marcantes do cenário político e cultural do Brasil e do mundo.
Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos com as atrocidades praticadas contra outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados".
Vladimir Herzog
Ivo Herzog
Instituto Vladimir Herzog

A arte que resistiu à mácula da ditadura

FRANCHO BARÓN - El País



Os anos da ditadura e de chumbo no Brasil (1964-1985) deixaram a impressão indelével da mesquinharia e da ignomínia do ser humano. Rios de tinta correram para encobrir a clandestinidade política e a imprensa de resistência, os movimentos estudantis ou um cenário musical que cobrou um protagonismo indiscutível entre os jovens da época. Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Geraldo Vandré encarnaram a perseguição e o exílio das vanguardas artísticas. O assassinato do jornalista Vladimir Herzog em 1975 pelas mãos de militares no interior de um presídio de São Paulo representou a gota que transbordou o copo, o ponto de inflexão a partir do qual a ditadura começou a fazer água, pressionada por um crescente clamor social que exigia anistia e democracia.
No entanto, o cenário artístico desses anos pouco tinha sido abordado até agora. Muitos foram os criadores brasileiros que se empregaram a fundo em combater a truculência do regime militar. A mostra Resistir é Preciso, idealizada pelo Instituto Vladimir Herzog e organizada pelo Banco do Brasil, pretende lançar um pouco de luz sobre o papel desempenhado por um punhado de artistas plásticos que resistiram a olhar para o outro lado.
“Nos anos sessenta se volta a uma nova figuração que reflete os grandes assuntos da atualidade. Era uma arte que falava de seu tempo. Também foi um momento de mudanças nos costumes: a abertura na sexualidade ou o protagonismo da mulher na sociedade surgem nesse período. A arte se embebe desses elementos e surgem movimentos contra a burguesia e contra a ditadura militar”, explica Fabio Magalhães, curador da mostra.
Durante esses anos, o artista Claudio Tozzi (autor do painel em homenagem a Che Guevara, “Guevara Vivo ou Morto”, atacado por radicais adeptos do Governo militar) subia nos telhados do centro do Rio de Janeiro e deixava nas marquises pilhas de panfletos com desenhos de sua autoria convocando para mobilizações contra a ditadura. O vento fazia o trabalho de distribuição da propaganda entre os pedestres, e dessa forma Tozzi minimizava o risco de ser parado e acusado de subversão.
Celebradas obras de Hélio Oiticica (Seja Marginal, Seja Herói), Ligya Pape (Língua Apunhalada) ou Claudio Tozzi (Multidão) alternam-se com as cédulas de um cruzeiro (a moeda brasileira da época) engendradas por Cildo Meireles e nas quais o artista imprimiu a irônica pergunta: “Quem matou Herzog?”.
Uma das pequenas joias da mostra é a coleção de obras produzidas por Alipio Freire, Carlos Takaoka e Sérgio Sister com os rudimentares materiais disponíveis no interior do presídio Tiradentes. Nenhum deles era artista plástico reconhecido na época nem imaginava que suas produções em reclusão acabariam fazendo parte da memória viva da ditadura.
Obras assinadas por nomes de referência como Carlos Vergara ou Ivan Serpa também estão presentes na exposição que já passou por Brasília e São Paulo e que, após fechar sua agenda no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, em 28 de abril, será definitivamente encerrada em Belo Horizonte.
A obra “Lute” de Rubens Gerchman é um dos pontos altos da exposição. Trata-se de uma escultura formada por quatro letras vermelhas de grande dimensão. A ideia original consistiu em que a palavra Lute (Luta) passeasse a bordo de um caminhão pelo centro do Rio no horários de pico de entrada e saída do trabalho. Uma seleção de imagens dos fotojornalistas Luis Humberto e Orlando Brito servem de antessala para a brilhante e emotiva parte final da mostra, assinada pelo próprio Fabio Magalhães. Trata-se de uma instalação de vídeo na qual mais de 450 nomes de mortos e desaparecidos durante a ditadura (até agora foi a lista oficial, embora se presuma que a Comissão da Verdade a ampliará a milhares de pessoas mais) desfilam e caem sobre uma montanha desordenada de palavras, para acabarem perdendo-se no ar.
“Queremos destacar a importância da memória. Não podemos deixar que esses crimes caiam no esquecimento. Por que a polícia brasileira é tão violenta? Por que existe uma Comissão da Verdade? Os jovens têm de olhar para trás para entender o presente”, explica Ivo Herzog, diretor-executivo do instituto que leva o nome de seu pai.
A exposição, que também inclui abundante material jornalístico da época e uma extraordinária coleção de cartazes com apelos à resistência, transcorre por uma linha do tempo ou cronologia visual na qual o público pode situar rapidamente os episódios fundamentais da ditadura brasileira e o contexto internacional. Uma grandiosa citação abre e fecha o percurso: “Quando perdemos a capacidade de nos indignar com as atrocidades praticadas contra os outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados” - Vladimir Herzog.

"La actualidad del pensamiento político de Gramsci" (para download)

 Libro coordinado por Francisco Fernández Buey
Ediciones Grijalbo, 1977.

Textos de Louis Althusser, Nicola Badaloni, Norberto Bobbio, Eugenio Garin, Giacomo Marramao, Roberto Paris, Ernesto Ragionieri, Manuel Sacristán, Palmiro Togliatti, Mario Tronti y Aldo Zanardo.

Link para download:



HISTÓRIA: teoria e historiografia- lista inédita com 170 obras de História para download.

Alguns livros serão encontrados somente no Torrent, pois eram pesados para o G. Drive. 

Clique nos links abaixo e terão acesso aos arquivos:

Google Drive:




ALFONSO-GOLDFARB, A. O que é a história da ciência  
ANKERSMIT, F. Representação e referência 
APPLEBAUM, A. Gulag 
AQUINO, M. A. Censura, imprensa, Estado democrático (1968-1978) 
ARFUCH, Leonor. O espaço biográfico 
ARIÈS, Philippe. O Tempo da História 
ARRUDA, J. O trágico 5º centenário do descobrimento do Brasil 
AUERBACH, E. Mimesis [em espanhol] 
AVELAR, A; FARIA, D; PEREIRA, M. Contribuições à história intelectual do Brasil republicano 
AVRITZER, L; ANASTASIA, F. (orgs). Reforma política no Brasil

BARKER; GHEITH (org). A history of womens writing in Russia 
BARRACLOUGH,G. Introdução à história contemporânea 
BARSTED; PITANGUY (org). O progresso das mulheres no Brasil (2003-2010) 
BARSTED; PITANGUY (org). O progresso das mulheres no Brasil, vol. I 
BERNARD, C. et all. História do novo mundo 
BIONDI, A. O Brasil privatizado

BLOCH, M. A origem do poder curativo dos reis  
BLOCH, M. A sociedade feudal 
BLOCH, M. Apologia da história

BOTELHO; SCHWARTZ. Enigma Chamado Brasil  
BOURDÉ; MARTIN. As Escolas Históricas

BRAUDEL, F. A dinâmica do capitalismo 
BRAUDEL, F. A longa duração in história e ciências sociais 
BRAUDEL, F. Escritos sobre a História

BURKE, P. A Escola dos Annales 
BURKE, P. O que é história cultural 
BURKE, P; BRIGGS, A. Uma história social da mídia - de Gutenberg à Internet

CARDOSO, C; VAINFAS, R. Domínios da história
CARDOSO, Ciro F. O Egito Antigo 
CARDOSO, Ciro. A Cidade-Estado antiga
CARDOSO, Heloísa. Os anos dourados - memória e hegemonia  
CARR, E. H. Que é História 
CARVALHO, José Murilo de. A cidadania no Brasil

CERTEAU, M. A Escrita da história 
CERTEAU, M. A invenção do cotidiano

CHARTIER, R. (org.). História da Vida Privada 3- Da Renascença ao Século das Luzes 
CHARTIER, R. A aventura do livro 
CHARTIER, R. À beira da falésia 
CHARTIER, R. A história cultural - entre práticas e representações 
CHARTIER, R. Cultura popular - revistando um conceito histórico 
CHARTIER, R. O mundo como representação 
CHARTIER, R. Os desafios da escrita

DA MATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis 
DAVIES, D. A brief history of death 
DESPLANCQUES, S. Egito Antigo 
DOBBY, M. Et all. A Transição do Feudalismo para o Capitalismo 
DOBERSTEIN, A. W. O Egito Antigo 
DONGHI, T. Historia contemporânea de América latina

DOSSE, François. A história em migalhas 
DOSSE, François. A história 
DOSSE, François. History of Structuralism, Vol. 2

DUBY, G. (org.). História da Vida Privada 2- Da Europa Feudal a Renascença 
DUBY, G. A Sociedade Cavaleiresca 
DUBY, G. As Três Ordens ou o Imaginário do Feudalismo

DUPAS; VIGEVANI. Israel-Palestina - A construção da paz vista de uma perspectiva global

ELIAS, Norbert. Os alemães 
EVANS, Richard. A Chegada do Terceiro Reich

FALUDI, Susan. Backlash - O contra-ataque na guerra contra as mulheres 
FAORO, Raymundo. Os Donos do Poder 
FAUSTO, Boris. História do Brasil 
FEBVRE, L. Combates pela história 
FERRER, C. Os destruidores de máquinas 
FICO; POLITO. A história do Brasil (1980- 1989) - elementos para uma avaliação historiográfica 
FIGUEIRA, Divalte Garcia. Soldados e Negociantes na Guerra do Paraguai 
FONTANA, Josep. História depois do fim da história 
FONTES, V. O Brasil e o capital-imperialismo. Teoria e história 
FUNARI, P. Grécia e Roma

GADAMER, H. O Problema da Consciência Histórica 
GADAMER, H. Verdade e Método I 
GADAMER, H. Verdade e Método II

GASPARI, Elio. A ditadura derrotada - o sacerdote e o feiticeiro 
GASPARI, Elio. A ditadura encurralada - o sacerdote e o feiticeiro 
GASPARI, Elio. A ditadura envergonhada - as ilusões armadas 
GASPARI, Elio. A ditadura escancarada - as ilusões armadas

GINZBURG, C. A micro-história e outros ensaios 
GINZBURG, C. Andarilhos do bem 
GINZBURG, C. Mitos, Emblemas e Sinais 
GINZBURG, C. O queijo e os vermes 
GINZBURG, C. Relações de força

GIRARDET, Raoul. Mitos e mitologias políticas. 
GORENDER, Jacob. Combate nas trevas 
GRESH, Alain. Israel, Palestina

HARTOG, F. Os antigos o passado e o presente 
HEILBRONER, R. Historia do pensamento econômico 
HELICARNASSO, D. Tratado da Imitação 
HELLER, Agnes. Uma teoria da história 
HELLERN; NOTAKER; GAARDER. O livro das religiões 
HERÓDOTO. História 
HESIODO. Teogonia - a origem dos deuses 
HESPANHA, A. História das instituições - época medieval e moderna 
HILL, Christopher. O mundo de ponta-cabeça

HUIZINGA, Johan. Homo Ludens 
HUIZINGA, Johan. O Declínio da Idade Média

JACQ, Christian. As egípcias 
JANCSÓ, István (org). Brasil, Formação do Estado e da Nação. 
JUDT, Tony. Pós-guerra - uma história da europa desde 1945

KARNAL, L. História dos Estados Unidos
KOSELLECK, R. Crítica e Crise - uma contribuição à_ patogênese do mundo burguês 
KOSELLECK, R. Futuro Passado - contribuição à semântica dos tempos históricos. 
KOSELLECK, R. Uma história dos conceitos (problemas teóricos)

KOSSOY, B. Historia e fotografia 
LAZZARATO, Maurizio. As revoluções do capitalismo

LE GOFF, J. A bolsa e a vida - a usura na Idade Média 
LE GOFF, J. Por amor as cidades - conversações com Jean Lebrun

LEFEBVRE, Henri. A produção do espaço

LEVI, Giovanni. Herança Imaterial.

LINHARES, M. (org). História Geral do Brasil 
LORAUX, Nicole. Maneiras trágicas de matar uma mulher - imaginário na Grécia Antiga 
LORIGA, Sabina. O eu do historiador 
LOUSADA, F. Dicionário Hieroglifo Português 
LUSTOSA, Isabel. D. Pedro I

MACHADO, Roberto. Danação da norma - medicina social e constituição da psiquiatria no Brasil 
MAGNOLI, D. Historia das Guerras 
MALERBA, J. (org.) A história escrita 
MALERBA, J. O Brasil Imperial 
MANHEIM, Karl. Liberdade, poder e planificação democrática 
MARTINS, J. S. Sobre o Modo Capitalista de Pensar 
MELLO E SOUZA, Nelson. Modernidade desacertos de um consenso 
MORAES, M. (org). História oral - desafios para o século XXI

NIANE, T. (ed). História geral da África, vol. IV 
NIKITIUK, Sônia L. (org). Repensando o ensino de história

NOVAIS, Fernando. O Brasil nos quadros do antigo sistema colonial 
NOVAIS, Fernando. Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808)

ORTIZ, A. Egito dos faraós

PEIXOTO, A. História do Brasil 
PINSKY, C. Estudos de gênero e história social 
PINSKY, Carla (org). Fontes históricas 
PINSKY, Jaime. As primeiras civilizações 
POCOCK, J. Introd.; O conceito de linguagem e o métier d'historien 
PORTOCARRERO, Vera (org). Filosofia, História e Sociologia das Ciências I 
POUZADOUX, Claude. Contos e Lendas da Mitologia Grega 
PRADO JÚNIOR, C. História econômica do Brasil 
PRECIADO, Beatriz. Manifesto contra-sexual 
PROST, Antoine. Doze Lições Sobre História 
RAGO, M; VEIGA-NETO, A. (org). Figuras de Foucault

REIS FILHO, D. (org.). Versões e ficções - o sequestro da história 
REIS FILHO, D. As revoluções Russas 
REIS FILHO, D; GASPARI, E; BENJAMIN, C. Versões e Ficções - O Seqüestro da História

REMÓND, R. (org.). Por uma história política 
REVEL, Jacques. Jogos de Escalas 
RIBEIRO, A. Et al. (org). Estudos Africanos - Multiplas Abordagens 
RIOUX; SIRINELLI. Para uma historia cultural 
ROSANVALLON, P. Por uma história conceitual do político

ROSSI, Paolo. Francis Bacon - da magia à ciência 
ROSSI, Paolo. O nascimento da ciência moderna na Europa

RÜSEN, Jörn. História Viva - teoria da história III 
RÜSEN, Jörn. Razão Histórica. Teoria da História I 
RÜSEN, Jörn. Reconstrução do passado - teoria da história II

SARLO, Beatriz. Tempo passado 
SCHWARZ, R. O pai de família e outros estudos 
SCHWARZ, R. Sequências brasileiras

SCOTT, Joan. A invisibilidade da diferença 
SCOTT, Joan. Gênero - uma categoria útil para análise histórica 
SILVA, K; SILVA, M. Dicionário de conceitos históricos.

TARKOVSKI, A. Esculpir o tempo 
TOCQUEVILLE, Alexis de. A Democracia na América - Livro I, Leis e costumes 
TOCQUEVILLE, Alexis de. A Democracia na América - Livro II, Sentimentos e opiniões 
TUCÍDIDES. História da guerra do Peloponeso

VERNANT, J-P. As Origens do Pensamento Grego

VEYNE, P. (org.). História da Vida Privada, vol. 1. Do Império Romano ao Ano Mil 
VEYNE, P. Acreditavam os gregos em seus mitos 
VEYNE, P. Como se escreve a historia 
VEYNE, P. Foucault, o Pensamento, a Pessoa 
VEYNE, P. O Império Greco Romano (1º cap.) 
VEYNE, P. O inventário das diferenças

VISENTINI, P. A revolução vietnamita - da libertação nacional ao socialismo 

WHITE, H. El contenido de la forma


WOLKMER, Antônio Carlos. História do direito no Brasil.